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Setembro Vermelho
Ari Miranda
Deputado Dr. Gimenez
Cerca de 290 mil pessoas morreram no país em decorrência de patologias relacionadas ao coração, de acordo com a plataforma ‘Cardiômetro’, da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Em Mato Grosso, o IBGE Saúde aponta que aproximadamente 3,9% da população sofrem com problemas coronários, o equivalente a cerca de 135 mil pessoas.
De autoria do deputado estadual Dr. Gimenez (PV), o projeto de Lei 1.039 institui o ‘Setembro Vermelho’ como mês de alerta para as doenças coronárias no âmbito estadual. A matéria foi apresentanda nesta semana em Plenário e demostra a importância de haver um marco estadual na luta pela prevenção a essas enfermidades.
“As doenças coronárias representam 31% das mortes para a Organização Mundial de Saúde (OMS), anualmente mais de 17 milhões de pessoas morrem. Infelizmente, o problema deixou de ser associado à meia-idade e vem afetando jovens entre 25 e 30 anos, ou seja, precisamos nos mobilizar”, justifica.
No mês de junho, o parlamentar, que tem 68 anos, precisou se submeter a um procedimento cirúrgico no coração: um cateterismo cardíaco e uma angioplastia para introdução de dois ‘stents’. Plenamente recuperado, tem seguido uma dieta alimentar rigorosa e procurado adotar uma rotina de controle ao estresse.
“Um parlamentar possui muitas atividades, eu viajo muito, participo de inúmeros eventos a semana toda, inclusive nos fins de semana; é muito puxado cumprir os compromissos todos, sem falar na responsabilidade inerente ao cargo, por isso já estou programando uma viagem nas férias para ficar mais perto da família”.
O projeto propõe que governos estadual e municipal desenvolvam ações que incentivem mudanças de hábitos na população, como prática de caminhadas, trilhas, bicicleta, academias ao ar livre, entre outras atividades físicas regulares, já que mais de 80% das incidências de doenças cardiovasculares podem ser evitadas.
Além disso, cabe ainda orientar a população sobre a importância de diminuir o consumo de alimentos com sódio, açúcar e gorduras. “Quanto mais natural a alimentação melhor”, acrescenta Dr. Gimenez, médico há 40 anos na área infantil, e que é um incentivador de uma rotina saudável desde a primeira infância.
O mês de setembro foi escolhido para concentrar as campanhas de conscientização, prevenção e tratamento porque no dia 29 é comemorado o Dia Mundial do Coração, uma inciativa criada em 2000 pela Federação Mundial do Coração com apoio das Nações Unidas. Desde então, diversas organizações no Brasil e no mundo realizam ações para lembrar a data.
Atenção aos sintomas
É preciso estar atento aos primeiros sintomas e realizar exames regularmente. Alguns indicadores são: falta de ar, cansaço após esforço físico, dores e queimações no peito, além de formigamento no braço esquerdo. Para detectar as doenças logo no começo, é recomendado realizar avaliações periódicas. Exames de sangue indicam alterações nos níveis de colesterol, glicemia e tireoide, que estão relacionadas aos fatores de risco. O eletrocardiograma também alerta para possíveis doenças coronárias.
Controle do estresse
Não adianta cuidar da alimentação se não mudar a forma como reage aos problemas e desafios cotidianos. Embora seja um sentimento normal, o excesso de estresse é um fator de risco, que gera sensações de medo, desconforto, preocupação, irritação, frustração, indignação e nervoso. Práticas aparentemente simples podem ajudar, como dormir melhor, fazer atividades físicas, lazer ao ar livre e estar em contato com amigos para conversar e desabafar ajuda. Outras informações sobre as doenças coronárias você pode acessar a página da Sociedade Brasileira de Cardiologia: http://prevencao.cardiol.br/
artigos
O dever da Religião
Por Paiva Netto
Declarei ao ilustre jornalista italiano radicado no Brasil Paulo Rappoccio Parisi (1921-2016), na entrevista concedida a ele em 10 de outubro de 1981, que é dever da Religião proclamar a existência do Espírito imortal e efetivar os resultados práticos desse indispensável conhecimento na reforma do planeta.
Eis o pragmatismo que, por força da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, o Brasil oferece à humanidade, pois tais noções amadurecerão a consciência dos povos para a realidade espiritual de que ninguém consegue permanentemente escapar. Não se pode eternamente impedir a manifestação daquilo que nasce com o ser humano,
mesmo quando ateu: o sentido de Religiosidade que se expressa das mais variadas formas. Para além do debatido determinismo histórico, trata-se, acima de tudo, do Determinismo Divino, de que nos falava Alziro Zarur. Antes que fatalmente a Ciência conclua, em laboratório, sobre a perenidade da vida, cumpre à Religião não só abordar com maior objetividade a existência do Espírito após a morte, mas concomitantemente pesquisar o Mundo ainda Invisível.
Parceria Céu e Terra
Ora, a morte não deve ser motivo de assombro nem ser tratada com desdém ou negligência. Diante da eternidade da vida, é essencial extrair seus preciosos aprendizados, que ajudaram a moldar os destinos da humanidade, contribuindo para sua continuação até aqui. Esse intercâmbio entre Terra e Céu, Céu e Terra, quando estabelecido com as forças do Bem, nos dá confiança na vida. Contar com a cooperação bendita daqueles que nos antecederam na jornada espiritual, sabendo que estão mais vivos do que nunca, incentivando-nos a boas ações, no cumprimento de nossas tarefas prometidas antes de aqui renascer, é parceria infalível.
Há décadas, preconizo que o ser humano não é somente sexo, estômago e intelecto, isto é, um saco de sangue, ossos, músculos e nervos, apenas jungido às limitadoras perspectivas do plano material. Reduzi-lo a isso é promover a cultura do fedor. A morte não é o fim; a vida é perpétua. E o Espírito é suprema realidade.
José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor – [email protected] — www.boavontade.com
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