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Sistema Comércio de Mato Grosso empossa novos dirigentes da Fecomércio-MT, Sesc e Senac

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Assumiram os cargos de diretores regionais do Sesc e do Senac, Marcos José da Silva e Igor Cunha. Também foram empossados o superintendente da Fecomércio-MT, Ari Vasconcelos Dantas Júnior, e a diretora de Comunicação do Sistema Comércio, Luciane Mildenberger.

O presidente do Sistema Comércio de Mato Grosso (Fecomércio-MT|Sesc|Senac e IPF-MT), Sebastião Gonçalves, deu posse, nesta quinta-feira (30), aos novos dirigentes que passam a integrar a estrutura das instituições no estado.

Assumiram os cargos de diretores regionais do Sesc e do Senac, Marcos José da Silva e Igor Cunha, respectivamente. Também foram empossados o superintendente da Fecomércio-MT, Ari Vasconcelos Dantas Júnior, e a diretora de Comunicação do Sistema Comércio, Luciane Mildenberger.

Durante a cerimônia, Sebastião Gonçalves destacou que a nova equipe chega para fortalecer a atuação do Sistema Comércio em Mato Grosso, com foco na integração entre as instituições, na eficiência da gestão e na ampliação das ações voltadas ao desenvolvimento do setor do comércio de bens, serviços e turismo, além do atendimento prestado pelo Sesc e Senac à população.

Os novos dirigentes passam a responder pela condução das respectivas áreas, contribuindo para o fortalecimento institucional e para a execução das estratégias do Sistema Comércio em todo o estado.

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Mato Grosso

BIOIND MT defende mistura de 32% de etanol na gasolina e destaca impactos ambientais e econômicos

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O Sindicato de Bioenergia do Estado de Mato Grosso (BIOIND MT) manifestou apoio à adoção da mistura obrigatória de 32% de etanol anidro na gasolina, conhecida como E32. A entidade avalia que a medida, aprovada recentemente pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), representa um avanço planejado para a transição energética brasileira.

A elevação do percentual, que passou de 30% para 32%, gerou debates em diferentes setores. Segundo o BIOIND MT, parte das críticas é baseada em premissas que já teriam sido superadas por estudos técnicos realizados no âmbito do Programa Combustível do Futuro.

A entidade cita os testes conduzidos pelo Instituto Mauá de Tecnologia, sob coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME), com a participação de representantes do governo, da indústria automobilística, do setor de combustíveis e da comunidade acadêmica.

De acordo com o sindicato, aproximadamente 80% dos veículos em circulação no país são flex-fuel e, por isso, não precisariam passar por novos testes em razão da alteração. Os outros 20%, formados por veículos movidos exclusivamente a gasolina, foram submetidos a avaliações que incluíram modelos recentes, veículos híbridos, automóveis fabricados na década de 1990 e motocicletas.

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Ainda conforme o BIOIND MT, os resultados não apontaram impactos relevantes no desempenho, na dirigibilidade, na partida a frio, no consumo, nas emissões ou no funcionamento dos veículos avaliados.

Para o sindicato, o E32 também pode contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa e para o cumprimento das metas climáticas brasileiras. A entidade considera que o aumento da presença do biocombustível na gasolina fortalece o processo de descarbonização da matriz energética e amplia o uso de fontes renováveis.

Outro efeito destacado é a possibilidade de redução da dependência de combustíveis fósseis importados. Segundo a avaliação do setor, cada ponto percentual adicional de etanol na gasolina pode diminuir a necessidade de importação do combustível e contribuir para o fortalecimento da segurança energética e da balança comercial do país.

O BIOIND MT também aponta possíveis reflexos positivos na economia. Com o aumento da demanda por etanol, a indústria sucroenergética tende a ser impulsionada, favorecendo a geração de empregos, o aumento da renda e o desenvolvimento de regiões produtoras, incluindo Mato Grosso.

A entidade afirma que a adoção do E32 reúne três fatores considerados estratégicos: segurança técnica, responsabilidade ambiental e impacto econômico. Para o sindicato, a medida reforça o papel do Brasil no desenvolvimento de soluções renováveis e na transição para uma matriz energética com menor dependência de combustíveis fósseis.

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