Cuiabá
Prefeitura de Cuiabá e Corpo de Bombeiros lançam operação de combate às queimadas
A Prefeitura de Cuiabá e o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso lançaram, nesta quarta-feira (29), na Praça Alencastro, a campanha “Juntos por uma Cuiabá Sem Queimadas”, que marca o início da fase operacional da ação integrada de prevenção e combate às queimadas urbanas e aos incêndios florestais no município.
A iniciativa reúne a Defesa Civil Municipal, o Corpo de Bombeiros, a Secretaria Municipal de Obras Públicas, a Limpurb e a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp).
Durante o lançamento, o prefeito Abilio Brunini destacou que o município ampliará a capacidade de atendimento e reforçou o papel da população no enfrentamento às queimadas, especialmente por meio das denúncias.
“Vamos dobrar o efetivo com a atividade delegada para aumentar nossa eficiência. Também precisamos da participação da população, denunciando focos de incêndio pelos canais da Prefeitura, da Defesa Civil, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros”, disse.
O secretário municipal de Defesa Civil, coronel Alessandro Borges Ferreira, explicou que a campanha é desenvolvida ao longo de todo o ano, com etapas de prevenção, preparação e, agora, de combate direto às ocorrências registradas no período mais crítico da seca.
“Agora iniciamos a fase operacional, com reforço de efetivo, caminhões pipa e equipamentos para dar apoio ao atendimento das queimadas urbanas e rurais”, afirmou.
O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, coronel Glêdson Vieira Bezerra, destacou que a parceria amplia a capacidade de resposta no município e reduz o risco de propagação dos incêndios.
“O uso do fogo é proibido neste período e quem descumprir a norma poderá responder por crime ambiental e ser multado. A população tem um papel importante ao denunciar focos de incêndio para que possamos agir rapidamente”, explicou.
Cuiabá
Projeto de lei concede terreno ao Shopping Popular por 30 anos
A Prefeitura de Cuiabá encaminhou à Câmara Municipal, na quinta-feira (30), um projeto de lei que concede à Associação do Shopping Popular o direito real de superfície da área onde funciona o centro comercial. A proposta foi apresentada ao prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, durante reunião no Palácio Alencastro com representantes da entidade e vereadores.
O encontro contou com a presença da presidente da Câmara, vereadora Paula Calil, dos vereadores Rafael Ranalli, Macrean Santos, Coronel Dias, Samantha Íris, Cássio Coelho, Wilson Kero Kero e Antônio Lemes, além do presidente da Associação do Shopping Popular, Misael Galvão, e demais representantes. A área onde funciona o Centro de Convivência de Idosos (CCI) Padre Firmo não está incluída no projeto.
Misael Galvão destacou que o Shopping Popular está na fase final de reconstrução após o incêndio de 15 de julho de 2024, que destruiu completamente a estrutura do centro comercial. Segundo ele, o momento pede união entre poder público e comerciantes para consolidar a retomada.
“Estamos renascendo das cinzas e precisamos ser parceiros. Precisamos dessa parceria da Prefeitura e da Câmara na reconstrução. Trazemos a gratidão por essa recepção”, afirmou.
O prefeito Abilio Brunini destacou que a iniciativa garante segurança jurídica aos comerciantes e fortalece um dos principais polos econômicos da capital.
“O Shopping Popular é um patrimônio de Cuiabá e movimenta a economia da nossa cidade, gerando emprego, renda e oportunidades para milhares de famílias. Nosso compromisso é oferecer segurança jurídica para que esse importante centro comercial continue crescendo e contribuindo com o desenvolvimento econômico do município”.
Pelo texto encaminhado, a concessão terá prazo de 30 anos, com possibilidade de renovação conforme o interesse público. A associação ficará responsável pela administração do Shopping Popular e pela manutenção de toda a área do Complexo Esportivo Manoel Soares de Campos (Dom Aquino). O projeto também reserva espaço mínimo de 100 m² para implantação de um Centro de Educação Profissional do Senai ou outro equipamento público de interesse social, além de prever fiscalização permanente do cumprimento das obrigações pela Prefeitura. A proposta revoga a Lei Municipal nº 6.900/2023, estabelecendo novo marco jurídico para o empreendimento.
A presidente da Câmara, Paula Calil, afirmou que convocará os 27 vereadores para uma reunião na segunda-feira antes da votação, prevista para a próxima semana. “Queremos conhecer todos os detalhes do projeto e contribuir para que ele avance da melhor forma possível”, disse.
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