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SIQUEIRA (Elizabeth Madureira)

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Historiadora, professora, escritora (Franca/SP, 16 de agosto de 1947). Filha dos professores João Madureira e Norma Mussi Madureira, fez os primeiros estudos em Franca e ali graduou-se em Licenciatura Plena em História, pela UNESP. Mais tarde tornou-se Mestre em História pela USP-SP e Doutora em Educação pela UFMT -Instituto de Educação. É uma das grandes pesquisadoras que Mato Grosso possui, tendo atuado junto ao Núcleo de Documentação e Informação Histórica Regional da UFMT. Assessorou os trabalhos de microfilmagem da Cúria Metropolitana de Cuiabá e desenvolveu pesquisas junto ao Arquivo Público de Mato Grosso. Foi professora do Departamento de História da UFMT por 27 anos, onde se aposentou. Recebeu vários títulos e comendas, dentre as quais Memória do Legislativo, troféu Mulher Cultura “Maria de Arruda Müller”, ambos no ano de 2000. No ano seguinte recebeu a Comenda Mérito Mato Grosso, outorgado pelo governo estadual. A partir do final de 2003 executou excelente trabalho de catalogação de acervos com os bens doados pela família de Firmo e Dunga Rodrigues. Coordena o projeto de Informatização da Casa Barão de Melgaço com recursos do CNPq e de História Oral: Memória das professoras anônimas, pela UFMT. É curadora da Casa Barão de Melgaço e presidiu o IHGMT, de 1998 a 2002. A partir de 2005 foi nomeada pelo Reitor da UFMT para o honroso cargo de Coordenadora da Editora da UFMT. É autora dos seguintes livros: O Processo Histórico de Mato Grosso (1990); Revivendo Mato Grosso (1996); Subsídios para a História do Rio Cuiabá Abaixo (1997); Luzes e Sombras: Modernidade e Educação Pública em Mato Grosso (2000) e História de Mato Grosso – da Ancestralidade aos dias atuais (2001), foi responsável pelo verbete “Padre Ernesto Camilo Barreto”, no Dicionário de Educadores do Brasil (da colônia aos dias atuais- 2002), “CD-rom Arquivo da Casa Barão de Melgaço”, (2004), CD-rom “Patrimônio Vivo de Firmo e Dunga Rodrigues” (2005) e “Trajetória do Tribunal de Justiça de Mato Grosso – 130 anos” (2005).

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BORDÔ JAPURANÃ

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BORDÔ JAPURANÃ. Denominação de jazida mineral em forma de granito, com granulação média e textura levemente orientada, de coloração vermelho – escuro. Ocorre exploração comercial em grandes lajedos e matas na Fazenda Juventude, a 9 km do vilarejo de Japuranã, no município de Nova Bandeirantes. Sua utilização é para uso em revestimentos internos e externos, sem restrições tecnológicas por sua baixa absorção de água e alta resistência ao desgaste abrasivo. Compõe a unidade geológica Suíte Intrusiva São Pedro.

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