Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Rondonópolis

Polícia Civil mira esquema de adulteração e desmonte de veículos em Rondonópolis

Publicados

em

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (24.4), a Operação Cromia Inversa, com o objetivo de cumprir três mandados de busca e apreensão em endereços residenciais, comerciais e rurais em Rondonópolis possivelmente vinculados a uma rede criminosa voltada ao desmonte, ocultação e adulteração de veículos, cavalos tratores e semirreboques.

A investigação teve início a partir de denúncias que apontavam a existência de locais utilizados para o armazenamento de veículos de carga pesada com sinais de irregularidades.

A partir de apurações em campo e levantamentos de inteligência, as equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis reuniram elementos que indicam a prática dos crimes de receptação e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

Com base nos indícios colhidos, a autoridade policial representou pelas medidas cautelares cabíveis, sendo os mandados expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias.

As ordens judiciais estão sendo cumpridas simultaneamente em três pontos do município de Rondonópolis: um estabelecimento comercial do tipo lava-jato, localizado no bairro Vila Rica, uma propriedade rural às margens da BR-364, e uma residência no bairro João Moraes.

No contexto investigativo, a denominação “Cromia Inversa” faz referência a uma técnica identificada durante as apurações, caracterizada pela alteração proposital de cores, pinturas e padrões visuais dos veículos, com o intuito de dificultar a identificação e dissimular a procedência ilícita dos bens e aindae viabilizar a reinserção irregular dos veículos no mercado.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foi constatado que alguns veículos apresentam indícios de possíveis adulterações, motivo pelo qual foi requisitada perícia técnica especializada, destinada à análise detalhada dos elementos identificadores e à comprovação material das irregularidades.

Segundo o delegado responsável pela investigação, Fabrício Garcia Henriques, a atuação técnica e integrada das equipes visa não apenas confirmar as adulterações, mas também identificar a origem dos veículos e possíveis conexões com outros envolvidos, fortalecendo a responsabilização criminal dos investigados.

“As investigações prosseguem de forma contínua, assim como o compromisso da Polícia Civil com o enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais. Ressalto também a importância da participação da população por meio de denúncias, que têm sido fundamentais para o avanço das apurações”, disse o delegado Fabrício Garcia Henriques.

 

Comentários Facebook
Propaganda

Rondonópolis

Criança com apendicite enfrenta risco após suposta negligência de plano de saúde HapVida

Publicados

em

Uma família denuncia o que considera descaso por parte do plano de saúde Hapvida após uma criança diagnosticada com apendicite inflamada enfrentar dificuldades para receber atendimento adequado em uma unidade de emergência.

Segundo relato dos responsáveis, a criança deu entrada com fortes dores abdominais e, após avaliação médica, foi constatado um quadro de apendicite em estágio avançado — condição que exige intervenção cirúrgica imediata para evitar complicações graves, como infecção generalizada.

Apesar da urgência, a família afirma que o plano de saúde teria orientado a transferência do paciente para a cidade de Campo Grande, localizada a cerca de 400 quilômetros de distância. A justificativa apresentada, conforme os familiares, foi a suposta ausência de vagas nos hospitais da rede credenciada na cidade onde a criança se encontrava.

No entanto, os responsáveis contestam essa alegação. Eles afirmam ter recebido informações de que unidades hospitalares locais possuíam capacidade para atendimento, levantando suspeitas de inconsistência na justificativa apresentada pelo plano.

“Estamos falando de uma emergência. Não faz sentido colocar uma criança em risco com uma transferência tão longa, sendo que há hospitais aqui”, declarou um familiar, sob condição de anonimato.

Especialistas em saúde alertam que casos de apendicite aguda não devem sofrer atrasos no tratamento. A transferência para longas distâncias, especialmente sem estabilidade clínica, pode agravar o quadro do paciente.

A situação levanta questionamentos sobre a gestão de leitos e a transparência das operadoras de saúde. O Código de Defesa do Consumidor e normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinam que, em situações de urgência e emergência, o atendimento deve ser garantido de forma imediata e adequada.

Até o momento, não houve posicionamento oficial do plano de saúde sobre o caso. A família afirma que busca medidas legais para garantir o atendimento da criança o mais rápido possível.

O caso reacende o debate sobre a responsabilidade das operadoras em situações críticas e a necessidade de fiscalização rigorosa para assegurar que pacientes não sejam expostos a riscos evitáveis.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

MATO GROSSO

Política Nacional

AGRO & NEGÓCIOS

ESPORTES

VARIEDADES

CIDADES

Mais Lidas da Semana