POLÍTICA NACIONAL
Câmara cria comissão especial para PLP de Jayme Campos que eleva teto do MEI
Proposta eleva o limite anual de faturamento de R$ 81 mil para R$ 130 mil e autoriza a contratação de até dois empregados
A Câmara dos Deputados deu um novo passo na tramitação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021, de autoria do senador Jayme Campos (União-MT), ao formalizar a criação de uma Comissão Especial para analisar a proposta. O ato, assinado pelo presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) representa a redução de etapas, já que a matéria, antes de ir a plenário, passaria pela análise de quadro comissões temáticas.
Apresentado em julho de 2021 e aprovado pelo Plenário do Senado em agosto do mesmo ano, o projeto altera o Estatuto da Micro e Pequena Empresa para elevar de R$ 81 mil para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida ao microempreendedor individual (MEI). O texto também amplia de um para até dois o número de empregados que poderão ser contratados nessa modalidade.
Na Câmara, o tema voltou a ganhar tração neste ano. Em março, os deputados aprovaram o regime de urgência para o PLP 108/2021. Agora, com a instalação de uma comissão especial, a proposta entra em nova fase de discussão. O colegiado deverá ouvir Governo, especialistas e representantes dos microempreendedores. O deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC) foi escolhido para relatar a matéria.
Autor da proposta, Jayme Campos vem mantendo atuação constante em defesa da atualização do teto do MEI Ele tem cobrado insistentemente a votação do projeto por considerar a medida como instrumento de fortalecimento dos pequenos negócios e estímulo à geração de empregos.
Ao longo da tramitação, Jayme tem sustentado que a mudança corrige a defasagem dos limites de enquadramento e adapta a legislação à realidade dos microempreendedores brasileiros. Com a criação da comissão especial, o projeto ganha novo impulso e volta ao centro do debate sobre apoio aos pequenos negócios e ampliação de oportunidades para quem empreende no país.
POLÍTICA NACIONAL
Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.
Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.
Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.
Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Câmara dos Deputados
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