Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Saúde

Hospital Central realiza mutirão de cirurgias robóticas para tratar câncer de próstata

Publicados

em

O Hospital Central de Alta Complexidade, unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, realiza, entre os dias 25 e 27 de abril, um mutirão de cirurgias robóticas para retirada total da próstata no tratamento de câncer.

Os procedimentos contarão com a participação de urologistas do Hospital Central, além de um profissional do Programa de Robótica do Einstein Hospital Israelita, de São Paulo.

Estão previstos três procedimentos no primeiro dia, dois no segundo e outros quatro no último dia. Todos os pacientes foram encaminhados pela Central de Regulação do Estado e estão sendo mapeados pela equipe de urologia da unidade para reavaliação ambulatorial.

“Essa é uma excelente oportunidade para fazermos aquilo que esperamos que seja rotina no Hospital Central, que é a realização de cirurgias robóticas em maior número. Esses procedimentos possibilitam um ganho substancial na recuperação dos pacientes”, ponderou a diretora da unidade, Alessandra Bokor.

O coordenador do centro cirúrgico do Hospital Central, Iuri Tamasauskas, explicou que as cirurgias de retirada total da próstata são procedimentos complexos e minuciosos, que conferem muita precisão técnica. “O resultado dessa tecnologia é mais segurança para o procedimento e uma qualidade de recuperação melhor ao paciente, minimizando o risco da impotência sexual, por exemplo, uma das maiores preocupações de quem tem câncer de próstata”.

Leia mais:  Novas máquinas de hemodiálise contínua entram em operação no Hospital Central de Mato Grosso

Desde sua inauguração, em janeiro deste ano, o Hospital Central, que atende integralmente pelo SUS, já realizou duas cirurgias robóticas de prostatectomia. Além da urologia, profissionais de outras especialidades médicas estão em treinamento para ampliar a oferta de procedimentos com uso de robô: ginecologia, cirurgia pediátrica e do aparelho digestivo.

A meta é que 30 cirurgias assistidas por robô ocorram mensalmente quando a unidade estiver em funcionamento pleno, nos próximos meses.

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc. Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

Leia mais:  Imunização na vida adulta: 5 situações que podem exigir atenção ao calendário vacinal

 

Propaganda

Saúde

Novas máquinas de hemodiálise contínua entram em operação no Hospital Central de Mato Grosso

Publicados

em

O Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso é a primeira unidade do Sistema Único de Saúde (SUS) do estado com equipamentos de hemodiálise contínua em operação. O uso dessas máquinas visa garantir mais estabilidade aos pacientes com quadros graves que passaram por procedimentos de alta complexidade, como cirurgias cardíacas e neurocirurgias.

Ao todo, a unidade conta com cinco equipamentos – dois na UTI Pediátrica e três na UTI Adulta -, responsáveis por assumir temporariamente o trabalho dos rins quando eles deixam de funcionar adequadamente, ajudando a manter o organismo em equilíbrio. Porém, o que uma máquina convencional faz num período curto, de cerca de 4h, os novos equipamentos do Hospital Central realizam por prazos de até 72 horas, de forma contínua. Esse período mais longo dá mais estabilidade ao organismo do paciente, o que contribui para uma recuperação mais assertiva.

“Quando você retira muito rápido sangue e toxinas do organismo, o estado de saúde do paciente grave pode piorar e, muitas vezes, é preciso interromper o tratamento. Com essa máquina, é possível fazer essa retirada de forma mais lenta e segura. Isso dá tempo para que os antibióticos façam efeito e para que a equipe consiga estabilizar o organismo do paciente, aumentando as chances de ele atravessar esse período crítico com mais segurança”, esclarece o coordenador médico da UTI Adulta, Eduardo Gomes.

Leia mais:  Novas máquinas de hemodiálise contínua entram em operação no Hospital Central de Mato Grosso

O procedimento de hemodiálise pode, por exemplo, causar pressão baixa nos pacientes, dentre outras variáveis que descompensam o organismo. No caso de pacientes em quadro crítico, perfil atendido pelo Hospital Central, alterações dessa natureza, quando acontecem de forma mais abrupta, podem tornar o caso ainda mais grave, ampliando o risco. Já com as máquinas de diálise contínua, a chance de instabilidade diminui.

“O paciente no pós-operatório de uma cirurgia cardíaca, por exemplo, já passou por um procedimento complexo e de alto risco. Quando os rins não conseguem funcionar adequadamente, fazer a diálise de forma convencional pode ser mais difícil, porque ele ainda está em um momento de grande fragilidade. Com esse equipamento, a retirada de líquidos acontece de maneira lenta e contínua, o que traz mais segurança durante o tratamento”, acrescenta Eduardo Gomes.

O equipamento também pode auxiliar na retirada do excesso de gás carbônico do organismo. O recurso é importante para pacientes com problemas pulmonares graves, nos quais os pulmões não conseguem eliminar adequadamente esse gás, que se acumula no sangue e agrava o quadro clínico. Com a nova tecnologia, essa remoção pode ser feita de forma contínua e controlada, ampliando o suporte oferecido aos pacientes em estado crítico.

Leia mais:  Imunização na vida adulta: 5 situações que podem exigir atenção ao calendário vacinal

Para a entrada em funcionamento dos equipamentos, profissionais do Hospital Central passaram por uma qualificação técnica, com a fabricante, e com a equipe do Einstein Hospital Israelita, organização filantrópica responsável pela gestão da unidade pública

“Preparamos os profissionais para utilizar os novos equipamentos e, também, para aplicar protocolos e práticas assistenciais já adotados pelo Einstein. O objetivo foi padronizar o cuidado e garantir aos usuários do SUS de Mato Grosso o mesmo padrão de excelência assistencial que orienta a atuação da organização”, frisa a diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor.

O Hospital Central de Alta Complexidade é uma unidade pública de saúde que atende pacientes do SUS de Mato Grosso, encaminhados pela Central Estadual de Regulação.

Confira neste link um vídeo sobre o funcionamento do equipamento.

Continue lendo

Polícia

MATO GROSSO

Política Nacional

AGRO & NEGÓCIOS

ESPORTES

VARIEDADES

CIDADES

Mais Lidas da Semana