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AGRO & NEGÓCIO

Plataforma e-Campo oferece minicurso gratuito sobre maracujá

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Estão abertas as inscrições para o “Minicurso Fruticultura Tropical – Maracujás: cultivares, sistemas de produção e mercado”, disponível gratuitamente na plataforma e-Campo, a vitrine de capacitações on-line da Embrapa. Acesse: https://www.embrapa.br/e-campo/maracujas-cultivares-sistemas-de-producao-e-mercado.

Ministrado pelo pesquisador da Embrapa Cerrados (DF) Fábio Faleiro, o minicurso é destinado a produtores rurais, extensionistas, professores, gestores públicos e estudantes. Em três módulos (Cultivares, Sistemas de Produção e Perguntas e Respostas), são abordados os aspectos fundamentais para o cultivo comercial do maracujá: cultivares, sistemas de produção e mercado.

Em “Cultivares”, primeiro módulo, são apresentadas a diversidade de espécies de maracujá e espécies cultivadas comercialmente; os usos comerciais de cada espécie; bem como cultivares de maracujazeiro azedo, de porta-enxerto para controle da fusariose, de maracujazeiro ornamental, de maracujazeiro doce e de maracujazeiro silvestre.

No módulo “Sistemas de Produção”, o participante tem acesso a conteúdos sobre o uso de sementes e mudas certificadas; tecnologia do “mudão”; correção da acidez e fertilidade do solo; sistema de condução e podas; Manejo Integrado de Pragas (MIP); controle de plantas invasoras; polinização manual; cultivo protegido (em estufas) e semiprotegido; plantios adensados e consorciados; mercado para frutos de alto valor agregado; e estratégias para a agregação de valor.

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Já no módulo “Perguntas e respostas” são reproduzidas as perguntas e respostas apresentadas no Ciclo de Palestras da Capacitação em Fruticultura Tropical “Maracujás: cultivares, sistemas de produção e mercado”, realizado entre 2021 e 2022 pela Embrapa Cerrados e parceiros. 

Além das aulas, foram disponibilizados vídeos e publicações para download gratuito. “Ao acessar as aulas e os materiais complementares, os participantes do minicurso terão uma ideia geral do cultivo do maracujá com o uso de tecnologia no sistema de produção”, diz Faleiro, acrescentando que o minicurso do maracujá é o primeiro de uma série de minicursos sobre a fruticultura tropical a serem ofertados na plataforma e-Campo. O próximo minicurso a ser ofertado será sobre a pitaya.

Os minicursos serão ofertados de forma permanente e têm caráter autoinstrucional e assíncrono, podendo ser realizados em qualquer data e horário. Ao realizar o minicurso, com carga horária total de 6 horas, o participante vai receber, gratuitamente, um certificado de conclusão assinado pela Embrapa.

Acesse os demais cursos e capacitações ofertados na plataforma e-Campo aqui.

Fonte: Embrapa

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AGRO & NEGÓCIO

Exportações do agro atingem R$ 29,6 bilhões o primeiro quadrimestre

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As exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançaram R$ 29,6 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, consolidando o estado como o terceiro maior exportador do setor no País, com uma fatia de 10,6% de toda a receita cambial da agropecuária nacional.

Entre janeiro e abril, as fazendas e agroindústrias mineiras embarcaram 4,8 milhões de toneladas de produtos. De acordo com o balanço oficial da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o resultado reafirma a robustez do campo mineiro e a ampla inserção global do estado, que conseguiu acessar mais de 160 países com uma cesta diversificada de 500 produtos diferentes.

O grande destaque positivo do período ficou com o segmento de carnes, que despontou como o principal vetor de crescimento ao faturar R$ 2,94 bilhões com o envio de 160 mil toneladas ao exterior. O avanço de 8,2% na receita das proteínas foi impulsionado pela valorização da carne bovina no mercado internacional. A expansão das carnes e o desempenho favorável de setores como sementes, algodão, papel, frutas e bebidas comprovam que o estado avança na diversificação de sua pauta, criando defesas contra as oscilações de preços das commodities tradicionais.

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A escala exportadora confere ao estado a liderança isolada em mercados de nicho e produtos de alto valor agregado. O agronegócio mineiro responde atualmente por 71% de todas as exportações brasileiras de café, além de deter 30,5% das vendas externas de produtos apícolas, 20,4% de lácteos, 12,8% de rações para animais e 11,9% de produtos hortícolas, leguminosas e tubérculos. Essa capilaridade garante receita estável ao produtor e mantém o interior do estado dinâmico economicamente.

No mapeamento dos destinos internacionais, a União Europeia manteve a posição de principal parceiro comercial das frentes agrícolas mineiras, absorvendo R$ 8,67 bilhões, o equivalente a 29,6% da pauta total do quadrimestre. Embora o café represente a quase totalidade das compras do bloco, os produtos florestais registraram um salto de 42,8% e os embarques de carnes mais do que dobraram para o mercado europeu.

Já os países do Mercosul movimentaram R$ 418,2 milhões, registrando uma expansão de 10,1% no volume físico importado. A Argentina liderou as compras intrabloco com 63,2% de participação, absorvendo uma cesta diversificada de produtos de consumo como chocolates, lácteos e alimentos processados.

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O balanço do quadrimestre absorveu as acomodações de preços e volumes nas cadeias de maior peso, que registraram faturamentos expressivos apesar das bases comparativas elevadas do ano anterior. O café gerou uma receita de R$ 16,32 bilhões com o embarque de 7,4 milhões de sacas, enquanto o complexo soja garantiu a vice-liderança da pauta com R$ 5,81 bilhões injetados na economia mineira a partir do comércio de 2,71 milhões de toneladas. O complexo sucroalcooleiro complementou a receita externa do estado com R$ 1,37 bilhão faturados no período, consolidando o agronegócio como o principal motor produtivo do estado no comércio global.

Fonte: Pensar Agro

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