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BRASIL E MUNDO

CBF anuncia ampliação de contrato com técnico Carlo Ancelotti

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Por Agência Brasil

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou nesta quinta-feira (14) a renovação do contrato do técnico Carlo Ancelotti. Desta forma o italiano permanecerá no comando da seleção brasileira até a Copa do Mundo de 2030.

“Há um ano cheguei ao Brasil. Desde o primeiro minuto, entendi o que o futebol significa para este país. Há um ano, estamos trabalhando para levar a seleção brasileira de volta ao topo do mundo. Mas a CBF e eu queremos mais. Mais vitórias, mais tempo, mais trabalho. Estamos muito felizes em anunciar que continuaremos juntos por mais quatro anos. Vamos juntos até a Copa do Mundo de 2030. Quero agradecer à CBF pela confiança. Obrigado, Brasil, pela calorosa recepção e por todo o carinho”, declarou o treinador, que conduzirá o Brasil no Mundial de 2026, que será disputado no Canadá, no México e nos Estados Unidos entre 11 de junho e 19 de julho.

Ancelotti foi anunciado como técnico da seleção brasileira em maio de 2025. Em um ano de trabalho, o italiano dirigiu o Brasil em dez partidas, somando cinco vitórias, dois empates e três derrotas.

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Convocação final

A próxima tarefa de Carlo Ancelotti será anunciar a relação de 26 atletas que representarão o Brasil no Mundial. A convocação, que terá como palco o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, será realizada na próxima segunda-feira (18), a partir das 17h.

Seleção brasileira

O Brasil está no Grupo C do Mundial de 2026. A estreia será contra Marrocos, no dia 13 de junho no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h. Na segunda rodada, a seleção brasileira encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 21h30. Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, às 19h.

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BRASIL E MUNDO

Trump e Xi Jinping encerram cúpula em Pequim com alerta sobre Taiwan

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O presidente chinês, Xi Jinping e o presidente Donald Trump

Os presidentes da China e dos Estados Unidos concluíram nesta quinta-feira (14) a principal rodada de conversas da cúpula bilateral realizada em Pequim, dentro da visita oficial de três dias de Donald Trump ao país asiático. O encontro terminou com um sinal de aproximação entre as duas potências, mas também com um alerta claro do presidente chinês, Xi Jinping, sobre os riscos envolvendo a questão de Taiwan.

A reunião ocorreu no Palácio do Povo, em Pequim, ao lado da Praça Tiananmen, em um cenário preparado com as cores das bandeiras chinesa e americana. Segundo jornalistas que acompanham a visita, os dois líderes permaneceram reunidos por cerca de duas horas e 15 minutos, após uma cerimônia de recepção militar.

Na abertura do encontro, Trump reforçou o tom cordial ao afirmar que era uma honra estar ao lado de Xi Jinping e também chamá-lo de amigo. O presidente americano, que costuma valorizar a relação pessoal entre chefes de Estado, demonstrou otimismo com o futuro das relações bilaterais e chegou a dizer que os laços entre China e Estados Unidos poderão alcançar o melhor momento da história.

Durante a conversa, os dois presidentes trataram de temas centrais da agenda internacional, como Taiwan, economia, guerra na Ucrânia, conflito no Oriente Médio e a situação da península coreana. Apesar do discurso diplomático, a fala mais contundente veio de Xi Jinping ao abordar a situação envolvendo a ilha de Taiwan.

De acordo com a imprensa estatal chinesa, Xi afirmou que a questão taiwanesa é a mais sensível na relação entre Pequim e Washington. Segundo ele, se o tema for conduzido de forma adequada, a estabilidade entre os dois países poderá ser preservada. Caso contrário, o cenário pode evoluir para choque ou até conflito. O termo usado pelo líder chinês em mandarim, segundo análises divulgadas pela imprensa internacional, não aponta necessariamente para uma guerra militar, mas indica a possibilidade de um confronto político e diplomático de grandes proporções.

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A resposta de Taiwan veio logo em seguida. Em comunicado oficial, o governo da ilha afirmou que a China representa o principal risco à paz na região. O Ministério das Relações Exteriores taiwanês citou como exemplos o aumento da pressão militar chinesa no entorno da ilha e a adoção de táticas de zona cinzenta, caracterizadas por ações coercitivas que não configuram guerra declarada. O governo taiwanês também informou que os Estados Unidos reiteraram durante o encontro o apoio claro e firme à ilha democrática.

A disputa em torno de Taiwan é um dos pontos mais delicados da política internacional contemporânea. A China considera a ilha parte de seu território desde o fim da guerra civil chinesa, em 1949, e defende a reunificação, de preferência por meios pacíficos, embora sem descartar o uso da força. Os Estados Unidos, por sua vez, não mantêm relações diplomáticas oficiais com Taipé desde 1979, quando reconheceram a República Popular da China como o governo legítimo chinês. Mesmo assim, Washington mantém relações estreitas com Taiwan em áreas como comércio, segurança e intercâmbio cultural.

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Essa relação é sustentada pelo Taiwan Relations Act, legislação americana que autoriza cooperação com a ilha mesmo sem reconhecimento diplomático formal. Os Estados Unidos seguem como os principais fornecedores de armas para Taiwan, posição que gera constantes críticas de Pequim, que vê nessa política uma afronta à soberania chinesa.

Nos últimos anos, o cenário se tornou ainda mais sensível. Desde 2016, com a chegada de Tsai Ing-wen ao governo taiwanês e, mais recentemente, com a posse de Lai Ching-te em 2024, a China intensificou as manobras militares ao redor da ilha, aumentando a tensão no Estreito de Taiwan.

Após a rodada inicial de conversas, Donald Trump cumpriu outro compromisso oficial em Pequim e visitou o Templo do Céu, um dos locais históricos mais emblemáticos da capital chinesa e reconhecido como patrimônio mundial da humanidade. Analistas apontam que a escolha do local teve forte simbolismo, já que, durante as antigas dinastias, os imperadores chineses se dirigiam ao templo para rituais ligados à colheita e à afirmação de sua legitimidade no poder.

A agenda diplomática continua nesta sexta-feira (15), quando Xi Jinping voltará a se reunir com Donald Trump em um encontro que incluirá chá e almoço oficial. A expectativa é de que os dois líderes avancem nas discussões sobre os principais temas da relação bilateral e tentem reduzir tensões em áreas consideradas estratégicas para o equilíbrio internacional.

*Com Agências

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