livre pensar
Mudança de comportamento
Da Assessoria
Danilo Rondinelli
O setor supermercadista no Brasil registrou faturamento de R$ 355,7 bilhões em 2018, representando um crescimento nominal de 0,7% se compararmos com 2017, de acordo com a Pesquisa Ranking ABRAS/SuperHiper. O resultado registrado ano passado representa 5,2% do Produto Interno Bruto (PIB).
Outro dado apresentado pela pesquisa e que chama a atenção é que o setor encerrou o ano passado com 89,6 mil lojas em todo o país. Esse crescimento é resultado de muito trabalho dos agentes que fazem esse meio se solidificar e vencer as crises, seja no supermercado, atacado ou varejo.
Porém o crescimento desordenado pode gerar grandes problemas nos negócios, independentemente do tamanho, seja nas grandes redes ou no pequeno empresário.
Hoje em dia, cada investimento feito no setor deve ser pensado e analisado sob todos os prismas, para que o retorno seja seguro e duradouro. Neste sentido, denota-se que os empresários estão cada vez mais atentos às mudanças nos hábitos e comportamento de consumo de seus clientes.
É no ponto de venda onde a experiência de uma marca pode ser definida. É ali onde tudo se conversa: piso, paredes, iluminação, produto, comunicação visual, cheiro, equipe de vendas, todos esses elementos precisam ser compreendidos por quem está envolvido na construção de um espaço comercial. Se estes elementos estiverem em consonância com a identidade da marca, o elo da cadeia se fortalece
Quando essa conexão ocorre, estes projetos se tornam uma referência na cidade, muitas vezes, até num ponto turístico. Em contrapartida temos a indústria e o varejo, que se se faz compreender ao seu consumidor, agora mais qualificado e “encantado”. A beleza de um ponto de venda em conseguir imprimir seu DNA, proporcionando uma boa experiência de compra, é o que chamamos de Retail Design.
O Retail Design, ou Design de Varejo, é uma ferramenta fundamental para transferir a essência e valores das marcas ao seu público. Seja na hora de projetar espaços comerciais criativos, ou ressignificar uma loja existente, alinhados claramente com os objetivos das marcas, levando em consideração a organização do espaço, tanto interno ou externo, o objetivo final é de estimular o aumento da venda de produtos, bens ou serviços ao seu consumidor.
Neste processo, para o resultado final não ser comprometido, é necessário envolvermos muita comunicação entre os profissionais participantes, desta forma garantimos que a mensagem conceitual não seja distorcida. Com o tempo, móveis, equipamentos e formas se tornam obsoletos e o nosso público, mais informado. Muito importante os espaços serem renovados de tempos em tempos de maneira a atualizar-se.
Estas mudanças estéticas e conceituais em lojas físicas são mais notáveis em marcas de moda. Estas grifes conseguem apresentar suas coleções de produtos alinhadas com suas propostas de lojas. Esta tendência vem se aplicando em outros setores do varejo, mas em escalas diferentes, como supermercados, restaurantes, farmácias, entre outros. Empresas que cada vez mais se apresentam projetos mais elaborados e fundamentados nos conceitos de suas marcas.
As redes ganham padrão visual e novas técnicas operacionais, esforços importantes para quem está buscando encantar clientes. A busca pela experiência de compra está se expandindo em todos os segmentos, não importa o formato de loja ou ramo de atuação. Se possui um serviço a oferecer, é fundamental surpreender.
No Brasil, o Retail Design cresce proporcionalmente a sua importância, uma técnica que traz diferenciação, personalidade e valor ao negócio. Quem ganha com isso é o elo da cadeia: trabalhos diferenciados são apresentados pelos profissionais do ramo, a identidade da indústria e varejo são destacadas, e assim a boa experiência de compra se faz ao consumidor final.
* Danilo Rondinelli é publicitário com MBA em Gestão de Marketing pela FGV, atualmente é sócio da Total Varejo – Arquitetura e Gestão
artigos
Série Governantes: Faça a sua parte
Por Francisney Liberato
“Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país.” John F. Kennedy
Uma das características mais marcantes do brasileiro é a sua criatividade. Ele consegue desenvolver e pôr em prática várias habilidades como: ideias, pensamentos, empreendedorismo, visando o seu bem-estar e o seu conforto, como também o de sua família.
Segundo o site “Terra”, em 30/09/2019, é apresentada uma pesquisa a qual conclui: “A pesquisa Amway Global Entrepreneurship Report (AGER) revela que 56% dos brasileiros desejam ser donos do seu próprio negócio. Destes, 74% são jovens entre 18 e 35 anos. O índice do Brasil é maior que a média global, que está em 47%”.
Vejam que no Brasil os jovens desejam criar e empreender, eles querem ter o seu próprio negócio. Isso é muito positivo para nossa nação. Infelizmente, uma coisa é desejar e querer ser um empresário, outra, bem diferente, é efetivar esse desejo.
Não podemos permitir que o conceito autocrático, isto é, esperar que as ideias, iniciativas e as respostas sejam exclusivamente do chefe, do líder, do diretor escolar, do pai e da mãe, do governante, do presidente, uma vez que, se agirmos dessa maneira, veremos falecer a nossa liberdade de criar.
É fundamental para todos que tenham uma mentalidade aberta e moderna que as pessoas criem e empreendam mais, pois é por intermédio disso que é gerada riqueza para o nosso país.
Você deve olhar para dentro de si e se perguntar: Qual é a sua vocação para melhorar a sua vida, a vida da sua família, dos seus entes queridos e do país onde reside? Essa reflexão é de extrema importância.
A responsabilidade é única e exclusivamente sua. Aqui existe um conceito fundamental que devemos ter como prisma em nossas vidas, que é chamado de Autorresponsabilidade. Em síntese, é necessário trazer para si a responsabilidade, e não a de colocar sobre o encargo do outro, como: os seus pais, seus familiares, seus empregadores e seus governantes. Em outras palavras, o sucesso ou fracasso da sua vida está em sua alçada.
Se pensarmos a vida dessa forma, saiba que teremos uma nação moderna e próspera, com índices de desenvolvimento econômico e humano semelhantes aos de países do primeiro mundo.
Entretanto, muitos indivíduos têm dificuldades de entender o seu propósito para esta vida. Muitos estudantes que estão cursando uma faculdade já pensam em desistir, por entender que não é bem isso o que sonham para sua vida. Enquanto existem muitos indivíduos desejando crescer evoluir, por outro lado, têm, infelizmente, os que esperam “a comida, o emprego, o dinheiro caírem do céu”.
John Fitzgerald Kenedy ou JFK foi um político norte-americano que governou os Estados Unidos (1961-1963), o seu nome está registrado como o 35° presidente daquela nação. Ele é considerado uma das grandes personalidades do século XX.
Kennedy se tornou o segundo presidente mais jovem do seu país, depois de Theodore Roosevelt. Infelizmente, não conseguiu terminar o seu mandato, uma vez que foi assassinado em 1963.
O presidente John Kennedy proferiu uma célebre frase que ainda tem uma enorme relevância para os nossos dias: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”.
Podemos parafrasear essa afirmação do ex-presidente americano para o nosso contexto: o que nós brasileiros podemos fazer pelo Brasil? O que estamos fazendo para melhorar o nosso país? Qual tem sido a minha e sua contrapartida para desenvolver e aperfeiçoar esta nação? Como podemos abandonar determinadas atitudes paternalistas e viver de forma mais racional, visando o bem comum? O Estado pertence a todos nós. Devemos fazer a nossa parte, e não exigir que Estado seja o responsável e provedor por tudo.
Nosso país é formado pela diversidade cultural, étnica e social de milhares de brasileiros, que nem sempre concordam com as decisões dos nossos governantes, mas todos fazemos parte da nação, e devemos caminhar em um mesmo sentido. A nossa Constituição de 1988 dispõe que todo poder se origina do povo. O poder está nas mãos de cada ser habitante deste país. Nós podemos e devemos fazer o melhor pelo Estado, independentemente de questões políticas e partidárias.
Não diga o que o país deve fazer por você, use a sua criatividade, empreendedorismo, e faça o seu melhor na medida de suas condições, e de acordo com as suas circunstâncias. Seja presente e deixe o seu legado para esta nação. A responsabilidade pelo sucesso ou fracasso do Brasil está em nossas mãos. Está disposto a tomar uma iniciativa para contribuir com a República Federativa do Brasil?
Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Chefe de gabinete de Conselheiro do TCE-MT, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador, Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.
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