livre pensar
Compartilhamento de veículos ajuda o trânsito e o bolso
Da Assessoria
Jeniffer Elaina
As grandes cidades costumam enfrentar problemas com congestionamento e demora no tempo de deslocamento. Além desses problemas, existe outro relacionado ao custo em manter um carro e o compartilhamento de veículos parece uma alternativa para esses problemas.
O excesso de carro nas ruas não é um preocupação recente, tanto que em alguns casos já existe um sistema de rodízio em grandes cidades.
Entretanto, apenas proibir os veículos de circularem não parece ser a melhor solução e o compartilhamento de veículos pode ajudar a resolver os congestionamentos e também fazer com que as pessoas gastem menos.
Os benefícios do compartilhamento de veículos
O compartilhamento de veículos vem ganhando espaço por diversos motivos, entre eles o diferentes benefícios que oferecem.
· Possibilidade de se locomover gastando menos porque não é preciso ter custos fixo com a manutenção do carro, como um seguro auto e a manutenção do veículo. Além disso, o valor pago por veículos compartilhados ou caronas pode ser bastante atrativo.
· Ajuda a diminuir o trânsito, pois retira alguns veículos da rua ao incentivar o compartilhamento.
· Reduz os impactos ambientais, uma vez que se tem menos carros circulando e emitindo poluentes. Ao invés de ter três carros com uma pessoa cada é possível ter apenas um veículo com três ocupantes.
· Permite economizar tempo no trânsito. Se fosse pegar um ônibus a pessoa teria que enfrentar diversas paradas, o que toma tempo. Com a carona compartilhada ou compartilhamento de veículos não existem tantas paradas e se chega mais rápido ao destino.
· Aproxima as pessoas quando se trata da carona, pois as pessoas ocuparão o mesmo veículo e poderão se conhecer um pouco mais.
· Contribui com a mobilidade urbana, já que as pessoas começam a repensar sua forma de se locomover, diminuem a quantidade de veículos na rua e aproveitam melhor os meios de locomoção.
Como é possível compartilhar?
O compartilhamento de veículos tem se tornado cada vez mais viável devido à tecnologia e aplicativos voltados para essa finalidade.
É possível alugar veículos pagando por hora e quilometragem percorrida, sem que precise ficar com ele o dia todo. Em algumas situações é possível fazer a retirada em um ponto e devolver em outro, ideal para quem deseja, por exemplo, ir da casa para o trabalho
Nessa modalidade de compartilhamento de veículo entre diferentes usuários, existem aplicativos como o moObie e o Beepbeep, e esse último utiliza veículos elétricos em sua frota.
As caronas compartilhadas também estão em alta e permitem que usuários que ofereçam caronas estipulem o trajeto e valor do percurso. Elas podem ser encontradas por pessoas que possuem interesse em fazer o mesmo caminho e concordam com o valor cobrado.
O Waze Carpool, Zumpy e a Blablacar são algumas dessas possibilidades e permitem a oferta de carona não apenas dentro da mesma cidade, mas em viagens estaduais e interestaduais.
O compartilhamento de veículos é uma possibilidade e tem opções para diferentes necessidades, mas em todos os casos permite que as pessoas economizem e ajudem a melhorar a mobilidade urbana.
artigos
Série Governantes: Faça a sua parte
Por Francisney Liberato
“Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país.” John F. Kennedy
Uma das características mais marcantes do brasileiro é a sua criatividade. Ele consegue desenvolver e pôr em prática várias habilidades como: ideias, pensamentos, empreendedorismo, visando o seu bem-estar e o seu conforto, como também o de sua família.
Segundo o site “Terra”, em 30/09/2019, é apresentada uma pesquisa a qual conclui: “A pesquisa Amway Global Entrepreneurship Report (AGER) revela que 56% dos brasileiros desejam ser donos do seu próprio negócio. Destes, 74% são jovens entre 18 e 35 anos. O índice do Brasil é maior que a média global, que está em 47%”.
Vejam que no Brasil os jovens desejam criar e empreender, eles querem ter o seu próprio negócio. Isso é muito positivo para nossa nação. Infelizmente, uma coisa é desejar e querer ser um empresário, outra, bem diferente, é efetivar esse desejo.
Não podemos permitir que o conceito autocrático, isto é, esperar que as ideias, iniciativas e as respostas sejam exclusivamente do chefe, do líder, do diretor escolar, do pai e da mãe, do governante, do presidente, uma vez que, se agirmos dessa maneira, veremos falecer a nossa liberdade de criar.
É fundamental para todos que tenham uma mentalidade aberta e moderna que as pessoas criem e empreendam mais, pois é por intermédio disso que é gerada riqueza para o nosso país.
Você deve olhar para dentro de si e se perguntar: Qual é a sua vocação para melhorar a sua vida, a vida da sua família, dos seus entes queridos e do país onde reside? Essa reflexão é de extrema importância.
A responsabilidade é única e exclusivamente sua. Aqui existe um conceito fundamental que devemos ter como prisma em nossas vidas, que é chamado de Autorresponsabilidade. Em síntese, é necessário trazer para si a responsabilidade, e não a de colocar sobre o encargo do outro, como: os seus pais, seus familiares, seus empregadores e seus governantes. Em outras palavras, o sucesso ou fracasso da sua vida está em sua alçada.
Se pensarmos a vida dessa forma, saiba que teremos uma nação moderna e próspera, com índices de desenvolvimento econômico e humano semelhantes aos de países do primeiro mundo.
Entretanto, muitos indivíduos têm dificuldades de entender o seu propósito para esta vida. Muitos estudantes que estão cursando uma faculdade já pensam em desistir, por entender que não é bem isso o que sonham para sua vida. Enquanto existem muitos indivíduos desejando crescer evoluir, por outro lado, têm, infelizmente, os que esperam “a comida, o emprego, o dinheiro caírem do céu”.
John Fitzgerald Kenedy ou JFK foi um político norte-americano que governou os Estados Unidos (1961-1963), o seu nome está registrado como o 35° presidente daquela nação. Ele é considerado uma das grandes personalidades do século XX.
Kennedy se tornou o segundo presidente mais jovem do seu país, depois de Theodore Roosevelt. Infelizmente, não conseguiu terminar o seu mandato, uma vez que foi assassinado em 1963.
O presidente John Kennedy proferiu uma célebre frase que ainda tem uma enorme relevância para os nossos dias: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”.
Podemos parafrasear essa afirmação do ex-presidente americano para o nosso contexto: o que nós brasileiros podemos fazer pelo Brasil? O que estamos fazendo para melhorar o nosso país? Qual tem sido a minha e sua contrapartida para desenvolver e aperfeiçoar esta nação? Como podemos abandonar determinadas atitudes paternalistas e viver de forma mais racional, visando o bem comum? O Estado pertence a todos nós. Devemos fazer a nossa parte, e não exigir que Estado seja o responsável e provedor por tudo.
Nosso país é formado pela diversidade cultural, étnica e social de milhares de brasileiros, que nem sempre concordam com as decisões dos nossos governantes, mas todos fazemos parte da nação, e devemos caminhar em um mesmo sentido. A nossa Constituição de 1988 dispõe que todo poder se origina do povo. O poder está nas mãos de cada ser habitante deste país. Nós podemos e devemos fazer o melhor pelo Estado, independentemente de questões políticas e partidárias.
Não diga o que o país deve fazer por você, use a sua criatividade, empreendedorismo, e faça o seu melhor na medida de suas condições, e de acordo com as suas circunstâncias. Seja presente e deixe o seu legado para esta nação. A responsabilidade pelo sucesso ou fracasso do Brasil está em nossas mãos. Está disposto a tomar uma iniciativa para contribuir com a República Federativa do Brasil?
Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Chefe de gabinete de Conselheiro do TCE-MT, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador, Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.
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