Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

BRASIL E MUNDO

Teia de Infiltração: Operação Desmascara Elos do PCC na Polícia e no Ministério Público de SP

Publicados

em

Uma investigação profunda conduzida pelas forças de segurança paulistas revelou um cenário alarmante de contaminação institucional. Uma operação deflagrada nesta terça-feira (9) mira uma rede de informantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) instalada estrategicamente dentro de órgãos vitais do Estado: a Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo (MPSP).

Entre os principais alvos estão um chefe de investigação e um ex-estagiário do MP, ambos suspeitos de atuar como “braços operacionais” da facção dentro do sistema de justiça. Segundo as apurações, o esquema consistia no vazamento de dados sigilosos e no monitoramento de investigações em curso, permitindo que a cúpula do crime organizado se antecipasse a ações policiais e protegesse seus líderes.

Monitoramento e Vazamentos

O inquérito aponta que os infiltrados utilizavam suas credenciais para acessar sistemas restritos. O ex-estagiário do MPSP, especificamente, teria facilitado o acesso a processos sensíveis, enquanto o policial civil é investigado por obstruir diligências que poderiam prejudicar os interesses da facção.

Essa ofensiva é um desdobramento de investigações anteriores, como a Operação Contaminatio, que já havia exposto a tentativa do PCC de capturar contratos públicos em prefeituras paulistas para lavagem de dinheiro. Agora, o foco se desloca para o “núcleo de inteligência” do crime, que busca neutralizar a repressão estatal por meio da corrupção de agentes públicos.

Leia mais:  Parada do Orgulho LGBT+ leva cores e vibração à Avenida Paulista

Resposta das Instituições

Em nota, o Ministério Público e a Secretaria de Segurança Pública afirmaram que não toleram desvios de conduta e que as prisões demonstram a eficácia dos mecanismos de controle interno. Os envolvidos devem responder por crimes de organização criminosa, corrupção passiva e violação de sigilo funcional.

A operação segue em andamento, com mandados de busca e apreensão sendo cumpridos em diversas localidades, visando identificar outros possíveis elos dessa rede que ameaça a integridade das instituições paulistas.

 

Propaganda

BRASIL E MUNDO

Dino veta xingamentos em redes sociais, mas libera bordão “Nunca Será” em disputa política no AM

Publicados

em

Ministro do STF, Flávio Dino

Por Agência Brasil

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu neste domingo (7) manter parcialmente uma decisão da Justiça Eleitoral do Amazonas que suspendeu postagens ofensivas de um vereador de Manaus contra um adversário político.

O caso chegou ao Supremo por meio de recurso protocolado pelo vereador Alexandre da Silva Salazar (PL), conhecido como Sargento Salazar, contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Em abril, o tribunal determinou a retirada de postagens de propaganda negativa contra o pré-candidato ao governo estadual David Almeida (Avante) e o pagamento de multa de R$ 200 mil em caso de descumprimento.

Em uma das postagens, o vereador disse que Almeida “nunca será governador”. Em outros vídeos, foram utilizadas palavras de baixo calão.

Ao analisar o recurso, Dino manteve parcialmente a decisão do TRE-AM que determinou a retirada das postagens de baixo calão, mas decidiu manter a utilização da expressão “nunca será”. Para o ministro, a proibição do uso da expressão deve ser considerada censura.

“Dependendo do texto e do contexto, o bordão ‘Nunca Será’ pode ser utilizado, desde que observadas as regras jurídicas e éticas que devem reger os embates políticos”, afirmou.

Leia mais:  Dino veta xingamentos em redes sociais, mas libera bordão "Nunca Será" em disputa política no AM

Agressão na política

O ministro disse que a proliferação de xingamentos e agressões morais nas redes sociais compromete o regime democrático.

“A colonização do discurso político por bizarrices e grosserias não é apenas uma questão de educação cívica ou familiar, é também uma aguda questão constitucional relacionada com as condições de funcionamento razoável do regime democrático”, avaliou.

Dino também ressaltou que a atuação parlamentar deve ser pautada pelo decoro e pelo princípio constitucional da moralidade.

“Verifico que o reclamante utiliza-se, seguidamente, de xingamentos, palavras ofensivas, agressões morais, que não se acham sob o manto do livre debate público. Este admite críticas, discordâncias, confrontos ríspidos, mas sem que se ultrapasse as fronteiras demarcadas pelo Direito Penal, pelo princípio da moralidade e pelo decoro no exercício da função parlamentar”, completou o ministro.

Continue lendo

Polícia

MATO GROSSO

Política Nacional

AGRO & NEGÓCIOS

ESPORTES

VARIEDADES

CIDADES

Mais Lidas da Semana