POLÍCIA
PRF apreende meia tonelada de skunk em fundo falso de caminhão
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na tarde do último sábado (09), aproximadamente 540 kg de skunk durante fiscalização a um caminhão no km 208 da BR-364, em Rondonópolis (MT).
A equipe abordou um caminhão Mercedes-Benz, de cor amarela, que seguia pela rodovia no sentido Rondonópolis. Durante os procedimentos de fiscalização, os policiais realizaram a verificação do veículo e utilizaram o cão de faro, que indicou a possível presença de entorpecente na parte frontal do compartimento de carga.
Após a indicação, a equipe aprofundou a inspeção e identificou um compartimento oculto preparado na carroceria, conhecido como fundo falso. Com a desmontagem da estrutura, foram localizadas diversas caixas contendo substância análoga à skunk, totalizando aproximadamente 540 kg.
O motorista informou que havia carregado o veículo em Rondônia e que seguiria para o estado de São Paulo, onde faria entregas em cidades distintas.
Diante da localização da droga, o condutor foi preso e foi encaminhado à Polícia Judiciária Civil em Rondonópolis, junto com o veículo e o entorpecente apreendido.
A ocorrência, em tese, envolve os crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, previstos na Lei nº 11.343/2006.
A PRF reforça que a fiscalização nas rodovias federais é permanente e estratégica no enfrentamento ao tráfico de drogas, especialmente em rotas utilizadas para o transporte interestadual de entorpecentes.
POLÍCIA
Polícia Civil bloqueia R$ 7,2 bilhões e amplia asfixia financeira contra facções em Mato Grosso
A Polícia Civil de Mato Grosso fechou os quatro primeiros meses de 2026 com um aumento expressivo na produtividade das delegacias especializadas e gerências da Diretoria de Atividades Especiais. O resultado demonstra o avanço do trabalho investigativo contra as facções criminosas no Estado e na adoção das medidas cautelares, refletido nas operações, nas apreensões de veículos e nas prisões de criminosos.
Somente entre janeiro e abril deste ano, 812 pessoas foram presas durante as investigações e o volume de dinheiro bloqueado pela Justiça foi de R$ 7,2 bilhões. A título de comparação, no ano passado, no mesmo período, foram bloqueados cerca de R$ 8,4 milhões. Um crescimento significativo e que contribui diretamente para a asfixia financeira das facções criminosas.
De acordo com o diretor de Atividades Especiais, delegado Cláudio Alvares Sant’Ana, os resultados também refletem o aprimoramento das estratégias de inteligência policial, a integração entre as unidades e o emprego qualificado de recursos tecnológicos nas investigações.
“As ações resultaram na asfixia financeira das facções e dos grupos criminosos que agem em Mato Grosso. Essa atuação coordenada tem permitido maior celeridade na elucidação de crimes e no cumprimento de mandados. Ao longo do ano, as operações continuarão com foco na repressão qualificada às facções”, destacou o diretor.
Entre janeiro e abril deste ano, as unidades da Diretoria de Atividades Especiais deflagraram 64 operações, cumpriram mais de 2,4 mil ordens de serviço, instauraram 614 inquéritos e concluíram 876 procedimentos policiais. O aumento na produtividade foi de 16% nas operações e prisões realizadas em 2026, com relação ao mesmo período do ano passado (janeiro a abril).
Em destaque está o crescimento no número de apreensão de veículos adquiridos com recursos de origem ilícita: neste ano foram 64 veículos, comparado ao mesmo período do ano passado em que foram apreendidos 16 veículos.
As apreensões de dinheiro em espécie também cresceram em 2026, passando de quase R$ 747 mil em 2025 para, aproximadamente, R$ 993 mil no mesmo período deste ano.
Já nas ações de combate aos crimes ambientais foram apreendidos 1,1 tonelada de pescado irregular, 40 metros cúbicos de madeira ilegal, sete máquinas (pá carregadeira e retroescavadeira), três caminhões, além da inutilização de cinco balsas usadas para garimpo ilegal.
Desempenho
Neste período, os policiais civis da DAE intensificaram as investigações visando desarticular grupos criminosos, combater o tráfico de drogas, coibir crimes informáticos, fazendários e ambientais, enfrentar a corrupção na administração pública e localizar indivíduos foragidos da Justiça.
O trabalho policial técnico permitiu a reunião de provas robustas que foram fundamentais para subsidiar as medidas cautelares decretadas pelo Judiciário.
Integração
Integram a diretoria as Gerências de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Estadual de Polinter e Capturas (Gepol); além das Delegacias Especializadas de Combate à Corrupção (Deccor), de Repressão ao Crime Organizado (Draco), Crimes Fazendários e Recuperação de Ativos (Defaz), Meio Ambiente (DEMA), Repressão a Narcóticos e Repressão a Crimes Informáticos.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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