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POLÍCIA FEDERAL

PF prende paraguaio com 33 pistolas e dezenas de carregadores em Porto Feliz/SP

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Rio de Janeiro/RJ. No domingo (31/5), a Polícia Federal prendeu um paraguaio transportando 33 pistolas e dezenas de carregadores (15 para fuzil e 28 para pistolas) na Rodovia Castelo Branco (SP-280), altura do município de Porto Feliz/SP. A ação contou com o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo – PMESP.

A investigação, desenvolvida no contexto da Força-Tarefa Missão Redentor II, apurou que as armas eram oriundas do Paraguai e tinham como destino comunidades do Rio dominadas por facções criminosas.

A ação está alinhada às diretrizes estabelecidas no âmbito da ADPF 635 (STF), com foco na desarticulação logística e financeira de organizações criminosas. As operações priorizam o bloqueio de rotas estratégicas utilizadas para o tráfico de drogas e armas, inclusive quando destinadas ao abastecimento de áreas sob influência criminosa.

O preso, o armamento apreendido e demais elementos de prova foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal em Sorocaba/SP para lavratura do auto de prisão em flagrante pelo crime de tráfico internacional de armas de fogo.

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Após os procedimentos de polícia judiciária, o preso será encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF, MTE e MPT atuam contra trabalho análoga à escravidão na Paraíba

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João Pessoa/PB. A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e com o Ministério Público do Trabalho (MPT), entre 20 a 29/5, identificou 63 pessoas submetidas a trabalho análoga à escravidão em área de extração mineral na Paraíba.

Durante a ação, verificou-se que nenhum dos trabalhadores possuía registro formal de emprego, encontrando-se à margem da proteção assegurada pela legislação trabalhista e previdenciária.

As equipes constataram a inexistência de condições mínimas de higiene, de saúde e de segurança no local. Foi identificado, ainda, o alojamento de trabalhadores em estruturas precárias, incluindo barraco de lona utilizado por dois trabalhadores. Não havia fornecimento adequado de água potável, instalações sanitárias, local apropriado para alimentação ou áreas de descanso.

Além das irregularidades nas condições de alojamento e de higiene ocupacional, foram identificadas situações de risco à integridade física e à vida dos trabalhadores. Diante das violações constatadas, foi determinada a paralisação imediata das atividades e dos setores que apresentavam risco de ocorrência de acidentes fatais.

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O trabalho em condições análogas às de escravidão pode ser caracterizado, entre outros elementos, pela submissão de trabalhadores a condições degradantes, jornadas exaustivas, servidão por dívida ou restrição de locomoção, conforme previsto na legislação brasileira.

Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba
WhatsApp: (83) 3565 8690

E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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