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POLÍTICA MT

Fávaro cobra explicações de ministro e diz que Senado deve estar pronto para abrir impeachment

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O senador Carlos Fávaro cobrou explicações públicas do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), diante dos fatos revelados pela Polícia Federal nesta terça (1º). Segundo Fávaro, o magistrado deve prestar os devidos esclarecimentos à sociedade brasileira, com a garantia de seu amplo direito de defesa.

“Diante dos fatos revelados pela Polícia Federal, o ministro Alexandre de Moraes tem a obrigação de vir a público e explicar, com clareza, tudo o que aconteceu. Ele tem direito à defesa, mas a sociedade também tem direito à verdade”, afirmou o senador.

Fávaro defendeu que, caso não apresente os esclarecimentos necessários, Moraes deve renunciar ao cargo de ministro do STF. Para o senador, a falta de uma resposta pública diante da gravidade das informações exige uma decisão firme e compatível com a responsabilidade institucional da função.

“Se não houver explicação e também não houver renúncia, o Senado Federal precisa estar pronto para cumprir o seu papel e abrir imediatamente o processo de impeachment. Ninguém pode estar acima das instituições, e a sociedade brasileira merece transparência, responsabilidade e respeito”, concluiu Fávaro.

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POLÍTICA MT

Margareth Buzetti cobra posicionamento de adversários sobre caso Banco Master e Alexandre de Moraes

Candidata relembra que assinou pedido de impeachment do ministro e diz que novas revelações sobre caso Banco Master exigem investigação e posicionamento

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A candidata ao Senado Margareth Buzetti cobrou dos adversários em Mato Grosso um posicionamento sobre as novas revelações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o caso Banco Master.

Margareth lembrou que, em agosto de 2025, assinou o pedido de impeachment do ministro. À época, justificou por meio das redes sociais: “Paciência tem limite. Ninguém está acima da lei, nem mesmo um ministro do Supremo Tribunal Federal”.

Agora, diante das informações reveladas pela imprensa sobre um contrato milionário entre o Banco Master e o escritório da esposa de Moraes, Margareth voltou a defender apuração rigorosa.

“Se não houve irregularidade, que isso seja demonstrado. Mas a lei precisa valer para todos. Cargo, poder ou sobrenome não podem colocar ninguém acima da lei.”

E foi além, cobrou diretamente os demais candidatos ao Senado por Mato Grosso.

“Eu já deixei clara a minha posição e assinei o pedido de impeachment quando muita gente preferiu ficar em silêncio. Agora quero saber: e os outros candidatos ao Senado de Mato Grosso? Vão se posicionar ou vão continuar em silêncio? Quem quer uma cadeira no Senado precisa ter coragem para dizer ao eleitor o que pensa sobre um assunto dessa gravidade.”

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Margareth reforçou que a cobrança também parte de sua atuação no Congresso, onde trabalhou pela aprovação de leis que ampliaram penas e endureceram a responsabilização por crimes.

“É difícil trabalhar para criar leis como as que eu criei, aumentando o rigor e a punição para quem comete crimes, e depois assistir a situações como essa sem cobrar respostas. A lei não pode ser severa para uns e flexível para outros. Se queremos um país sério, ela precisa valer para todos. Sem exceção.”

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