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Duas pessoas morrem e outra fica gravemente ferida em colisão na BR-364

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Duas pessoas morreram e uma terceira ficou gravemente ferida em um acidente envolvendo uma caminhonete GM S10 e um caminhão Mercedes-Benz 1620, registrado por volta das 11h15 desta terça-feira (9), na BR-364, em Jangada, a aproximadamente 75 quilômetros de Cuiabá. A ocorrência provocou a interdição da pista.

De acordo com a Nova Rota do Oeste, as equipes de resgate confirmaram a morte de dois ocupantes da caminhonete, que era branca. A identidade das vítimas ainda não foi divulgada e deverá ser confirmada posteriormente pelas autoridades.

Uma terceira pessoa que também estava na S10 foi socorrida em estado grave. Inicialmente, ela foi encaminhada ao Pronto Atendimento de Jangada e, depois, transferida para o Hospital Municipal de Cuiabá.

O caminhão envolvido no acidente é vermelho e tem placas de Jales, no interior de São Paulo. O motorista não se feriu e assinou um termo recusando encaminhamento médico.

As informações preliminares indicam que o caminhão teria rodado na pista. Em seguida, a caminhonete acabou batendo de frente contra o veículo de carga.

A dinâmica da colisão ainda será investigada pelas autoridades. Durante o atendimento da ocorrência, o tráfego precisou ser interrompido para permitir o trabalho das equipes de resgate e a realização dos procedimentos necessários no local.

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Prefeito busca apoio emergencial para combater incêndio que já causou prejuízo de quase R$ 50 milhões

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O prefeito de Jangada, Rogério de Oliveira Meira (PSD), participou nesta quinta-feira de uma reunião promovida pela Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM) para discutir os efeitos das queimadas e das mudanças climáticas no interior de Mato Grosso. Durante o encontro, o gestor solicitou apoio emergencial para o combate ao incêndio de grandes proporções que atingiu a zona rural do município.

Na reunião, Rogério Meira conversou com o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT), e com representantes da Defesa Civil Estadual. Segundo o prefeito, o fogo provocou perdas estimadas em quase R$ 50 milhões, atingindo lavouras, áreas de pecuária e equipamentos utilizados na produção rural.

“Estamos com um prejuízo muito grande, que vai chegar a quase R$ 50 milhões. Queimaram soja, plantação de cana e muitas áreas também da pecuária. Morreu gado também. Estamos fazendo vários relatórios, incluindo cavalos, entre outros animais. Também tivemos aspersores queimados”, relatou.

O incêndio avançou por áreas próximas à BR-364, deixando um rastro de destruição, consumindo propriedades rurais e ameaçando residências e moradores da região. Apesar de os focos mais intensos terem sido controlados, as equipes de emergência continuam mobilizadas para conter as chamas, monitorar a área e evitar o surgimento de novos incêndios.

De acordo com o prefeito, o município recebeu reforço no combate por meio de uma força-tarefa coordenada pelo Corpo de Bombeiros. Atualmente, três aeronaves atuam na região, além de mais de 22 bombeiros e cinco agentes da Defesa Civil.

“Hoje o município de Jangada está bem assistido. Conseguimos articular mais um avião e estamos com três aeronaves dentro do município, além de mais de 22 bombeiros e cinco integrantes da Defesa Civil. Quero agradecer ao ministro, que está em Mato Grosso para ajudar a resolver essa situação, e também à Defesa Civil, que está acompanhando tudo de perto. Estamos trabalhando incansavelmente”, afirmou.

O secretário adjunto da Defesa Civil do Estado, coronel BM Marcelo Augusto Reveles Carvalho, destacou que as queimadas estão entre os principais desastres enfrentados em Mato Grosso. Segundo ele, embora tenha havido redução no número de focos, os incêndios continuam causando prejuízos à população, aos animais e ao meio ambiente.

“As queimadas são o maior desastre que temos aqui em Mato Grosso. Por isso, são acompanhadas de perto pelo Corpo de Bombeiros e pela Defesa Civil. O Estado tem conseguido, na medida do possível, reduzir os focos de incêndio. No entanto, as ocorrências continuam avançando e provocando muitos prejuízos às pessoas, aos animais, à fauna e à flora”, explicou.

O coronel também ressaltou a importância do apoio aéreo para acelerar o controle das chamas. Segundo ele, existe uma atuação integrada entre o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil. Quando é identificada a necessidade de aeronaves para o combate aos incêndios florestais, os equipamentos são deslocados imediatamente para as áreas afetadas.

“Existe um trabalho coordenado entre o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil. Sempre que há necessidade de apoio aéreo no combate aos incêndios florestais, o Corpo de Bombeiros nos aciona e enviamos aeronaves imediatamente para qualquer região do Estado. Esse trabalho tem produzido resultados e permitido o controle e a mitigação rápida dos incêndios”, afirmou.

Nas operações realizadas em Jangada, as aeronaves já lançaram mais de 54 mil litros de água sobre as áreas atingidas pelo fogo.

O secretário reforçou ainda que a estruturação das Defesas Civis municipais é essencial para garantir uma resposta mais rápida às emergências. Segundo ele, a atuação conjunta entre municípios e Estado facilita o levantamento dos prejuízos e a destinação de recursos para as cidades afetadas.

“O sistema de Defesa Civil é formado por três elos muito importantes, e o município é fundamental, porque é nele que os problemas acontecem. Se a Defesa Civil municipal estiver bem estruturada, será possível reunir um histórico das dificuldades enfrentadas e, a partir disso, o Estado poderá direcionar recursos para ajudar a minimizar esses impactos”, explicou.

Reveles destacou, por fim, que a Defesa Civil Estadual trabalha em parceria com a AMM para incentivar os prefeitos a nomearem coordenadores municipais e fortalecerem as estruturas locais de prevenção e resposta a desastres.

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