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Mato-grossense Leonardo Storck estreia com vitória no J300 de Repentigny, no Canadá

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O jovem mato-grossense, Leonardo Storck, de 17 anos, estreou com vitória no torneio J300 de Repentigny, no Canadá. Representante da Rio Tennis Academy, do Rio de Janeiro, e atual número 22 do mundo, o brasileiro superou o canadense Antoine Clavel por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/0, neste domingo.

A competição é disputada em quadras de piso duro e distribui pontos importantes para o ranking mundial da categoria. O torneio também faz parte da preparação dos atletas para o US Open juvenil, que começa na próxima semana.

Nas oitavas de final, Storck terá pela frente o espanhol Valentin Galino, cabeça de chave número 14 e atual 54º colocado do ranking. O confronto está marcado para terça-feira.

Antes disso, o brasileiro volta à quadra nesta segunda-feira para a disputa da chave de duplas. Ao lado de Pedro Chabalgoity, Storck enfrenta os canadenses Andy Kepche e Quincy Yao, a partir das 11h, no horário de Brasília.

A Rio Tennis Academy mantém parcerias com ENGIE, Kallas, FILA, Wilson, LIQUIDZ e Granado.

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Cuiabá mantém veto a patrocínios de bets e busca aproximação com o agronegócio

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Presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, e o time do Cuiabá Esporte Clube

O presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, reafirmou que o clube não pretende firmar contratos de patrocínio com casas de apostas esportivas. Em entrevista ao ge, o dirigente classificou o setor como “criminoso” e afirmou que as empresas exploram as pessoas, provocam suicídios e contribuem para a destruição de famílias.

“Eu nunca concordei com esse segmento. Eu acho esse segmento criminoso”, declarou Dresch. Segundo o presidente, a decisão do Cuiabá também foi influenciada por patrocinadores antigos, que teriam exigido que o clube não estabelecesse acordos comerciais com empresas de apostas.

Na contramão da maioria dos clubes brasileiros, que passaram a estampar marcas de bets em seus uniformes, o Cuiabá optou por buscar parceiros em outros setores da economia. De acordo com Dresch, a equipe vem estreitando a relação com o agronegócio e passou a divulgar o etanol, um dos principais produtos de Mato Grosso.

O dirigente afirmou ainda que os atuais contratos de patrocínio do clube possuem valores relevantes e ajudam a sustentar o orçamento. Além dos patrocinadores, o Cuiabá conta com receitas de televisão e da negociação de jogadores.

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A expectativa de Dresch é que o clube encerre o ano com aproximadamente R$ 30 milhões em caixa obtidos com a venda de atletas. Para ele, esse conjunto de receitas permite que o Cuiabá mantenha as contas equilibradas mesmo sem um patrocinador do ramo de apostas.

O presidente, no entanto, reconheceu que o clube ainda enfrenta dificuldades financeiras relacionadas ao período em que disputou a Série A do Campeonato Brasileiro. Ele citou o caso do técnico Petit como uma dessas pendências e mencionou que o Cuiabá ainda paga parcelamentos referentes a jogadores contratados ou negociados durante a passagem pela elite nacional.

A posição de Cristiano Dresch foi divulgada em meio à discussão sobre a forte presença das casas de apostas no futebol brasileiro. O Cuiabá mantém o espaço principal de sua camisa sem uma marca do segmento e tenta compensar a ausência desse tipo de receita com acordos comerciais ligados à economia de Mato Grosso.

 

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