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POLÍTICA MT

Comissão de Fiscalização reforça controle das contas públicas

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No primeiro semestre de 2026, a Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) analisou 67 proposições, realizou 11 reuniões e promoveu quatro audiências públicas.

A CFAEO exerce papel estratégico no processo legislativo, especialmente na análise de proposições relacionadas às finanças públicas, arrecadação, despesas, dívida pública, contratos e instrumentos de planejamento do estado.

Entre as 67 proposições encaminhadas à comissão no primeiro semestre estão 39 projetos de lei; 11 emendas a projetos de lei; nove substitutivos integrais; seis projetos de lei complementares; e dois projetos de resolução.

Além da análise das proposições, a comissão realizou 11 reuniões, sendo uma de instalação e posse dos membros, uma ordinária e nove extraordinárias, para apreciação de matérias, análise de pareceres, deliberação sobre proposições e acompanhamento de demandas relacionadas à execução orçamentária e financeira de Mato Grosso.

A atuação da comissão também foi marcada pela realização de quatro audiências públicas, destinadas à apresentação das metas fiscais pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e das metas físicas e do Relatório Anual de Gestão (RAG) referente ao segundo exercício do Plano Plurianual (PPA) 2024/2027 pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag).

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As audiências públicas integram os mecanismos de transparência da ALMT e permitem que informações sobre receitas, despesas, metas e resultados sejam apresentadas e debatidas com a sociedade.

Audiência pública para apresentação das metas físicas referentes ao 2º semestre de 2025, realizada em maio.

Audiência pública para apresentação das metas físicas referentes ao 2º semestre de 2025, realizada em maio.

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O relatório registra ainda a aprovação de quatro Leis Ordinárias, uma Lei Complementar e duas Resoluções. Entre as normas de destaque, está a Lei nº 13.346/2026, que autoriza o Poder Executivo a conceder financiamento à Associação dos Camelôs do Shopping Popular.

Outro resultado relevante foi a Lei nº 13.467/2026, que alterou a legislação do Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal de Mato Grosso (FEEF/MT) e prorrogou a vigência em caráter transitório. Conforme destacado no relatório, a medida contribui para assegurar a continuidade da destinação de recursos à saúde pública até o início da vigência da Reforma Tributária Nacional.

A comissão também concentrou esforços para melhorias à área social. O relatório destaca a derrubada do Veto Total nº 32/2026, aposto ao projeto que concede isenção da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN) à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) em Mato Grosso (Lei nº 13.491/2026).

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Além da análise de proposições, a CFAEO acompanhou as contas públicas, os instrumentos de planejamento e a execução orçamentária de Mato Grosso. “Tivemos mais um semestre bastante produtivo. Para o segundo semestre, temos as audiências públicas das peças orçamentárias, tanto da LDO quanto da LOA, e também das Metas Físicas e Metas Fiscais, conforme cronograma de audiência pública da Assembleia”, disse o consultor do Núcleo Econômico, Ricardo Araújo de Andrade.

Para o calendário do segundo semestre, já estão previstas as seguintes atividades:

24/09 – Audiência pública de apresentação das Metas Fiscais – Sefaz, referente ao 2º quadrimestre de 2026, às 14h.

15/10 – Audiência pública de apresentação das Metas Físicas – Seplag, referente ao 1º semestre de 2026, às 9h e às 14h.

12/11 – Lei Orçamentária Anual, às 14h.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA MT

“Minha trajetória me preparou para representar MT”, afirma Carlos Dorilêo Jr.

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A experiência nos quartéis, a atuação nos tribunais, a passagem pela sala de aula e o trabalho cristão formam a trajetória de Carlos Dorilêo Jr., candidato a deputado federal pelo Partido NOVO, número 3090. Estreante na disputa por uma vaga na Câmara Federal, ele se apresenta como uma alternativa à nova política.

Carlos serviu durante oito anos como militar. Depois de deixar a farda, seguiu para a advocacia, profissão que exerce há 16 anos. Ao longo desse período, passou a defender policiais militares, bombeiros, pensionistas e familiares em questões envolvendo salários, promoções, direitos funcionais e ocorrências relacionadas ao exercício da profissão.

“Minha história com a segurança pública não começou agora. Foram oito anos de vida militar e uma trajetória na advocacia dedicada à defesa de policiais, bombeiros e suas famílias. Conheço essa realidade e quero transformar essa experiência em trabalho no Congresso Nacional”, afirma.

A atuação jurídica também colocou Carlos diante de famílias que precisavam recorrer à Justiça para ter acesso a direitos básicos. Entre as situações que marcaram sua carreira estão a conquista de um medicamento de alto custo e a mobilização que ajudou a viabilizar, em São Paulo, a cirurgia cardíaca de uma criança.

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Essas experiências, segundo o candidato, ampliaram sua compreensão sobre o impacto das decisões públicas na vida da população e ajudaram a consolidar sua decisão de ingressar na política.

Uma trajetória guiada por princípios

Carlos Dorilêo Jr. também foi professor universitário durante cinco anos. Formado em Teologia desde 2014, é pastor e tem na fé cristã e na família os pilares de sua formação. Casado com Michele, pai de oito filhos, define-se como amigo e servo, valores que pretende levar para a atividade parlamentar.

“Minha trajetória me preparou para este desafio. Quero fazer política com caráter, honestidade e responsabilidade. Não estou entrando para me vender nem para me corromper. Chega de corrupção e chega da velha política”, declara.

Na disputa por uma vaga na Câmara Federal, Carlos defende como prioridades a segurança pública, a valorização de policiais e bombeiros, a proteção das mulheres, a defesa da vida, da família e da liberdade religiosa. Também assume o compromisso de fiscalizar o uso do dinheiro público, combater privilégios e trabalhar pela redução de impostos, pela liberdade econômica e por menos burocracia.

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“Quero representar o cidadão que trabalha, sustenta sua família, paga impostos e espera respeito e responsabilidade do poder público. Com Deus, faremos proezas”, conclui Carlos Dorilêo Jr.

Carlos Dorilêo Jr. — Deputado Federal 3090
Partido NOVO

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