POLÍTICA NACIONAL
Em reunião no Parlasul, Nelsinho Trad defende acordo Mercosul-União Europeia
O presidente da Comissão de Relações Exteriores (CRE), senador Nelsinho Trad (PSD-MS), afirmou que o acordo Mercosul-União Europeia representa uma oportunidade de importantes negócios para os países envolvidos. Nelsinho participou, nesta segunda-feira (27), de uma reunião do Parlamento do Mercosul (Parlasul), em Montevidéu, no Uruguai.
Em seu discurso, Nelsinho lembrou que a parceria entrará em vigor no próximo dia 1º de maio e elogiou a atuação dos parlamentos em favor do compromisso entre os dois blocos. Segundo o senador, são 26 anos de espera pelo acordo, que alcança 700 milhões de pessoas, em um mercado que representa US$ 22 trilhões. Ele também disse que os setores industriais e da agropecuária devem ser especialmente beneficiados.
Conforme o parlamentar, cerca de 5 mil produtos terão imposto zerado a partir de 1º de maio. Quando o acordo estiver plenamente implementado, a projeção é de aumento de 13% nas exportações brasileiras e de 26% nas exportações industriais.
— Vão-se abrir janelas de oportunidade para todos os países inseridos no acordo. Com certeza, com a redução e até isenção de tarifas, nós teremos um poder de compra e uma facilidade para poder exportar — afirmou Nelsinho, que é vice-presidente da representação brasileira no Parlasul.
Ele lembrou que o Brasil criou salvaguardas para organizar a resposta a produtos que possam sofrer com a competição europeia e para mitigar eventuais prejuízos aos produtores nacionais. O senador também destacou a criação de um grupo de trabalho dentro da CRE, que reúne técnicos, senadores e representantes do governo, para acompanhar a implementação do acordo.
— Deixo a sugestão para que os países do Mercosul também possam proceder dessa forma. Criar um grupo de trabalho em cada parlamento, a fim de que a gente possa estender a mão para o produtor do Brasil, da Argentina, do Paraguai e do Uruguai e mitigar as eventuais distorções — declarou.
Papa Francisco
Durante a reunião do Parlasul, houve um momento de homenagem ao papa Francisco, que morreu em 21 de abril de 2025, aos 88 anos. O senador Nelsinho Trad afirmou que o papa foi “um homem que pregou e praticou a ética e a paz”. Nelsinho lembrou que Francisco nasceu em 1936, em Buenos Aires, e foi o primeiro latino-americano a chefiar a igreja católica.
O senador ainda destacou a voz firme do papa em defesa dos mais fracos e excluídos, sempre em busca da paz e do diálogo. Segundo Nelsinho, a trajetória do papa Francisco mostrou ao mundo um caminho de humanidade e de esperança.
— O papa Francisco foi uma figura que marcou significativamente o nosso tempo. Com sua humildade e sua simplicidade, ele nos ensinou que a verdadeira grandeza está no serviço aos outros — afirmou Nelsinho.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Marcos Rogério cobra melhorias na infraestrutura em Rondônia
Em pronunciamento nesta terça-feira (28), o senador Marcos Rogério (PL-RO) disse que Rondônia precisa de uma “revolução” na infraestrutura, como forma de promover a riqueza e o desenvolvimento de todos os setores produtivos do estado.
Segundo o parlamentar, Rondônia tem 6 mil quilômetros de rodovias estaduais, dos quais apenas 1,5 mil são pavimentados, o que prejudica o escoamento da produção agrícola e gera custos adicionais para quem trabalha e produz.
— Às vezes o governante tem a falsa ideia de que, para aumentar a arrecadação do estado, a receita é aumentar impostos. Essa é a receita equivocada, a receita do atraso. A receita liberal, a receita de quem quer aumentar a arrecadação, preservando e aumentando a geração de emprego, é justamente investir naquilo que vai gerar desenvolvimento econômico. E não existe um setor que impulsione mais o desenvolvimento econômico (especialmente em estados com vocação para o agronegócio, como é o caso do estado de Rondônia) do que a infraestrutura — afirmou.
Marcos Rogério ressaltou que o estado também sofre com a falta de capacidade de armazenamento, o que acaba gerando prejuízo a todos os setores produtivos.
— Quem produz lá na ponta quer tirar o produto dele com segurança. Temos um problema de infraestrutura que compromete boa parte do valor do nosso produto, que é o fato de não termos um sistema de armazenamento. Temos hoje uma cultura da produção, e o armazém é a carroceria do caminhão. Você pega o milho, a soja, o café. Terminou de ser produzido, ele é jogado na carroceria do caminhão para ganhar a estrada, chegar ao porto e ganhar o mundo. Não temos um sistema de armazenamento à altura da demanda do Brasil. Então, perdemos financeiramente muito com isso.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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