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Coronavírus, saúde e câncer

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Da Assessoria

Juacy da Silva

Juacy da Silva

Hoje, 07 de Abril de 2020 é o DIA MUNDIAL DA SAÚDE, quando é comemorado o 72º. Aniversário da OMS – Organização Mundial da Saúde, Agência especializada da ONU, criada nesta data no ano de 1948. A OMS e suas agências regionais, como a OPAS – Organização Panamericana de Saúde e outras mais, tem desempenhado um papel fundamental na defesa da saúde da população mundial, como está fazendo no momento, um esforço incansável no combate `a Pandemia do CORONAVIRUS.

 

Na verdade, o DIA MUNDIAL DA SAÚDE foi instituído no segundo aniversário de fundação da OMS, em 07 de Abril de 1950, portanto hoje a OMS está completando 70 anos de um trabalho profícuo, para honrar a criação desta data que tem por objetivos despertar e conscientizar a população de todos os países quanto `a importância da saúde para todas as pessoas, sem nenhuma distinção.

 

Neste sentido, é importante destacar a abrangência do conceito de saúde para a OMS,  ao estabelecer que “Saúde é um estado de completo bem estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença”. A cada ano para comemorar o DIA MUNDIAL DA SAÚDE  é escolhido um tema, em torno do qual pesquisadores, estudiosos, cientistas, gestores de saúde e o público em geral voltam suas atenções e oferecem contribuições de como podemos avançar rumo `a plenitude da saúde, como condição necessária e fundamental para que ocorra o desenvolvimento em sua acepção mais completa.

 

Em 2015, a ONU ao estabelecer os OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTÁVEL, a chamada AGENDA 2030, com 17 objetivos e mais de 169 metas, que deveriam ser cumpridas por todos os países até 2030, visando um desenvolvimento que respeite de forma efetiva tanto a sustentabilidade, a  ECOLOGIA INTEGRAL, como afirma constantemente o Papa Francisco quanto a equidade e a justiça social, a cooperação e  a paz entre as nações.

O objetivo do desenvolvimento sustentável de número três estabelece “assegurar uma vida saudável e promover o bem estar para todos e todas, em todas as idades e em todos os lugares”. Para que isto seja possível é fundamental garantir saneamento básico, alimentação, cuidados médicos/hospitalares e educação para todos, habitação e trabalho dígno com salário justo

Este ano, em pleno período de um verdadeiro pânico devido ao surgimento e expansão, ainda não controlada do CORONAVIRUS, o tema escolhido (bem antes de surgir esta pandemia) foi a importância do trabalho da enfermagem (APOIE A ENFERMAGEM), insistindo sobre a necessidade de investimentos, trabalho e formação de liderança nesta área tão importante para a saúde pública e privada, sem a qual todo o trabalho médico perde o sentido, pois a saúde é feita por equipes interdisciplinares, onde cada área professional é importante.

 

Está sendo lançado hoje, 07 de abril de 2020, pela OMS,  o primeiro Relatório Mundial sobre a situação da Enfermagem, com preciosos dados e informações, uma espécie de Raio X desta área, com o objetivos a serem atingidos e poder avançar mais ainda nesta área.

 

Alguém pode estar perguntando, porque ao destacar o DIA MUNDIAL DA SAÚDE, no título do artigo consta as questões do CORONAVIRUS e do CÂNCER? O sentido desta trilogia é destacar que a saúde, como conceituada pela OMS e também, no caso do Brasil, como consta da Constituição Federal de 1988, estabelece que “A saúde é direito de todos (todas as pessoas) e DEVER DO ESTADO, (vale dizer, da União, Estados Federados e Municípios), garantido mediante políticas (públicas) sociais e econômicas que visem a redução do risco de doença e de outros agentes e ao acesso universal e igualitário `as ações e serviços para a sua promoção, proteção e recuperação”.

 

Esses mesmos princípios constam dos dispositivos legais que deram origem ao SUS – Sistema Único de Saúde, sucateado pelos nossos governantes, subfinanciado, contribuindo para que exista no Brasil dois sistemas de saúde, o SUS para a imensa maioria dos pobres e excluídos e um outro Sistema privado, dos planos de saúde ou atendimento médico-hospitalar totalmente mercantilizado, alguns de primeira linha, só para classes média e alta, incluindo também os serviços públicos especiais nas altas esferas do poder, pagos pelos contribuintes, mas que só atendem aos marajás da República e os donos do poder, enquistados nos altos cargos e posições dos Três Poderes e também nas cúpulas estaduais.

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Voltando `a questão do CORONAVIRUS e sua relação com os sistemas de saúde, principalmente os sistemas públicos, há poucos dias, pouco mais de uma semana, a OMS divulgou um documento de orientação a todos os sistemas nacionais de saúde, estabelecendo diretrizes e normas para que, mesmo durante esta pandemia, os sistemas de saúde continuem a oferecer serviços `as pessoas que estejam em tratamento de doenças crônicas, como câncer, doenças respiratórias, diabetes, hipertensão arterial, doenças transmissíveis ou crônicas não transmissíveis, bem como emergências decorrentes de outros fatores/causas.

 

Neste documento a OMS alerta para o fato de que durante a epidemia do EBOLA, tendo em vista, como agora acontece com o CORONAVIRUS, pacientes que sofrem de outras doenças foram, como estão sendo negligenciados quando necessitavam ou necessitam de atendimento. Tal negligenciamento provocou um aumento mortes por outras doenças como diabetes, malárias, pneumonia, doenças cardiovasculares, doenças pulmonares obstrutivas graves e crônica,  pessoas acidentadas, partos ou diversas emergências que acontecem, independente do país ou o mundo estar vivendo uma pandemia ou em “normalidade”.

Independente do CORONAVIRUS, as pessoas, ao redor do mundo e no Brasil, continuam nascendo, ficando doentes, necessitando atendimento e morrendo. Por ano no Mundo morrem mais de 63 milhões de pessoas, ou seja, 172,319 mortes por dia, convenhamos mais do que o dobro, quase o triplo  (2,3 vezes) de todas as mortes que o CORONAVIRUS provocou deste o seu surgimento no mundo todo, que no dia de ontem eram 74.833 mortes e 1,348.628 casos de pessoas infectadas.

 

O mesmo cenário, em alguns países de uma forma mais grave e em outras mais branda, pode ser notado. No Brasil, por exemplo, desde o surgimento do primeiro caso de coronavirus no início de março último até o dia de ontem (06/04/2020) estavam registrados pelo Ministério da Saúde 12.056 casos e 553 mortes.

 

Só a título de comparação, desde 2005 até 2018 e a tendência é a permanência da mesma média anual, todos os anos morrem no Brasil mais de um milhão de pessoas, passando de 1,01 milhão em 2005 para 1,29 milhão em 2019, o que corresponde a uma média de 3.556 mortes por dia, pelas mais variadas causas, com destaque para as doenças cardiovasculares (28%); diversos tipos de câncer, doenças crônicas obstrutivas do aparelho respiratório; doenças respiratórias das vias inferiores, diabetes, demências, acidentes de trânsito, assassinatos e outras mais.

 

Percebe-se que mesmo antes do surgimento do CORONAVIRUS, o mundo todo e o Brasil apresentavam um Quadro definido de mortalidade, com diferentes índices tanto em relação aos vários tipos de doenças/agravos quanto também em relação aos padrões de desenvolvimento dos países e aos níveis socioeconômicos da população.

 

De forma enigmática, parece que todas essas mortes, milhões de mortes, jamais causa estupefação, pânico, ansiedade, medo ou angustia na população nem este pandemônio em que vivem nossas autoridades, como o clima aterrador como vem sendo tratada a questão desta pandemia, que, sem dúvida é grave, da mesma forma que também diversas doenças que no momento estão sendo negligenciadas também são graves tanto em termos do número de casos quanto de mortes causadas.

 

Parece que de uma hora para a outra o centro do mundo, o eixo da terra em torno dos quais tudo passa a girar e a ter sentido é esta epidemia, diferente das demais, não pelo desconhecimento de suas origens e falta de vacinas ou tratamento. Se antes também as epidemias anteriores causavam milhões de mortes pelos mesmos fatos, considerando o atual estágio de conhecimento propiciado pela medicina, a indústria farmacêutica e de equipamentos hospitalares e ao avanço da ciência e da tecnologia ocorrido nas últimas décadas, com certeza a chamada “Guerra” contra o CORONAVIRUS tem uma grande probabilidade de ser vencida com um número muito menor de  “baixas”/mortes.

 

O desafios maior não é vencer o coronavirus, mas sim, reorganizar os sistemas de saúde, principalmente os sistemas públicos, dota-los de recursos financeiros, materiais e humanos para continuar enfrentando as demais causas de morte que todos os anos levam a óbito milhões de pessoas, muito mais, muitíssimo mais do que o coronavirus.

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E o CÂNCER, onde entra nesta discussão? Pode estar se perguntando o caro leitor, a prezado leitora. Vamos lá. Amanhã,  DIA 08 DE ABRIL É O DIA MUNDIAL DE COMBATE AO CÂNCER, a segunda maior causa de óbito no planeta e na maioria dos países, principalmente os desenvolvidos e emergentes, onde também o Brasil está situado. Em tempo, amanhã também é o 301 aniversário de Cuiabá.

 

De acordo com dados recentes da GLOBOCAN, no mundo em 2018 foram diagnosticados 18,1 milhões de novos casos de câncer, de todos os tipos. A mortalidade devido ao câncer foi de 9,6 milhões de pessoas, com destaque para o câncer de pulmão cujos novos casos atingiram 2,1 milhões de pessoas (11,6% do total), levando `a morte 1,77 milhão de pessoas (18,4% de todas as mortes por câncer).

 

Nos EUA, a presença do câncer, da mesma forma que em diversos países europeus, onde a estrutura demográfica é bem diferente do Brasil e de outros países do terceiro mundo, o número de novos casos de câncer em 2018 foi de 1,8 milhões e as mortes devido ao câncer atingiram 606,8 mil pessoas, algo absurdamente maior do que tanto os casos quanto as mortes provocadas pelo CORONAVIRUS até o momento naquele país que está sendo o novo epicentro desta pandemia.

 

No Brasil em 2018 foram diagnosticados 600.000 de novos casos e registrados 243,8 mil mortes pelo câncer. Aqui cabe um parêntesis, existe uma ênfase na busca de diagnóstico precoce do câncer, pois quando mais precoce o diagnóstico, maiores são  as chances de tratamento e cura.

 

Todavia, no Brasil quanto em diversos países emergentes e subdesenvolvidos existe uma subnotificação dos novos casos de câncer devido `a falta de tomógrafos, mamógrafos e até mesmo acesso aos profissionais de oncologia, inexistentes ou em número reduzindo no Sistema de saúde pública. Costuma-se dizer que pobre só descobre câncer quando já está avançado ou mesmo que seja diagnosticado o sucateamento do SUS e as filas para o tratamento, que muitas vezes é simplesmente interrompido, representa uma condenação `a morte. Milhares dessas mortes, principalmente entre a população pobre e excluída seriam evitáveis, caso o Sistema de saúde pública (SUS) garantisse a todas as pessoas o que recomenda a OMS, em seu conceito de saúde e ao que determina a nossa Constituição que neste e em tantos outros direitos coletivos e individuais não passa de letra morta.

 

No Brasil existem 1,3 milhões de pessoas que convivem, tão ou mais angustiados do que as que temem o CORONAVIRUS, pois são sobreviventes ou pacientes com câncer. Só para ilustrar a relação entre saúde, coronavirus e câncer. Em nosso país surgem 1.641 novos casos e morrem 667 pessoas com câncer; isto significa que nos últimos cinco anos surgiram 3 milhões de novos casos e nada menos do que 1,219 milhão de pessoas morreram devido a esta terrível doença.

 

Enfim, hoje é o DIA MUNDIAL DA SAÚDE e amanhã será O DIA MUNDIAL DE COMBATE AO CÂNCER, a segunda causa de morte no mundo e no Brasil. Talvez seja o momento da gente, aproveitar o isolamento social em que estamos vivendo neste momento , também grave na saúde universal e refletirmos sobre quais os reais desafios que temos que enfrentar para que os sistemas de saúde, principalmente públicos, e no caso brasileiro, o SUS e o que nos espera, em termos de saúde pública no “day after”, ou seja, quando esta pandemia terminar e este pânico não estiver mais anestesiando a capacidade de refletir, pensar criticamente e agirmos como cidadãos, uma luta para garantirmos o DIREITO `A SAÚDE, como o mais fundamental direito das pessoas, que é também a o direito `a vida.

 

Pense nisso, caro leitor e prezado leitora; não abdique de sua capacidade de pensar, expressar seus pensamentos e lutar por um mundo melhor, um pais que tenha como princípio a equidade, a transparência e o respeito pelos direitos humanos de todas as pessoas. Saúde é vida e vida é o mais sagrado de todos os direitos!

 

JUACY DA SILVA, professor universitário, fundador, titular e aposentado da Universidade Federal de Mato Grosso, sociólogo, mestre em sociologia, colaborador de alguns veículos de comunicação. E-mail [email protected] Twitter@profjuacy

 

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Série Governantes: Faça a sua parte

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Por Francisney Liberato

“Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país.” John F. Kennedy

Uma das características mais marcantes do brasileiro é a sua criatividade. Ele consegue desenvolver e pôr em prática várias habilidades como: ideias, pensamentos, empreendedorismo, visando o seu bem-estar e o seu conforto, como também o de sua família.

Segundo o site “Terra”, em 30/09/2019, é apresentada uma pesquisa a qual conclui: “A pesquisa Amway Global Entrepreneurship Report (AGER) revela que 56% dos brasileiros desejam ser donos do seu próprio negócio. Destes, 74% são jovens entre 18 e 35 anos. O índice do Brasil é maior que a média global, que está em 47%”.

Vejam que no Brasil os jovens desejam criar e empreender, eles querem ter o seu próprio negócio. Isso é muito positivo para nossa nação. Infelizmente, uma coisa é desejar e querer ser um empresário, outra, bem diferente, é efetivar esse desejo.

Não podemos permitir que o conceito autocrático, isto é, esperar que as ideias, iniciativas e as respostas sejam exclusivamente do chefe, do líder, do diretor escolar, do pai e da mãe, do governante, do presidente, uma vez que, se agirmos dessa maneira, veremos falecer a nossa liberdade de criar.

É fundamental para todos que tenham uma mentalidade aberta e moderna que as pessoas criem e empreendam mais, pois é por intermédio disso que é gerada riqueza para o nosso país.

Você deve olhar para dentro de si e se perguntar: Qual é a sua vocação para melhorar a sua vida, a vida da sua família, dos seus entes queridos e do país onde reside? Essa reflexão é de extrema importância.

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A responsabilidade é única e exclusivamente sua. Aqui existe um conceito fundamental que devemos ter como prisma em nossas vidas, que é chamado de Autorresponsabilidade. Em síntese, é necessário trazer para si a responsabilidade, e não a de colocar sobre o encargo do outro, como: os seus pais, seus familiares, seus empregadores e seus governantes. Em outras palavras, o sucesso ou fracasso da sua vida está em sua alçada.

Se pensarmos a vida dessa forma, saiba que teremos uma nação moderna e próspera, com índices de desenvolvimento econômico e humano semelhantes aos de países do primeiro mundo.

Entretanto, muitos indivíduos têm dificuldades de entender o seu propósito para esta vida. Muitos estudantes que estão cursando uma faculdade já pensam em desistir, por entender que não é bem isso o que sonham para sua vida. Enquanto existem muitos indivíduos desejando crescer evoluir, por outro lado, têm, infelizmente, os que esperam “a comida, o emprego, o dinheiro caírem do céu”.

John Fitzgerald Kenedy ou JFK foi um político norte-americano que governou os Estados Unidos (1961-1963), o seu nome está registrado como o 35° presidente daquela nação. Ele é considerado uma das grandes personalidades do século XX.

Kennedy se tornou o segundo presidente mais jovem do seu país, depois de Theodore Roosevelt. Infelizmente, não conseguiu terminar o seu mandato, uma vez que foi assassinado em 1963.

O presidente John Kennedy proferiu uma célebre frase que ainda tem uma enorme relevância para os nossos dias: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”.

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Podemos parafrasear essa afirmação do ex-presidente americano para o nosso contexto: o que nós brasileiros podemos fazer pelo Brasil? O que estamos fazendo para melhorar o nosso país? Qual tem sido a minha e sua contrapartida para desenvolver e aperfeiçoar esta nação? Como podemos abandonar determinadas atitudes paternalistas e viver de forma mais racional, visando o bem comum? O Estado pertence a todos nós. Devemos fazer a nossa parte, e não exigir que Estado seja o responsável e provedor por tudo.

Nosso país é formado pela diversidade cultural, étnica e social de milhares de brasileiros, que nem sempre concordam com as decisões dos nossos governantes, mas todos fazemos parte da nação, e devemos caminhar em um mesmo sentido. A nossa Constituição de 1988 dispõe que todo poder se origina do povo. O poder está nas mãos de cada ser habitante deste país. Nós podemos e devemos fazer o melhor pelo Estado, independentemente de questões políticas e partidárias.

Não diga o que o país deve fazer por você, use a sua criatividade, empreendedorismo, e faça o seu melhor na medida de suas condições, e de acordo com as suas circunstâncias. Seja presente e deixe o seu legado para esta nação. A responsabilidade pelo sucesso ou fracasso do Brasil está em nossas mãos. Está disposto a tomar uma iniciativa para contribuir com a República Federativa do Brasil?

Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Chefe de gabinete de Conselheiro do TCE-MT, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador, Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.

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