livre pensar
Apaixonado por VG
Reprodução
Rodrigo Coelho
Talvez eu seja um dos mais apaixonados cidadãos de Várzea Grande.
Isso não é arrogância, pretensão ou menosprezo, aos milhares que como eu, carregam este sentimento de amor por nossa terra implícito no peito e nas nossas almas.
Nossa cidade tem o calor humano pairando no ar, a vocação desenvolvimentista na riqueza de oportunidades, e a força de vontade de sua gente em cada semblante que vejo.
O que nos falta, e tenho sido um observador criterioso, é inclusão social, sim!
Criar oportunidades, gerar emprego e renda, produzir dignidade.
Vivemos novos tempos, um novo pais repleto de dificuldades a serem transpostas, barreiras que tem que ser ultrapassadas e a obrigatoriedade do poder público de cumprir com esmero e dedicação suas primordiais funções que são: infra estrutura, boa saúde, educação de qualidade, transporte público descente, lazer e cultura acessíveis, este é o papel do Estado, seu dever constitucional e o direito inquebrantável da população.
As pessoas querem dignidade, oportunidade, vislumbramento de futuro, cidadania.
Assistencialismos do passado tem provado ao longo dos anos que ao contrário do que se imaginava ao invés de progresso, planta o atraso e colhe insatisfações pessoais.
As pessoas querem ser independentes, trabalharem, criarem credito, ter direito a informação, serem cidadãs!
Uma Nova geração vem surgindo com sangue nos olhos e o desejo latente de se profissionalizar, seja em que seguimento for, mas terem uma profissão, renda própria, escolhas, uma possibilidade real de crescimento.
Passa da hora de transformarmos nossa querida VG num polo exportador de alegrias e satisfação de sua comunidade, proporcionar ao povo brasileiro trabalho para que seus frutos se transformem em progresso e desenvolvimento pelos seus próprios esforços.
Em minhas andanças, visitas e reuniões proporcionadas pela eleição, que muito me orgulho e agradeço, tenho visto e ouvido este clamor.
Cestas básicas, bolsas de cimentos, tijolos, isso e aquilo, não são objetos de desejo, o que se quer é trabalho.
Entro a partir de hoje numa luta incondicional para legalizarmos os comércios e ambulantes de nossa cidade industrial, uma luta pacifica, com objetivos claros na busca de simpatias e adesões que trarão a milhares de pessoas, hoje trabalhando na clandestinidade, a legalidade.
É o que se quer!!!
Simples, fácil, exequível e possível, vamos acalentar este sonho e transformá-lo em realidade.
Rodrigo Coelho é Gestor, Funcionário Público, Jornalista, Presidente do PTB-VG e vereador de Várzea Grande
artigos
Série Governantes: Faça a sua parte
Por Francisney Liberato
“Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país.” John F. Kennedy
Uma das características mais marcantes do brasileiro é a sua criatividade. Ele consegue desenvolver e pôr em prática várias habilidades como: ideias, pensamentos, empreendedorismo, visando o seu bem-estar e o seu conforto, como também o de sua família.
Segundo o site “Terra”, em 30/09/2019, é apresentada uma pesquisa a qual conclui: “A pesquisa Amway Global Entrepreneurship Report (AGER) revela que 56% dos brasileiros desejam ser donos do seu próprio negócio. Destes, 74% são jovens entre 18 e 35 anos. O índice do Brasil é maior que a média global, que está em 47%”.
Vejam que no Brasil os jovens desejam criar e empreender, eles querem ter o seu próprio negócio. Isso é muito positivo para nossa nação. Infelizmente, uma coisa é desejar e querer ser um empresário, outra, bem diferente, é efetivar esse desejo.
Não podemos permitir que o conceito autocrático, isto é, esperar que as ideias, iniciativas e as respostas sejam exclusivamente do chefe, do líder, do diretor escolar, do pai e da mãe, do governante, do presidente, uma vez que, se agirmos dessa maneira, veremos falecer a nossa liberdade de criar.
É fundamental para todos que tenham uma mentalidade aberta e moderna que as pessoas criem e empreendam mais, pois é por intermédio disso que é gerada riqueza para o nosso país.
Você deve olhar para dentro de si e se perguntar: Qual é a sua vocação para melhorar a sua vida, a vida da sua família, dos seus entes queridos e do país onde reside? Essa reflexão é de extrema importância.
A responsabilidade é única e exclusivamente sua. Aqui existe um conceito fundamental que devemos ter como prisma em nossas vidas, que é chamado de Autorresponsabilidade. Em síntese, é necessário trazer para si a responsabilidade, e não a de colocar sobre o encargo do outro, como: os seus pais, seus familiares, seus empregadores e seus governantes. Em outras palavras, o sucesso ou fracasso da sua vida está em sua alçada.
Se pensarmos a vida dessa forma, saiba que teremos uma nação moderna e próspera, com índices de desenvolvimento econômico e humano semelhantes aos de países do primeiro mundo.
Entretanto, muitos indivíduos têm dificuldades de entender o seu propósito para esta vida. Muitos estudantes que estão cursando uma faculdade já pensam em desistir, por entender que não é bem isso o que sonham para sua vida. Enquanto existem muitos indivíduos desejando crescer evoluir, por outro lado, têm, infelizmente, os que esperam “a comida, o emprego, o dinheiro caírem do céu”.
John Fitzgerald Kenedy ou JFK foi um político norte-americano que governou os Estados Unidos (1961-1963), o seu nome está registrado como o 35° presidente daquela nação. Ele é considerado uma das grandes personalidades do século XX.
Kennedy se tornou o segundo presidente mais jovem do seu país, depois de Theodore Roosevelt. Infelizmente, não conseguiu terminar o seu mandato, uma vez que foi assassinado em 1963.
O presidente John Kennedy proferiu uma célebre frase que ainda tem uma enorme relevância para os nossos dias: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”.
Podemos parafrasear essa afirmação do ex-presidente americano para o nosso contexto: o que nós brasileiros podemos fazer pelo Brasil? O que estamos fazendo para melhorar o nosso país? Qual tem sido a minha e sua contrapartida para desenvolver e aperfeiçoar esta nação? Como podemos abandonar determinadas atitudes paternalistas e viver de forma mais racional, visando o bem comum? O Estado pertence a todos nós. Devemos fazer a nossa parte, e não exigir que Estado seja o responsável e provedor por tudo.
Nosso país é formado pela diversidade cultural, étnica e social de milhares de brasileiros, que nem sempre concordam com as decisões dos nossos governantes, mas todos fazemos parte da nação, e devemos caminhar em um mesmo sentido. A nossa Constituição de 1988 dispõe que todo poder se origina do povo. O poder está nas mãos de cada ser habitante deste país. Nós podemos e devemos fazer o melhor pelo Estado, independentemente de questões políticas e partidárias.
Não diga o que o país deve fazer por você, use a sua criatividade, empreendedorismo, e faça o seu melhor na medida de suas condições, e de acordo com as suas circunstâncias. Seja presente e deixe o seu legado para esta nação. A responsabilidade pelo sucesso ou fracasso do Brasil está em nossas mãos. Está disposto a tomar uma iniciativa para contribuir com a República Federativa do Brasil?
Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Chefe de gabinete de Conselheiro do TCE-MT, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador, Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.
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