POLÍCIA FEDERAL
FICCO/MS combate lavagem de dinheiro ligada a facção criminosa em Campo Grande/MS
Campo Grande/MS. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Mato Grosso do Sul – FICCO/MS deflagrou, nesta quinta-feira (21/8), a Operação Fruto Envenenado, com o cumprimento de três mandados de busca e apreensão em Campo Grande.
A ação teve como objetivo também o bloqueio de mais de R$ 2,7 milhões, valores que seriam provenientes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
As investigações apontam que a principal suspeita, ex-companheira de um dos líderes do grupo, teria recebido quase R$ 3 milhões entre 2018 e 2022 para sustentar uma vida de luxo. Para ocultar a origem ilícita dos bens, foram utilizadas contas bancárias e nomes de parentes e amigos próximos.
Durante as buscas, foram apreendidos aparelhos celulares, munições e veículos.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Mato Grosso do Sul – FICCO/MS, é composta pela Polícia Federal (PF), Polícia Militar do MS (PMMS), Polícia Penal Estadual (AGEPEN) e Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN).
Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul
WhatsApp: 67 3303-5626
e-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF, MTE e MPT atuam contra trabalho análoga à escravidão na Paraíba
João Pessoa/PB. A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e com o Ministério Público do Trabalho (MPT), entre 20 a 29/5, identificou 63 pessoas submetidas a trabalho análoga à escravidão em área de extração mineral na Paraíba.
Durante a ação, verificou-se que nenhum dos trabalhadores possuía registro formal de emprego, encontrando-se à margem da proteção assegurada pela legislação trabalhista e previdenciária.
As equipes constataram a inexistência de condições mínimas de higiene, de saúde e de segurança no local. Foi identificado, ainda, o alojamento de trabalhadores em estruturas precárias, incluindo barraco de lona utilizado por dois trabalhadores. Não havia fornecimento adequado de água potável, instalações sanitárias, local apropriado para alimentação ou áreas de descanso.
Além das irregularidades nas condições de alojamento e de higiene ocupacional, foram identificadas situações de risco à integridade física e à vida dos trabalhadores. Diante das violações constatadas, foi determinada a paralisação imediata das atividades e dos setores que apresentavam risco de ocorrência de acidentes fatais.
O trabalho em condições análogas às de escravidão pode ser caracterizado, entre outros elementos, pela submissão de trabalhadores a condições degradantes, jornadas exaustivas, servidão por dívida ou restrição de locomoção, conforme previsto na legislação brasileira.
Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba
WhatsApp: (83) 3565 8690
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
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