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Mercado Imobiliário e o Novo Momento
Reprodução
Ramiro Azambuja
Todo mundo está se perguntando: e agora? O que vai acontecer na economia? A única certeza que temos nesse momento é a incerteza.
A economia brasileira mal deu o primeiro sinal de retomada e nos deparamos com uma pandemia mundial. A bolsa de valores despencou, as empresas viram seus valores cair para patamares inimagináveis, as empresas decretaram home office para atender as orientações de isolamento social dos órgãos de saúde, o consumo foi refreado e crescem todos os dias as incertezas quanto a recessão e a crise que ainda está por vir.
É claro que o foco nesse momento é a saúde da população e todo o trabalho tem que ser direcionado para evitar o colapso e o número de mortes que temos visto em outros países. A vida não tem preço. Para todo o resto, vamos ter que nos reestruturar. Mas os impactos dessa pandemia não serão apenas no âmbito econômico. Ela vai alterar nossos modelos de trabalho atuais e novas exigências virão para o mercado a partir desse momento.
O home office já era uma tendência e a pandemia veio para acelerar esse novo modelo de trabalho. Os ambientes de trabalho tendem a mudar, as pessoas vão buscar mais qualidade de vida, as empresas vão perceber que nem todas as áreas precisam estar juntas o tempo todo, os ambientes terão uma nova percepção sobre questões sanitárias, com mais áreas arejadas, com a localização privilegiada em relação a fachada e com aumento de serviços por delivery e atendimento por agendamento
Quem vai trabalhar em casa também vai precisar de um ambiente adaptado para esse fim, que consiga suprir as necessidades e criar condições ideais de produtividade.
Parte das respostas para esse novo mundo, como vocês podem perceber, vem do setor de construção civil e da implementação desses conceitos nos projetos e empreendimentos imobiliários. Cresce a nossa responsabilidade de pensar imóveis que consigam atender as novas exigências das empresas e das famílias.
O confinamento vai impactar o mundo dos negócios e as famílias de uma forma sem precedentes, mudando as nossas relações sociais e prioridades. Todos estamos repensando a qualidade de vida e o que é essencial. Eu tenho uma certeza: ainda temos muitos desafios pela frente, mas quando isso tudo passar, vamos redescobrir nossos valores.
Ramiro Azambuja – Diretor-Presidente da EMHA Construtora e Incorporadora
artigos
O dever da Religião
Por Paiva Netto
Declarei ao ilustre jornalista italiano radicado no Brasil Paulo Rappoccio Parisi (1921-2016), na entrevista concedida a ele em 10 de outubro de 1981, que é dever da Religião proclamar a existência do Espírito imortal e efetivar os resultados práticos desse indispensável conhecimento na reforma do planeta.
Eis o pragmatismo que, por força da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, o Brasil oferece à humanidade, pois tais noções amadurecerão a consciência dos povos para a realidade espiritual de que ninguém consegue permanentemente escapar. Não se pode eternamente impedir a manifestação daquilo que nasce com o ser humano,
mesmo quando ateu: o sentido de Religiosidade que se expressa das mais variadas formas. Para além do debatido determinismo histórico, trata-se, acima de tudo, do Determinismo Divino, de que nos falava Alziro Zarur. Antes que fatalmente a Ciência conclua, em laboratório, sobre a perenidade da vida, cumpre à Religião não só abordar com maior objetividade a existência do Espírito após a morte, mas concomitantemente pesquisar o Mundo ainda Invisível.
Parceria Céu e Terra
Ora, a morte não deve ser motivo de assombro nem ser tratada com desdém ou negligência. Diante da eternidade da vida, é essencial extrair seus preciosos aprendizados, que ajudaram a moldar os destinos da humanidade, contribuindo para sua continuação até aqui. Esse intercâmbio entre Terra e Céu, Céu e Terra, quando estabelecido com as forças do Bem, nos dá confiança na vida. Contar com a cooperação bendita daqueles que nos antecederam na jornada espiritual, sabendo que estão mais vivos do que nunca, incentivando-nos a boas ações, no cumprimento de nossas tarefas prometidas antes de aqui renascer, é parceria infalível.
Há décadas, preconizo que o ser humano não é somente sexo, estômago e intelecto, isto é, um saco de sangue, ossos, músculos e nervos, apenas jungido às limitadoras perspectivas do plano material. Reduzi-lo a isso é promover a cultura do fedor. A morte não é o fim; a vida é perpétua. E o Espírito é suprema realidade.
José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor – [email protected] — www.boavontade.com
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