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Salão Jovem Arte permanece em cartaz até setembro

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O 25º Salão Jovem Arte Mato-grossense permanece em cartaz até o dia 25 de setembro no Palácio da Instrução, em Cuiabá. Aberta no dia 18 de maio, a mostra traz ao público um conjunto de obras de 40 artistas selecionados. Os trabalhos são inéditos e produzidos por artistas residentes em Mato Grosso a partir de 2015.

 

Criado com o objetivo de resgatar a memória e a história das artes visuais no estado, fomentar, reconhecer e revelar novos talentos, provocar e instigar os artistas, veteranos e iniciantes a produzirem bons trabalhos, o Salão Jovem Arte é um projeto da Secretaria de Estado de Cultura (SEC) e foi retomado este ano.

 

A programação do Salão Jovem Arte também foi pensada para atender demandas de formação. Nesse sentido, além da exposição, há uma intensa programação com palestras, oficinas, bate-papo e visitas mediadas com artistas, além das visitas escolares.

 

Nesta quinta-feira (04) acontece a palestra Intersecções da Arte em Território Multidisciplinar: Reflexões e Caminhos Contemporâneos, com o professor e crítico de arte José Serafim Bertoloto, um dos jurados da edição.

 

Tendo como ideia inicial a definição de paisagem, paisagem/espaço, cultura popular, produção simbólica, significação e ressignificação do espaço como forma de compreender os processos de produção e articulação de artistas que trabalham com as novas mídias como vídeos artes, infogravuras e com as linguagens tradicionais, Bertoloto recorreu à produção de artistas consagrados e de novos valores que representassem o território multidisciplinar da arte.

 

Para esta palestra, que acontece no auditório do Palácio da Instrução, são oferecidas 40 vagas. Outras informações pelo telefone (65) 3025-3221.

 

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Morre a menina baleada por engano por agentes da PRF

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Morreu, na manhã deste sábado (16.09), a menina Heloísa dos Santos Silva, de 3 anos, baleada na coluna e na cabeça durante uma ação equivocada da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Na última quinta-feira (14.09), Heloísa sofreu uma parada cardiorrespiratória, que foi revertida pela equipe de saúde após seis minutos. Ela estava internada no Hospital Adão Pereira Nunes.

A família da criança fazia uma viagem em um carro de passeio, que começou a ser perseguido por uma equipe da PRF. Dentro do veículo estavam Heloísa, os pais dela, a tia e uma irmã. O carro foi perseguido e alvejado por disparos feitos por policiais.

Os policiais envolvidos na abordagem foram afastados da corporação, que iniciou uma investigação interna. O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça a prisão preventiva dos três agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) envolvidos.

Também é investigada a atuação de um dos policiais que chegou a visitar a vítima no CTI do hospital. O procurador Eduardo Benones representou pela prisão dos agentes Fabiano Menacho Ferreira — que admitiu ter feito os disparos —, Matheus Domicioli Soares Viegas Pinheiro e Wesley Santos da Silva.

Na peça, Benones afirma que 28 agentes da PRF foram até o hospital logo após o incidente “numa tentativa inequívoca de intimidar” a família e lembra que um deles, à paisana, conseguiu chegar até a emergência pediátrica e falar com o pai da menina.

“A presença de 28 inspetores no hospital, no dia do ocorrido, em contato visual e às vezes verbal, com as vítimas demonstra uso indevido da força corporativa”, escreveu Benones na justificativa.

Segundo a polícia, o carro em que a família estava era roubado. O pai de Heloísa disse que tinha adquirido o veículo recentemente e não sabia da situação irregular.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que a PRF terá que acelerar a “revisão da doutrina policial e manuais de procedimentos”.

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