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POLÍCIA

Apreende quase 80 kg de drogas em caminhonete na BR-364

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A Polícia Rodoviária Federal apreendeu, na madrugada desta quarta-feira (30), 77,85 kg de substância análoga à skunk e 1,85 kg de substância análoga ao haxixe na BR-364, em Santo Antônio do Leverger, município a 33 km de Cuiabá. A droga estava escondida na carroceria de uma caminhonete abordada durante fiscalização de rotina.

A suspeita começou quando o condutor apresentou, no momento da checagem, um documento digital de habilitação que se mostrou fraudulento. O motorista exibiu o arquivo por meio de um aplicativo falso, e a verificação nos sistemas institucionais da corporação revelou que a carteira de habilitação original do homem está cassada e vencida.

Diante das inconsistências e das informações prestadas pelo condutor sobre o trajeto percorrido, a equipe decidiu realizar uma inspeção mais detalhada do veículo. Foi nesse exame que os policiais localizaram os entorpecentes ocultos na carroceria da caminhonete.

Documentos encontrados no automóvel reforçaram a suspeita de tráfico interestadual. Comprovantes de viagem e notas fiscais indicavam que a carga saiu de Rondônia e passaria por outros estados até o destino final.

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O condutor foi detido em flagrante pelos crimes de tráfico interestadual de drogas e uso de documento falso. O homem, o veículo e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal, responsável pela formalização do flagrante e pelos demais procedimentos de polícia judiciária.

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POLÍCIA

Sargento da Marinha é executado em Cáceres

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Por João Arruda | Cáceres (MT)

O primeiro-sargento Anderson Alencar Batista, de 43 anos, foi morto a tiros na madrugada desta terça-feira (30.09), no bairro Jardim Universitário, em Cáceres – a 210 quilômetros a oeste de Cuiabá. A polícia ainda não informou a motivação do crime.

Segundo relatos iniciais de testemunhas, Alencar já estava em repouso quando ouviu um barulho. Ao sair para a parte externa da casa, percebeu que a fiação da cerca elétrica havia sido cortada e, ao tentar averiguar a situação, foi surpreendido por três homens. Ele recebeu disparos frontais e morreu no local.

Todos os órgãos de segurança estão empenhados na caçada aos autores.

Na Agência Fluvial de Cáceres, a notícia abalou a tropa. Ninguém quis se pronunciar, mas todos lamentaram o ocorrido.

Alencar era natural de Cáceres e saiu jovem da cidade quando ingressou na Escola de Aprendizes-Marinheiros em Florianópolis (SC). Lá se especializou em eletricidade e se tornou submarinista.

Transferido para Cáceres, prestava serviço no Navio-Escola Piquiri. Na Marinha, devido aos seus traços, ganhou o apelido de “Índio”, com o qual convivia naturalmente e até brincava: “Por eu ser índio, fui servir no submarino Tikuna”.

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Na Marinha, a consternação é geral. Ao longo da carreira, Alencar recebeu inúmeras honrarias. Tanto que conseguiu servir na Agência Fluvial de Cáceres, uma das organizações em terra da Marinha cujo efetivo exige conceito excelente para compor a tropa.

As autoridades policiais não têm informações sobre a motivação e não descartam nenhuma hipótese nas investigações, inclusive a de morte por engano – o que já teria ocorrido nesse mesmo bairro no ano passado.

(Mais informações em instantes)

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