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POLÍCIA FEDERAL

PF apreende carga de cigarros paraguaios e prende suspeito em São Paulo

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Cruzeiro/SP. A Polícia Federal deflagrou, nesta segunda-feira (1º/6), a quarta fase da Operação Fumus Peregrinatur, que investiga uma organização criminosa suspeita de atuar no contrabando de cigarros na região do Vale do Paraíba.

A ação resultou na prisão de um suspeito e na apreensão de 225 caixas de cigarros de origem paraguaia, totalizando mais de 110 mil maços.

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal de São Paulo, sendo um na capital paulista e dois em Caçapava/SP. Durante as diligências, os policiais federais localizaram um galpão que, segundo as investigações, era utilizado pela organização criminosa como centro de armazenamento e de distribuição dos produtos contrabandeados.

As investigações tiveram início em 2021, quando foi deflagrada a primeira fase da operação. Novas etapas ocorreram em 2022 e em 2025, além de prisões em flagrante realizadas em 2023 e no início de 2025. As apreensões e os elementos de prova obtidos ao longo das fases anteriores contribuíram para o avanço das investigações e para o cumprimento das medidas judiciais desta nova etapa.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Cruzeiro
Telefone: (12) 3144-7600
Instagram: @pfsaopaulo

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF, MTE e MPT atuam contra trabalho análoga à escravidão na Paraíba

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João Pessoa/PB. A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e com o Ministério Público do Trabalho (MPT), entre 20 a 29/5, identificou 63 pessoas submetidas a trabalho análoga à escravidão em área de extração mineral na Paraíba.

Durante a ação, verificou-se que nenhum dos trabalhadores possuía registro formal de emprego, encontrando-se à margem da proteção assegurada pela legislação trabalhista e previdenciária.

As equipes constataram a inexistência de condições mínimas de higiene, de saúde e de segurança no local. Foi identificado, ainda, o alojamento de trabalhadores em estruturas precárias, incluindo barraco de lona utilizado por dois trabalhadores. Não havia fornecimento adequado de água potável, instalações sanitárias, local apropriado para alimentação ou áreas de descanso.

Além das irregularidades nas condições de alojamento e de higiene ocupacional, foram identificadas situações de risco à integridade física e à vida dos trabalhadores. Diante das violações constatadas, foi determinada a paralisação imediata das atividades e dos setores que apresentavam risco de ocorrência de acidentes fatais.

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O trabalho em condições análogas às de escravidão pode ser caracterizado, entre outros elementos, pela submissão de trabalhadores a condições degradantes, jornadas exaustivas, servidão por dívida ou restrição de locomoção, conforme previsto na legislação brasileira.

Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba
WhatsApp: (83) 3565 8690

E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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