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POLÍCIA FEDERAL

FICCO/PI desarticula organização criminosa de tráfico de drogas

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Parnaíba/PI. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Piauí (FICCO/PI) deflagrou, nesta sexta-feira (29/5), a Operação Boca do Lobo, com o objetivo de desarticular organização criminosa atuante no litoral piauiense, voltada ao tráfico de drogas.

Equipes policiais cumprem 21 mandados judiciais, sendo 12 de prisão temporária e 9 de busca e apreensão nos municípios piauienses de Parnaíba, de Luís Correia e de Piripiri, todos expedidos pela Central de Inquéritos III – Polo Parnaíba.

A investigação teve início no final de 2025, após a prisão em flagrante de indivíduos suspeitos de envolvimento em crimes violentos ocorridos no município de Luís Correia, em contexto de disputa entre grupos criminosos na região.

A partir dessas prisões, as apurações indicaram a atuação de organização criminosa no litoral piauiense, com pontos de apoio utilizados para a prática de atividades ilícitas, onde foram apreendidos materiais relacionados ao crime.

O avanço das investigações permitiu identificar a atuação coordenada do grupo, com divisão de tarefas entre seus integrantes, utilização de meios digitais para organização e sustentação das atividades ilícitas, além de vínculos com indivíduos custodiados no sistema prisional.

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Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse/porte ilegal de armas de fogo.

A operação contou com o apoio da Delegacia da Polícia Civil de Luís Correia/PI.

A FICCO/PI é coordenada pela Polícia Federal e composta pela Secretaria Nacional de Políticas Penais, além das Polícias Civil, Militar e Penal do Piauí.

Comunicação Social da Polícia Federal no Piauí
[email protected]
(86) 3089-9960
@pf.piaui

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF, MTE e MPT atuam contra trabalho análoga à escravidão na Paraíba

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João Pessoa/PB. A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e com o Ministério Público do Trabalho (MPT), entre 20 a 29/5, identificou 63 pessoas submetidas a trabalho análoga à escravidão em área de extração mineral na Paraíba.

Durante a ação, verificou-se que nenhum dos trabalhadores possuía registro formal de emprego, encontrando-se à margem da proteção assegurada pela legislação trabalhista e previdenciária.

As equipes constataram a inexistência de condições mínimas de higiene, de saúde e de segurança no local. Foi identificado, ainda, o alojamento de trabalhadores em estruturas precárias, incluindo barraco de lona utilizado por dois trabalhadores. Não havia fornecimento adequado de água potável, instalações sanitárias, local apropriado para alimentação ou áreas de descanso.

Além das irregularidades nas condições de alojamento e de higiene ocupacional, foram identificadas situações de risco à integridade física e à vida dos trabalhadores. Diante das violações constatadas, foi determinada a paralisação imediata das atividades e dos setores que apresentavam risco de ocorrência de acidentes fatais.

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O trabalho em condições análogas às de escravidão pode ser caracterizado, entre outros elementos, pela submissão de trabalhadores a condições degradantes, jornadas exaustivas, servidão por dívida ou restrição de locomoção, conforme previsto na legislação brasileira.

Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba
WhatsApp: (83) 3565 8690

E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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