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Educação

UNIVAG ingressa em rede internacional de ensino e amplia oportunidades de intercâmbio e pesquisa

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Por Patricia Xavier

Estudantes, professores e pesquisadores do UNIVAG (Centro Universitário de Várzea Grande) passam a contar com novas oportunidades de intercâmbio, cooperação científica e participação em projetos internacionais. A instituição passou a integrar a Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP), uma das principais redes de cooperação acadêmica da comunidade lusófona, ampliando sua atuação no cenário internacional.

Criada em 1986, a AULP reúne mais de 130 instituições de ensino superior e pesquisa dos países de língua oficial portuguesa. A associação promove a cooperação acadêmica, científica e cultural entre seus membros, estimulando a mobilidade de estudantes e docentes, o desenvolvimento de pesquisas e a troca de conhecimento entre universidades. Com a adesão, o UNIVAG passa a integrar uma rede formada por instituições de Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste, Brasil e Macau.

O vice-reitor do UNIVAG, professor Flávio Foguel, destaca que a internacionalização do ensino superior vai além da mobilidade acadêmica e representa uma preparação para um mercado de trabalho cada vez mais conectado.

“Internacionalizar a universidade não significa apenas criar oportunidades para estudar fora do país. Significa trazer o mundo para dentro da sala de aula, ampliar o acesso ao conhecimento e preparar profissionais capazes de atuar em qualquer lugar, sem perder a conexão com a realidade e as demandas da nossa região. Fazer parte da AULP fortalece exatamente esse propósito”, pontuou.

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Para a coordenadora da Assessoria de Relações Internacionais e Intercâmbios do UNIVAG, professora doutora Michele Barth Maggi, a filiação consolida um trabalho desenvolvido pela instituição para ampliar sua presença internacional.

“A entrada do UNIVAG na AULP representa um marco na consolidação da nossa política de internacionalização. Passamos a integrar uma das mais relevantes redes acadêmicas da comunidade lusófona, fortalecendo nossa visibilidade internacional e criando novas oportunidades de cooperação para estudantes, docentes e pesquisadores”, disse.

O que muda para os estudantes

Na prática, a filiação abre caminho para a ampliação gradual de programas de mobilidade acadêmica, participação em congressos internacionais, projetos colaborativos de pesquisa, eventos científicos e novas parcerias entre universidades da comunidade lusófona.

As oportunidades deverão ser desenvolvidas por meio de editais, acordos bilaterais, programas de intercâmbio e redes internacionais de pesquisa construídas entre as instituições integrantes da associação.

Para Michele Barth Maggi, o principal impacto está na ampliação das possibilidades de formação dos acadêmicos.

“Os estudantes passam a fazer parte de uma universidade inserida em uma rede internacional. Isso significa acesso ampliado a futuras oportunidades de mobilidade acadêmica, participação em eventos científicos, projetos colaborativos e atividades multiculturais, além de fortalecer o ambiente internacional dentro do próprio campus”, afirmou.

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Idiomas ampliam oportunidades

Embora a AULP tenha como elo a língua portuguesa, grande parte da produção científica e dos eventos internacionais também utiliza o inglês como idioma de comunicação. Por isso, o domínio de outros idiomas continua sendo um diferencial para quem pretende aproveitar as oportunidades de intercâmbio e construir uma carreira internacional.

Nesse contexto, o UNIVAG Idiomas atua na preparação dos estudantes por meio de cursos de inglês, espanhol, francês e outras iniciativas voltadas ao desenvolvimento da comunicação intercultural, fortalecendo competências necessárias para experiências acadêmicas e profissionais no exterior.

A expectativa é que a participação na AULP resulte na ampliação de convênios internacionais, projetos científicos conjuntos e novas oportunidades de mobilidade acadêmica, consolidando o processo de internacionalização do UNIVAG e fortalecendo sua integração à comunidade universitária dos países de língua portuguesa.

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Educação

Estudantes de Cuiabá assumem papel de diplomatas, parlamentares e jornalistas em simulação da ONU

Em sua 7ª edição, iniciativa do Colégio Maxi estimula alunos a debater questões nacionais e internacionais e desenvolver habilidades como argumentação, negociação, comunicação e pensamento crítico

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Entender conflitos mundiais, defender os interesses de uma nação, negociar soluções, discutir os desafios do Brasil e acompanhar os acontecimentos como jornalistas. Alunos do Colégio Maxi, em Cuiabá, vivenciam essas experiências na 7ª edição do Maxi-Múndi, projeto que aproxima os estudantes de grandes debates da agenda nacional e internacional.

A iniciativa é dividida em três frentes: Modelo ONU, Modelo Legislativo e Imprensa Estudantil. Em cada uma delas, os alunos assumem diferentes responsabilidades e são desafiados a pesquisar, argumentar, negociar, produzir conteúdo e compreender diferentes pontos de vista.

No Modelo ONU, os estudantes representam países e defendem seus interesses em discussões internacionais, após pesquisarem aspectos históricos, políticos, econômicos e sociais de cada nação.

No Modelo Legislativo, vivenciam a dinâmica do Congresso Nacional, representando parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado Federal em debates sobre temas atuais do Brasil. A experiência permite compreender, na prática, o funcionamento das instituições e a construção de decisões políticas.

Já na Imprensa Estudantil, os alunos atuam como jornalistas, acompanhando os debates, realizando entrevistas e produzindo matérias sobre os principais acontecimentos. O exercício desenvolve escrita, interpretação, comunicação, capacidade de síntese e análise crítica das informações.

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Mais do que uma atividade acadêmica, o Maxi-Múndi busca ampliar o repertório dos jovens e colocá-los diante de perspectivas diferentes das suas. A experiência estimula competências como oratória, liderança, negociação, trabalho em equipe e respeito ao contraditório.

Para Júlia Fernandes, que participa pela segunda vez e nesta edição atua como diretora, esse é um dos principais diferenciais do projeto.

“Quando assumimos o papel de um país, precisamos deixar de lado apenas aquilo que pensamos e compreender aquela realidade, seus interesses e seu ponto de vista. Isso amplia nossa visão de mundo e nos ensina a argumentar, ouvir e negociar”, destaca.

SENSO CRÍTICO

O projeto integra a proposta educacional do Colégio Maxi, instituição do Grupo Salta Educação, de associar o conhecimento acadêmico ao desenvolvimento de habilidades importantes para a formação dos estudantes.

Antes das simulações, os participantes pesquisam os temas em debate, estudam o posicionamento dos países, analisam as pautas legislativas e se preparam para a cobertura jornalística.

A proposta reproduz desafios encontrados em ambientes diplomáticos, políticos e jornalísticos: interpretar informações, construir argumentos, ouvir posições divergentes, fazer perguntas e buscar soluções diante de diferentes interesses.

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Em sua 7ª edição, o Maxi-Múndi reforça o protagonismo juvenil e contribui para formar estudantes mais preparados para compreender, questionar, comunicar e participar dos grandes debates do Brasil e do mundo.

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