Educação
Unemat celebra 48 anos como porta de acesso ao ensino superior no interior de Mato Grosso
A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) celebra nesta segunda-feira, 20 de julho, seus 48 anos de história. A instituição nasceu em 1978, em Cáceres, com o nome de Instituto de Ensino Superior de Cáceres (Iesc), e carrega, desde a origem, a marca de ter nascido no interior e para o interior.
Ao longo destes 48 anos, a Universidade cresceu e se transformou. Em 1993, pela Lei Complementar nº 30, tornou-se oficialmente a Universidade do Estado de Mato Grosso, adotando uma estrutura multicâmpus para vencer as distâncias de um Estado de dimensões colossais. Hoje, a Unemat está presente em 13 câmpus e atende mais de 26 mil estudantes, com dezenas de cursos de graduação e pós-graduação ofertados tanto presencialmente quanto a distância.
Mais do que uma estrutura física, a Unemat representa uma porta de acesso. É por meio dela que milhares de jovens de cidades do interior real izam o sonho da graduação, muitos deles os primeiros de suas famílias a chegar ao Ensino Superior. Os profissionais formados pela Unemat atuam hoje em todo o Mato Grosso e em todo o Brasil, nas mais diversas áreas.
A Instituição também se firmou como um importante polo de produção científica: as pesquisas desenvolvidas na Unemat geram conhecimento que impacta diretamente a vida da população mato-grossense e contribui para o desenvolvimento do Estado e do País, em campos como meio ambiente, saúde, educação e agropecuária.
“A Unemat é grande não pelo tamanho, mas pelo que ela faz: ela muda vidas. Leva ensino público e de qualidade ao interior de Mato Grosso, para quem talvez nunca imaginasse chegar a uma universidade. Cada diploma daqui é um sonho que virou realidade”, afirma a reitora Vera Maquêa.
Em razão do calendário eleitoral, as comemorações oficiais dos 48 anos serão realizadas em data posterior. Neste momento, a Universidade marca a data com uma mensagem da reitoria endereçada a toda a comunidade acadêmica.
Educação
Estudantes de Cuiabá assumem papel de diplomatas, parlamentares e jornalistas em simulação da ONU
Em sua 7ª edição, iniciativa do Colégio Maxi estimula alunos a debater questões nacionais e internacionais e desenvolver habilidades como argumentação, negociação, comunicação e pensamento crítico
Entender conflitos mundiais, defender os interesses de uma nação, negociar soluções, discutir os desafios do Brasil e acompanhar os acontecimentos como jornalistas. Alunos do Colégio Maxi, em Cuiabá, vivenciam essas experiências na 7ª edição do Maxi-Múndi, projeto que aproxima os estudantes de grandes debates da agenda nacional e internacional.
A iniciativa é dividida em três frentes: Modelo ONU, Modelo Legislativo e Imprensa Estudantil. Em cada uma delas, os alunos assumem diferentes responsabilidades e são desafiados a pesquisar, argumentar, negociar, produzir conteúdo e compreender diferentes pontos de vista.
No Modelo ONU, os estudantes representam países e defendem seus interesses em discussões internacionais, após pesquisarem aspectos históricos, políticos, econômicos e sociais de cada nação.
No Modelo Legislativo, vivenciam a dinâmica do Congresso Nacional, representando parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado Federal em debates sobre temas atuais do Brasil. A experiência permite compreender, na prática, o funcionamento das instituições e a construção de decisões políticas.
Já na Imprensa Estudantil, os alunos atuam como jornalistas, acompanhando os debates, realizando entrevistas e produzindo matérias sobre os principais acontecimentos. O exercício desenvolve escrita, interpretação, comunicação, capacidade de síntese e análise crítica das informações.
Mais do que uma atividade acadêmica, o Maxi-Múndi busca ampliar o repertório dos jovens e colocá-los diante de perspectivas diferentes das suas. A experiência estimula competências como oratória, liderança, negociação, trabalho em equipe e respeito ao contraditório.
Para Júlia Fernandes, que participa pela segunda vez e nesta edição atua como diretora, esse é um dos principais diferenciais do projeto.
“Quando assumimos o papel de um país, precisamos deixar de lado apenas aquilo que pensamos e compreender aquela realidade, seus interesses e seu ponto de vista. Isso amplia nossa visão de mundo e nos ensina a argumentar, ouvir e negociar”, destaca.
SENSO CRÍTICO
O projeto integra a proposta educacional do Colégio Maxi, instituição do Grupo Salta Educação, de associar o conhecimento acadêmico ao desenvolvimento de habilidades importantes para a formação dos estudantes.
Antes das simulações, os participantes pesquisam os temas em debate, estudam o posicionamento dos países, analisam as pautas legislativas e se preparam para a cobertura jornalística.
A proposta reproduz desafios encontrados em ambientes diplomáticos, políticos e jornalísticos: interpretar informações, construir argumentos, ouvir posições divergentes, fazer perguntas e buscar soluções diante de diferentes interesses.
Em sua 7ª edição, o Maxi-Múndi reforça o protagonismo juvenil e contribui para formar estudantes mais preparados para compreender, questionar, comunicar e participar dos grandes debates do Brasil e do mundo.
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