sorriso
Sorriso celebra 40 anos com tradicional corte do bolo
“Foi um momento muito bonito preparado com muito carinho para celebrar a força das várias culturas e pessoas que formam Sorriso”, frisou a primeira-dama e gestora da Secretaria da Mulher e da Família (Semfa), Mara Fernandes.
Mara convidou ao palco a primeira mulher a residir em Sorriso, Maria Vilani dos Santos de Souza, viúva de Otávio de Souza Cruz, o Nego Otávio. Maria Vilani relembrou que chegou com a família no que seria o Município de Sorriso em 7 de setembro de 1973. “Vi essa cidade florescer, crescer, se tornar essa gigante que é hoje”, testemunhou emocionada dona Maria Vilani.
Para o prefeito, Alei Fernandes, foi um momento especial “para honrar o esforço de quem no passado adotou essa terra para chamar de lar; celebramos nossa cidade e o esforço de todos nós que diariamente construímos Sorriso”, pontuou.
O vice-prefeito, Acácio Ambrosini, reforçou que os 40 anos de Sorriso foram comemorados com a integração de todas as culturas que formam a cidade. “Me emociono ao falar da cidade, assim como todos que estão aqui eu amo Sorriso de coração, aqui formei minha família, me sinto grato em comemorar cada dia de desenvolvimento dessa cidade”, destacou.
Para celebrar, as famílias se reuniram na Praça e o momento, além do tradicional corte do bolo, contou com apresentações culturais, show do grupo Resenha do Samba, brinquedos gratuitos para fazer a festa da criançada e transporte público para garantir que todo mundo pudesse participar. A segurança também foi reforçada com a participação de todas as forças de segurança e salvamento do Município.
“Agradecemos a todas as mulheres e homens das forças de segurança e de salvamento que se fizeram presentes na Praça e a todos os servidores que não mediram esforços para esse momento e seguimos fortes na missão de desenvolver e fomentar o crescimento diário de Sorriso. Viva Sorriso”, agradeceu e comemorou Alei.
sorriso
Do fogão da mãe à cozinha profissional: chefe de MT transforma memórias afetivas em carreira
Muito antes de comandar grandes eventos, a chefe de cozinha Cris Chiapetti, de Sorriso (420 km ao norte de Cuiabá), já sabia que o futuro dela estaria entre panelas, receitas e celebrações. Aos 8 anos de idade, ela dizia que trabalharia com festas. Décadas depois, a previsão da infância virou profissão.
Neste 13 de maio, Dia do Chefe de Cozinha, a trajetória da mato-grossense ajuda a mostrar como a gastronomia vai muito além da técnica. Para muitos profissionais, o primeiro contato com a cozinha nasce dentro de casa, em receitas de família, almoços de domingo e memórias afetivas construídas ainda na infância.
“Nasci dentro da cozinha. Meu pai cozinhava muito bem, minha mãe foi quem me ensinou tudo o que eu sei hoje e foi ela quem iniciou a empresa. Foi uma transição muito natural”, relembra Cris, que atua há mais de 20 anos no setor de eventos e há pouco mais de uma década como chefe de cozinha.
A chefe lembra com carinho dos primeiros trabalhos, ainda marcados por improvisos e estruturas simples. “Não tinha mesa posta, não tinha estrutura sofisticada. A gente improvisava e fazia acontecer.”
Hoje, a realidade é bem diferente. Cris atua exclusivamente com eventos e chega a utilizar entre 200 e 300 quilos de carne bovina por produção. Entre os cortes mais pedidos pelos clientes está o filé mignon, além de preparos ligados ao churrasco.
“O nosso trabalho começa essencialmente na compra. Um alimento seguro e a confiabilidade no fornecedor nos dão tranquilidade para inovar e transformar aquilo em experiência”, destaca.
Para ela, a qualidade da carne produzida em Mato Grosso é um diferencial reconhecido até mesmo por clientes de fora do estado.
“O que mais ouvimos de quem vem de fora é que a carne daqui é incomparável. Em sabor, ninguém ganha de Mato Grosso. Em confiabilidade também não. Produto bom resulta em pratos bons”, afirma.
O diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade, destaca que os chefs de cozinha têm papel importante na valorização da carne mato-grossense, porque ajudam a aproximar o consumidor da qualidade do produto.
“Os chefs são grandes aliados da pecuária mato-grossense porque são eles que transformam a qualidade da nossa carne em experiência para o consumidor. Quando um profissional valoriza a procedência, a maciez e o sabor da carne produzida aqui, ele ajuda a fortalecer a imagem de Mato Grosso dentro e fora do Brasil”, pontua o diretor de Projetos do Imac.
Segundo Bruno, a evolução da pecuária mato-grossense permitiu que o estado se consolidasse não apenas em volume de produção, mas também em qualidade. “Mato Grosso avançou muito em genética, manejo e nutrição. Hoje temos uma carne que atende mercados extremamente exigentes, e isso também se reflete nas cozinhas profissionais”.
-
tce mt7 dias atrásTribunal de Contas tem quatro trabalhos científicos selecionados para congresso internacional sobre controle e políticas públicas
-
Saúde6 dias atrásHospital Central já realizou mais de 17 mil atendimentos
-
BRASIL E MUNDO6 dias atrásSTF endurece controle sobre penduricalhos e barra criação de novos benefícios no Judiciário
-
TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT5 dias atrásHomen que tentou matar ex diante das filhas é condenado a 23 anos
-
Mato Grosso7 dias atrásOperação fiscaliza postos e apura possível abuso nos preços dos combustíveis
-
BRASIL E MUNDO7 dias atrásEncontro entre Vaticano e Marco Rubio busca esfriar atritos com Washington
-
BRASIL E MUNDO7 dias atrásTrump diz que reunião com Lula foi ‘muito produtiva’ e promete novos encontros
-
Saúde7 dias atrásNeurocirurgião defende Profimed como “OAB da Medicina” para garantir qualidade e segurança



