CURIOSIDADES

Sereias existem?

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

Quase todos os povos, principalmente litorâneos têm alguma representação feminina que enfeitiça os homens até se afogarem, ou seja, as chamadas sereias. E isso não é recente.

Há 2 mil anos antes de Cristo (a.C.) os babilônios louvavam o deus Ea, mistura de homem e peixe. Depois, surgiu a lenda de Astagartis, uma garota que se escondeu no oceano após matar outra pessoa, mas o mar se recusou a esconder sua beleza, transformando-a só parcialmente em peixe.

No século 1, o romano Plínio, o Velho, escreveu sobre as nereidas, veneradas como ninfas do mar. E por aí vai…

Até o Cristovão Colombo (aquele que “descobriu” a América) jurava tê-las visto, em 1493, perto do Haiti. Segundo o navegador, elas não eram tão bonitas quanto nos “retratos” (?!)…

Mas até hoje não há uma conclusão, afinal elas existem ou são apenas mito?

Assim como os discos voadores, não há como se ter certeza. Há inúmeros documentários gravados, fotos, registros históricos, peças de museu etc, mas sempre com aquele “q” de incerteza: isso é real ou foi forjado?

Até hoje se debate a existência ou não de sereias, e não é raro vermos notícias sobre esta ou aquela equipe de pesquisadores que descobriu alguma carcaça sinistra ou filmou criaturas bizarras no mar.

No século XIX, o Dr. J. Griffin, um suposto pesquisador inglês de um tal Liceu Britânico de História Natural, apareceu em Nova York com o corpo de uma sereia que teria sido capturada próximo a Fiji, Japão, e causou um verdadeiro furor.

Pouco tempo depois, um homem chamado P.T. Barnum — dono de museu e organizador de espetáculos — convenceu Griffin a expor seu achado na Broadway e, efetivamente, multidões pagaram para ver a sereia. Contudo, logo se descobriu que o pesquisador inglês em realidade se chamava Levi Lyman, e que em vez de cientista, ele era “doutor” em picaretagens. Além disso, o tal liceu britânico nem existia, e Barnum estava envolvido em toda a tramoia.

A suposta sereia era, na verdade, o esqueleto de um macaco — torso e crânio — costurado ao corpo de um peixe, tudo coberto com papel machê para dar à “composição” uma aparência cientificamente mais realista.

Mas, independente de serem reais ou não, elas existem no imaginário popular, alimentam nossa imaginação e criatividade, e estão cada vez mais “na moda” (e isso, no mundo inteiro!). Você pode comprar bonecas de sereia, livros para colorir e fantasias. Você pode encontrá-las em bandeiras, moedas e cafés Starbucks. Em alguns aquários e parques aquáticos, pessoas reais atuam como sereias e têm de praticar prender a respiração e manter os olhos abertos debaixo d’água por um longo tempo. Existe até uma marca de algodão doce chamada “Mermaid Farts” (Flatos de Sereia, em tradução livre), que é descrita como “doce e fofa!”.

Então, a conclusão a que chegamos é que sim! elas existem…

 

 

 

 

 

 

 

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VÍDEO: homem enfrenta crocodilo com uma frigideira

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Homem enfrenta crocodilo com uma frigideira em Darwin, na Austrália
Reprodução: redes sociais – 22/06/2022

Homem enfrenta crocodilo com uma frigideira em Darwin, na Austrália

Um vídeo que mostra um homem batendo em um crocodilo com apenas uma frigideira viralizou nas redes sociais. O homem é Kai Hansen, dono de um bar e morador da cidade de Darwin, na Austrália, onde aconteceu o caso.

A gravação registra o momento em que Hansen bate duas vezes no nariz do crocodilo com o utensílio de cozinha, fazendo com o que o animal desistisse do ataque e voltasse para o rio. Veja:

Nas redes sociais, o vídeo fez sucesso e recebeu comentários bem-humorados sobre como é ser morador da Austrália. 

“Usamos panelas, americanos usam armas, australianos são construídos assim”, escreveu Olga Pavlopoulou nas redes sociais.

“No caso da Austrália: bata nas criaturas com uma panela”, comentou Pat Crash.

“O dono do bar bate no crocodilo com uma frigideira para afugentá-lo do gramado da frente. Aqui na Austrália é exatamente isso que acontece em qualquer terça-feira”, observou John Scriven.

Não é a primeira vez que o dono do bar lida com crocodilos. Na verdade, Hansen tem um de estimação que se chama Casey. Além disso, os turistas que visitam o estabelecimento podem conhecer o animal.

Já o réptil agredido com uma frigideira, foi apelidado de Fred. Uma equipe especial de resgate de crocodilos foi enviada à ilha para o recolhimento do animal.

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