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Mato Grosso

Sema aplica cerca de R$ 1,5 milhão em multas durante operação

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A Secretaria de Estado e Meio Ambiente (Sema-MT), com apoio da Polícia Militar (PMMT), concluiu nesta sexta-feira (26.6) uma operação de fiscalização contra crimes ambientais na região da Baixada Cuiabana. A ação conjunta, iniciada na segunda-feira (22), resultou na apreensão de uma pá-carregadeira, utilizada para o desmate ilegal, embargos de cerca de 250 hectares e aplicação de sanções administrativas estimadas em torno de R$ 1,5 milhão.

A atuação terrestre ocorreu nos municípios de Barão de Melgaço, São Pedro de Joselândia, Santo Antônio de Leverger, Chapada dos Guimaraes, Nova Brasilândia e Rosário Oeste. As esquipes de fiscalização se deslocaram até os endereços para atender aos alertas detectados pela base de dados da Sema, além dos emitidos pelas imagens via satélite Planet, de monitoramento em tempo real.

Após cinco dias de ofensiva, as principais infrações constadas foram o desmatamento em corte raso, atuação em desacordo com o licenciamento e uso do fogo em período proibitivo ou sem autorização. Essas irregularidades geraram 7 relatórios técnicos, 6 notificações, 3 embargos, 3 autos de infração, 3 autos de inspeção, 2 despachos, 1 termo de apreensão e 1 termo de depósito.

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Uma pá-carregadeira apreendida em flagrante durante a operação foi removida e depositada no pátio credenciado da Sema em Cuiabá.

Atividades de queima

Devido às condições climáticas favoráveis à propagação de incêndios, a operação também atuou firmemente na prevenção de incêndios florestais, resultando no cancelamento imediato de licenças e autorizações de queima na região.

Este ano, o período proibitivo de uso do fogo para limpeza e manejo de áreas localizas nos três biomas do estado (Amazônia, Cerrado e Pantana) será de 1º de julho a 30 de novembro.

 

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Mato Grosso

Hospital Central de MT é o primeiro do país a operar dois equipamentos coração-pulmão de nova geração

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Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso,

O centro cirúrgico do Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, em Cuiabá, passou a contar com dois equipamentos de circulação extracorpórea com tecnologia inédita no Brasil. A unidade é a primeira do país a colocar em funcionamento máquinas desse modelo, que monitoram parâmetros do paciente em tempo real e realizam exames sanguíneos durante as cirurgias cardíacas.

Conhecido como aparelho coração-pulmão, o equipamento substitui temporariamente as funções do coração e dos pulmões enquanto o paciente é submetido a determinados procedimentos. A tecnologia pode ser utilizada em cirurgias de pacientes com insuficiência coronariana, vítimas de infarto, crianças com cardiopatias congênitas, entre outros casos de alta complexidade.

Ao todo, existem cinco máquinas desse tipo no Brasil. As duas instaladas no Hospital Central foram as primeiras a entrar em operação no país.

Segundo o coordenador do centro cirúrgico da unidade, Iuri Tamasauskas, os aparelhos possuem sensores de segurança que acompanham o fluxo sanguíneo e outros parâmetros durante todo o procedimento.

“Esse equipamento é atualmente a mais moderna tecnologia para circulação extracorpórea no mundo. Ele tem vários sensores de segurança, que monitoram fluxo e diversos outros parâmetros durante a cirurgia. Essa máquina tem, inclusive, análise laboratorial e gasométrica em tempo real durante a cirurgia”, explicou.

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A gasometria verifica os níveis de oxigênio, gás carbônico e a acidez do sangue. Em equipamentos convencionais, a equipe precisa retirar amostras de sangue periodicamente e encaminhá-las para análise. Com a nova tecnologia, o procedimento é realizado de forma automática durante a perfusão, etapa em que o sangue circula pelo organismo enquanto o coração e os pulmões têm suas funções temporariamente substituídas.

A tecnologia instalada no Hospital Central é reconhecida pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular e pela Sociedade Brasileira de Circulação Extracorpórea por atender às diretrizes de segurança estabelecidas pelas entidades.

O centro cirúrgico do hospital possui 11 salas. Uma delas é destinada a cirurgias robóticas e outra a procedimentos minimamente invasivos realizados com o auxílio de um aparelho de hemodinâmica.

Para a diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor, a incorporação de equipamentos avançados é fundamental para uma unidade voltada à realização de procedimentos de alta complexidade.

“A vocação de um hospital de alta complexidade é realizar cirurgias que requerem procedimentos minuciosos, muito especializados, e poder contar com o que há de mais moderno torna a assistência ainda mais qualificada para a população de Mato Grosso”, afirmou.

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O Hospital Central de Alta Complexidade é uma unidade pública estadual administrada pelo Hospital Israelita Albert Einstein. O atendimento é realizado integralmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e os pacientes são encaminhados pela Central Estadual de Regulação.

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e o 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc. Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas — que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial, Serviços de Residência Terapêutica, unidades de atenção ambulatorial especializada e serviços de urgência e emergência — e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

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