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Queda no preço de frutas e verduras chega a 33% em Cuiabá

Tomate, batata, abacate e a banana maça tiveram os preços reduzidos nesta última semana de janeiro

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Lucas Diego

O tomate teve queda no preço de 14%, passando de R$ 70 a caixa com 20kg, para R$ 60

O tomate teve queda no preço de 14%, passando de R$ 70 a caixa com 20kg, para R$ 60

Quatro hortifrutigranjeiros presentes na mesa do mato-grossense ficaram mais baratos nesta semana. É o que aponta o boletim semanal realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), na Central de Abastecimento de Cuiabá, que atende ao comércio atacadista e varejista de hortifrutigranjeiros da capital e região.

 

Foi constatado que o tomate, a batata, o abacate e a banana maçã tiveram os preços reduzidos. A maior queda foi registrada no valor da banana maçã. A fruta sofreu redução de 33%. Na semana passada a caixa com 20kg era vendida a R$ 90, e nesta está ao preço de R$ 60. Em seguida aparece o abacate com diminuição de 30% no valor. De R$ 100, a caixa com 20kg do fruto passou a custar R$ 70.

 

Para o engenheiro agrônomo da Seaf, Luiz Henrique Carvalho, que acompanha a sazonalidade dos preços dos principais itens da agricultura familiar, o clima nos meses anteriores contribuiu para o desenvolvimento das culturas, propiciando melhores ofertas e diminuindo as perdas com as chuvas. “O cultivo dessas frutas e legumes é bem favorecido nessa época do ano, o que garante a redução dos preços”, explica Carvalho.

 

Em 3º lugar na lista de queda de preços nesse final de janeiro aparece a batata. De R$ 140, a saca com 50kg passou a ser vendida a R$ 110. Queda de 21% no valor do tubérculo.  E por último aparece o tomate, com queda no preço de 14%, passando de R$ 70 a caixa com 20kg, para R$ 60.

 

Cotação

 

A cotação de preços dos 69 principais itens produzidos pela agricultura familiar é realizada semanalmente, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço leva em conta o preço mínimo, mais comum, e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

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Metais preciosos, commodities e criptomoedas: o mundo dos investimentos alternativos


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Os investimentos alternativos são instrumentos financeiros que permitem diversificar o portfólio além dos tradicionais mercados de ações e imobiliário. Embora ações e imóveis estejam entre as escolhas mais comuns, investir em ativos alternativos pode oferecer maior estabilidade em períodos de volatilidade. Esses instrumentos incluem, entre outros, metais preciosos, criptomoedas e commodities, setores que apresentam dinâmicas diferentes dos investimentos convencionais. A diversificação em ativos alternativos atende à necessidade de equilibrar o portfólio e mitigar os riscos associados a um mercado que, em certos momentos, pode se tornar extremamente instável.

Metais preciosos: um exemplo de estabilidade

Os metais preciosos, como ouro e prata, representam uma das categorias mais populares entre os investimentos alternativos. O ouro, em particular, é considerado um ativo de refúgio: em situações de incerteza econômica ou alta inflação, tende a manter ou aumentar seu valor. O desempenho do ouro é frequentemente indicado no Forex com o símbolo xauusd e, conforme ilustrado nesta página informativa online, pode oferecer aos investidores uma proteção contra a instabilidade dos mercados tradicionais. Esse símbolo reflete a taxa de câmbio entre o ouro e o dólar americano, um parâmetro acompanhado por quem deseja investir em um ativo seguro durante períodos de crise.

Commodities e agricultura: um mundo de recursos
Além dos metais preciosos, outras categorias de investimentos alternativos incluem commodities como petróleo, gás natural e produtos agrícolas. Investir em commodities significa participar de um mercado onde os preços são determinados não apenas pela oferta e demanda, mas também por fatores geopolíticos, climáticos e tecnológicos. Esses ativos têm uma função estratégica na gestão do portfólio, pois oferecem um potencial de crescimento independente das flutuações dos mercados de ações. As commodities agrícolas, em particular, são influenciadas pelas condições climáticas e inovações no setor alimentar, representando assim uma oportunidade para investidores com interesse em sustentabilidade e agroalimentação.

Criptomoedas: entre inovação e volatilidade
As criptomoedas são um dos investimentos alternativos mais recentes e representam um setor em constante crescimento. Essas moedas digitais, baseadas em tecnologias descentralizadas como o blockchain, são consideradas investimentos de alto risco, mas também de alto potencial de retorno. Sua natureza digital e a ausência de regulamentação central as tornam particularmente voláteis, mas, ao mesmo tempo, capazes de oferecer novas oportunidades financeiras. As criptomoedas oferecem uma visão inovadora do mundo econômico, desvinculada das lógicas dos bancos centrais e das autoridades governamentais, atraindo investidores que desejam diversificar o portfólio com ativos de perfil não convencional.

Arte e bens colecionáveis: um patrimônio tangível
Outra forma de investimento alternativo está nos bens colecionáveis e nas obras de arte. Esses investimentos, muitas vezes menos líquidos e vinculados a um crescimento de longo prazo, são escolhidos por quem deseja diversificar com um patrimônio tangível. A arte pode representar não apenas um investimento, mas também um valor cultural e estético, e seu valor tende a se manter independente dos mercados financeiros tradicionais. Desde pinturas clássicas até modernas obras digitais, o colecionismo pode oferecer uma proteção ao portfólio e enriquecer o patrimônio pessoal com um toque de exclusividade.

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