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Primeiro passo para um planejamento tributário eficiente

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Vinicius Bergamasco

Vinicius Bergamasco

O Brasil possui uma das mais elevadas cargas tributárias do mundo, o que leva o empresário a gastar em média 1.501 horas por ano para realizar todas as declarações e os efetivos recolhimentos aos cofres públicos segundo dados do relatório Doing Business 2020, publicado pelo Banco Mundial.

 

Diante da complexidade de apuração dos tributos, adotar uma estratégia de melhor eficiência para realizar o recolhimento justo dos tributos é uma medida essencial que irá garantir a sobrevivência de qualquer empresa no longo prazo.

 

Uma boa estratégia tributária se inicia com a escolha do melhor regime tributário que se enquadra com a realidade da sua empresa. A análise do melhor regime tributário deve levar em consideração fatores como faturamento, atividade comercial (comércio ou serviço), área de atuação, porte do negócio, dentre outros fatores.

 

Mas afinal de contas, o que é o regime tributário?

 

Regime tributário é o conjunto de leis que regulamenta a forma de tributação da pessoa jurídica no que diz respeito ao Imposto de Renda Pessoa Jurídica e CSLL (contribuição social sobre o lucro líquido), e no Brasil existem três modalidades diferentes: simples nacional, lucro presumido e lucro real.

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Nessa primeira, de uma série de publicações, iremos focar no simples nacional.

 

O simples nacional é o regime tributário que engloba em apenas um documento o recolhimento de 8 impostos e contribuições: PIS, Cofins, IPI, ICMS, CSLL, ISS, Imposto de Renda da pessoa jurídica e, em alguns casos, INSS patronal. Para se enquadrar no regime do simples a receita bruta da empresa não poderá ser superior a R$ 4.800.000,00 por ano.

 

O recolhimento no simples nacional é realizado mensalmente e a sua alíquota são previstas nos 5 anexos da Lei Complementar n. 155/2016, podendo variar de 4% a 33%, dependendo da atividade comercial e da receita bruta faturada por ano.

 

A grande vantagem do simples nacional é que ele foi criado para facilitar a vida das microempresas ou empresas de pequeno porte, concentrando a maioria dos impostos e contribuições em apenas um documento de arrecadação, já que antes da existência do simples nacional, era necessário a emissão de uma guia para cada imposto e cada contribuição.

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Mesmo com tamanha facilidade no que se refere ao recolhimento dos tributos, é necessário fazer um estudo contábil e tributário, colocando na ponta do papel todo o peso da carga tributária nos dois outros regimes que serão demonstrados nas próximas publicações, para ver qual se amolda melhor na realidade da sua empresa e que irá acarretar em uma menor carga tributária.

 

Vinicius Bergamasco é advogado e sócio do escritório de advocacia Cardoso de Andrade Advogados Associados

 

 

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artigos

O dever da Religião

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Por Paiva Netto

Declarei ao ilustre jornalista italiano radicado no Brasil Paulo Rappoccio Parisi (1921-2016), na entrevista concedida a ele em 10 de outubro de 1981, que é dever da Religião proclamar a existência do Espírito imortal e efetivar os resultados práticos desse indispensável conhecimento na reforma do planeta.

Eis o pragmatismo que, por força da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, o Brasil oferece à humanidade, pois tais noções amadurecerão a consciência dos povos para a realidade espiritual de que ninguém consegue permanentemente escapar. Não se pode eternamente impedir a manifestação daquilo que nasce com o ser humano,

mesmo quando ateu: o sentido de Religiosidade que se expressa das mais variadas formas. Para além do debatido determinismo histórico, trata-se, acima de tudo, do Determinismo Divino, de que nos falava Alziro Zarur. Antes que fatalmente a Ciência conclua, em laboratório, sobre a perenidade da vida, cumpre à Religião não só abordar com maior objetividade a existência do Espírito após a morte, mas concomitantemente pesquisar o Mundo ainda Invisível.

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Parceria Céu e Terra

Ora, a morte não deve ser motivo de assombro nem ser tratada com desdém ou negligência. Diante da eternidade da vida, é essencial extrair seus preciosos aprendizados, que ajudaram a moldar os destinos da humanidade, contribuindo para sua continuação até aqui. Esse intercâmbio entre Terra e Céu, Céu e Terra, quando estabelecido com as forças do Bem, nos dá confiança na vida. Contar com a cooperação bendita daqueles que nos antecederam na jornada espiritual, sabendo que estão mais vivos do que nunca, incentivando-nos a boas ações, no cumprimento de nossas tarefas prometidas antes de aqui renascer, é parceria infalível.

Há décadas, preconizo que o ser humano não é somente sexo, estômago e intelecto, isto é, um saco de sangue, ossos, músculos e nervos, apenas jungido às limitadoras perspectivas do plano material. Reduzi-lo a isso é promover a cultura do fedor. A morte não é o fim; a vida é perpétua. E o Espírito é suprema realidade.

 

José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor – [email protected] — www.boavontade.com

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