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POLÍCIA

Politec identifica motorista de aplicativo encontrado morto em veículo incendiado

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Foto: Kamilla Weiss

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu a identificação do homem encontrado sem vida dentro de um carro incendiado na MT-383, em Rondonópolis, no dia 28 de julho. Trata-se de Sergio Augusto Gomes dos Anjos, de 31 anos, motorista de aplicativo que estava desaparecido.

Por causa do elevado grau de carbonização do corpo, os peritos recorreram ao método odontológico, que consiste na comparação entre a arcada dentária da vítima e exames de imagem odontológicos feitos ainda em vida. Dentes e materiais restauradores resistem a altas temperaturas, traumas mecânicos intensos e processos de decomposição orgânica.

A combinação de elementos como dentes presentes ou ausentes, restaurações, tratamentos de canal, implantes, próteses, formatos de raízes e variações anatômicas forma uma espécie de “assinatura” praticamente única de cada pessoa.

Depois de concluído o processo de identificação, o corpo foi encaminhado a Rondonópolis e liberado à família para os procedimentos fúnebres.

A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias que levaram à morte de Sergio.

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POLÍCIA

Polícia Civil recupera R$ 5 mil transferidos por engano via Pix

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A Polícia Civil de Mato Grosso recuperou, na quinta-feira (30.7), o valor de R$ 5 mil enviado por engano por um morador de Rondolândia. A ação foi conduzida em conjunto pelas Delegacias de Polícia de Rondolândia e de Nobres.

A vítima, de 54 anos, procurou a unidade policial de Rondolândia para relatar que o filho havia feito uma transferência via Pix equivocada, enviando R$ 5 mil para uma conta bancária diferente da que pretendia.

De posse da informação, a equipe policial consultou os sistemas disponíveis, identificou o titular da conta que recebeu o valor e verificou que ele residia no município de Nobres.

Com o apoio dos policiais da delegacia local, o destinatário foi localizado e informado sobre o erro. Inicialmente, porém, ele se recusou a devolver a quantia, condicionando a restituição ao pagamento de R$ 2 mil pela vítima.

Diante da atuação policial e das medidas adotadas, o valor acabou sendo integralmente devolvido ao proprietário, encerrando o prejuízo financeiro causado pela transferência equivocada.

A Polícia Civil alerta que, em casos de transferências feitas por engano, quem recebe valores indevidos não pode se apropriar da quantia nem exigir qualquer contraprestação para devolvê-la, devendo comunicar a instituição financeira ou restituir o montante ao legítimo dono. A retenção indevida de valores recebidos por erro pode configurar ilícito penal e sujeitar o responsável às medidas legais cabíveis.

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