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POLÍCIA FEDERAL

PF investiga extração ilegal de areia em área de preservação

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Uberaba/MG. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (8/7), a Operação Areia Negra, com o apoio da 6ª Companhia de Polícia Militar de Meio Ambiente de Uberaba e do 4º Batalhão de Polícia Militar Ambiental – 3ª Cia – de Franca/SP. A ação cumpre diligências no âmbito de inquérito policial que investiga a extração ilegal de areia na represa de Volta Grande, no Oeste de Minas Gerais.

As investigações tiveram início em setembro de 2024, quando foi identificada uma balsa/draga de uma empresa sediada em Aramina/SP, extraindo areia fora da área autorizada, em polígono pertencente a outra mineradora. A partir desse episódio, outros sete registros semelhantes foram formalizados até outubro daquele ano, indicando possível prática reiterada de extração mineral irregular. 

Na ação desta data, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, um na sede da empresa, em Aramina/SP, e outro na draga utilizada na extração investigada, no município de Uberaba. As diligências incluem a oitiva de testemunhas e investigados, além de consulta à Agência Nacional de Mineração (ANM) para verificar a regularidade das autorizações de extração mineral da empresa investigada.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
Contato: (31) 3168-6342
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF e CGU apuram esquema de lavagem de dinheiro ligado a contratos públicos no Espírito Santo

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Vila Velha/ES. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (8/7), a Operação Colosso de Areia, com o objetivo de investigar um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado a contratos públicos celebrados por municípios do Espírito Santo. A ação, realizada com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), cumpre 17 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça.

As investigações apontam que os grupos investigados mantiveram contratos públicos que somam aproximadamente R$ 908,8 milhões entre 2017 e 2025.

Segundo as apurações, empresas de fachada eram utilizadas, em tese, para ocultar e dissimular recursos provenientes desses contratos, por meio de movimentações financeiras incompatíveis com as atividades declaradas, transferências entre pessoas jurídicas e expressivos saques em espécie.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aproximadamente R$ 270 mil em espécie, além de veículos e documentos que serão analisados no curso da investigação.

Os fatos apurados podem caracterizar, entre outros delitos, o crime de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da apuração de eventuais crimes correlatos contra a Administração Pública e o sistema licitatório. Os investigados poderão responder pelos crimes apurados, conforme o avanço das investigações e a eventual responsabilização individual.

Leia mais:  PF combate desvio de medicamento controlados destinados ao tráfico de drogas

Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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