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POLÍCIA FEDERAL

PF investiga exploração sexual e trabalho análogo à escravidão

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João Pessoa/PB. A Polícia Federal deflagrou, nesta segunda-feira (13/7), a Operação Donos da Noite 2, para cumprir dois mandados de prisão preventiva expedidos pela 16ª Vara Federal da Seção Judiciária da Paraíba.

As ordens judiciais foram cumpridas nos municípios de Pitimbu/PB e de Nova Cruz/RN contra investigados apontados como integrantes de organização criminosa voltada à exploração sexual de mulheres em situação de vulnerabilidade.

A operação é um desdobramento da primeira fase da Operação Donos da Noite, deflagrada em 10/6/2026.

As investigações apontam a possível existência de uma estrutura organizada destinada à exploração sexual de mulheres em situação de vulnerabilidade, por meio de mecanismos de aliciamento, de endividamento, de restrição da liberdade de locomoção, de imposição de jornadas exaustivas e de outras formas de exploração econômica.

São apurados os crimes de organização criminosa, tráfico de pessoas para fins de exploração sexual, redução à condição análoga à de escravo, rufianismo e manutenção de estabelecimento destinado à exploração da prostituição.

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Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba
WhatsApp: (83) 3565 8690
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF investiga coação a testemunhas de processo criminal em curso

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Governador Valadares/MG. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (14/7), a Operação Soteria, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a ameaças e intimidações dirigidas a testemunhas, vítimas e denunciantes vinculados a processo criminal em curso.

Na ação, foram cumpridos três mandados judiciais de busca e apreensão e dois mandados judiciais de prisão preventiva, expedidos pelo Juízo de Garantias da Primeira Vara Federal Criminal de Montes Claros, contra investigados que já figuram como réus em outra ação penal, na qual respondem, em tese, pela prática do crime de promoção de migração ilegal. Houve apreensão de aparelhos de telefone celular e documentos, que serão analisados.

Os investigados foram presos em fevereiro de 2026, no âmbito de investigação anterior, e, posteriormente, tiveram a liberdade provisória concedida mediante imposição de medidas cautelares. Após a soltura, ambos os investigados teriam passado a ameaçar testemunhas e denunciantes relacionados à persecução penal. As investigações apontam que as condutas teriam sido praticadas com o objetivo de constranger pessoas envolvidas no processo criminal.

Os suspeitos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de coação no curso do processo e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
E-mail: [email protected]
Contato: (31) 3168-6342

Fonte: Polícia Federal

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