arqueologia

Museu Histórico e Indígena de Rosário Oeste

Publicados

em


Assessoria Prefeitura

Vista interna do Museu

O Museu foi criado em 1980, pelo jornalista e historiador Weller Marcos, através da Prefeitura Municipal de Rosário Oeste. O prédio onde foi instalado o museu serviu de residência para o Comendador Gabriel de Moraes e Souza, rico fazendeiro da região.
Em 1912, por decreto do Presidente do Estado de Mato Grosso, Dr. Joaquim Augusto da Costa Marques, foi criado e instalado na residência o primeiro grupo escolar do município, denominado Grupo Escolar Presidente Marques.
A missão do museu é registrar, preservar, expor e estimular a arte, a cultura e a história de Rosário Oeste, com a finalidade de promover e valorizar a identidade artística, cultural e histórica. Tipologia do acervo: Antropologia e Etnografia. Arqueologia. Artes Visuais. Ciências Naturais e História Natural. Ciência e Tecnologia. História. Os bens culturais que compõem o acervo do Museu foram adquiridos através de doações da própria comunidade, desde 1980, ano de criação do Museu. O acervo é composto de objetos indígenas, documentos históricos, pedras, moedas, cédulas, quadros, objetos antigos e fotografias.
Fonte: Museu do Índio – IPHAN

Comentários Facebook
Propaganda

arqueologia

Estudo publicado analisou cerca de 230 genomas

Impactos do desenvolvimento

Publicados

em

Por


Isabela Moreira 

 

Pela primeira vez cientistas analisaram o DNA de humanos que viveram antes, durante e depois da revolução agrícola, ocorrida há cerca de 8,5 mil anos. O objetivo é simples:  dos nossos ancestrais de forma a entender como essas alterações influenciaram a sociedade ao longo dos séculos. Até então, os únicos materiais de estudo dos pesquisadores eram ossos e restos físicos da história da Europa. Em termos de comparação, os ossos mais recentes são de 45 mil anos atrás. 

 

“Há décadas temos tentado descobrir o que aconteceu no passado”, disse Rasmus Nielse, geneticista da Universidade da Califórnia, Berkeley, nos Estados Unidos, em entrevista ao The New York Times. “E agora temos um estudo que é quase uma máquina do tempo.”

 

Nielse se refere ao uso de DNA de esqueletos antigos. A partir deles é possível saber, além dos impactos da agricultura nos humanos, a origem do genoma dos europeus contemporâneos. Para realizar o estudo em questão, publicado na Nature na última segunda-feira (23), o geneticista David Reich, da Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, e sua equipe analisaram os genomas de 230 europeus que viveram entre 8,5 mil e 2,3 mil anos atrás. Os cientistas compararam esses genes com o de humanos vivos atualmente. 

 

A pesquisa sugere que, antes da revolução agrícola, a Europa era composta por populações de caçadores e coletores. Isso mudou com a chegada de um novo povo, cujo DNA lembra o das pessoas do Oriente Médio – tudo indica que eles trouxeram as técnicas de agricultura consigo ao chegar na região.

Por meio da pesquisa, foi possível desmentir alguns boatos que corriam há anos, como o de que os europeus passaram a beber leite a partir do momento em que começaram a criar gado, por exemplo. De acordo com Reich, o gene LCT, relacionado à digestão do leite, de fato se tornou mais comum do que era antes na Europa com a introdução da agricultura, mas ele só começou a aparecer com frequência há somente 4 mil anos. 

 

O estudo permitiu que os pesquisadores mapeassem as mudanças na cor da pele dos europeus. Há 9 mil anos os coletores e caçadores que viviam na Europa tinham origem africana e possuíam pele escura. Os agricultores que chegaram na região em seguida tinham a tez mais clara, o que se reforçou com um gene variante que surgiu anos depois. 

Por fim, os cientistas revelaram que após o advento da agricultura, os europeus ficaram mais baixos, principalmente no sul do continente. 

 

 

*Com supervisão de André Jorge de Oliveira

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana