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Várzea Grande

Pivetta afirma que Estado seguirá mobilizado até resolver falta de água em Várzea Grande

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que o Estado vai permanecer mobilizado em Várzea Grande até solucionar os problemas de abastecimento de água no município. Nesta quarta-feira (26.8), durante agenda no bairro Joaquim Curvo, na região do Grande Cristo Rei, o governador acompanhou a operação de um poço reativado que abastece cerca de 2 mil casas.

“Não é normal viver sem água. Não dá para normalizar isso. Nós viemos para Várzea Grande para ficar. Vamos trabalhar até resolver esse problema da água. Vamos continuar até que chegue a água em todas as áreas, em todos os lares várzea-grandenses”, afirmou Pivetta.

O poço passou a operar diretamente na rede de distribuição, aumentando a pressão e permitindo que a água chegasse às caixas das residências. Segundo a equipe da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), os moradores estão recebendo água diariamente desde a ativação, há cerca de uma semana.

A mudança já é percebida pelos moradores. Uma moradora contou que chegou a ficar 15 dias sem água antes da reativação do poço. “Estava 15 dias aqui sem água. Depois que resolveu, agora é dia e noite. Muito bom”, relatou.

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A ação integra a força-tarefa mobilizada pelo Estado há cerca de 20 dias para reforçar o abastecimento no município. Nesse período, três poços foram perfurados e outros oito, que estavam inativos, foram reativados. As medidas já colocaram quase 5 milhões de litros de água na rede e melhoraram o abastecimento de aproximadamente 15 mil domicílios.

“Nós estamos ativando todos os poços. Não vamos deixar faltar água na Grande Cristo Rei. Vamos suprir essa deficiência da estação com toda a ação que estamos fazendo agora”, destacou o governador.

Paralelamente às ações emergenciais, o Estado trabalha na recuperação da Estação de Tratamento de Água (ETA) Cristo Rei. As membranas necessárias para o equipamento já foram adquiridas. O material é importado e será utilizado na recuperação da estação.

Enquanto as ações são executadas, novas frentes de trabalho são abertas para reforçar o abastecimento. Na Escola Municipal Maria Antunes, no bairro Jardim União, Pivetta acompanhou a perfuração de um poço que será utilizado para atender a unidade escolar e reforçar a rede de distribuição do bairro. “Isso é só o começo. Vamos fazer em todos os lugares”, completou Pivetta.

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A agenda foi acompanhada por equipes da Sinfra e pelos vereadores Wendel Madureira e Charles da Educação.

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MINISTÉRIO PÚBLICO MT

Após 19 anos, homem é condenado por homicídio e ocultação de cadáver

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta segunda-feira (24), Antônio Wilson Ribeiro a 13 anos de reclusão pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O assassinato ocorreu em 9 de maio de 2007 e teve como vítima William Batista Luz.

Segundo a acusação, William foi confundido com o autor de um crime cometido anteriormente em uma clínica odontológica, onde uma funcionária havia sido feita refém. Na época, o paciente retornou ao estabelecimento para dar continuidade a um tratamento, mas acabou sendo associado equivocadamente à ocorrência registrada anos antes.

Ainda conforme a denúncia do Ministério Público, William foi algemado e retirado da clínica por um grupo de homens. Depois disso, ele nunca mais foi visto. O corpo da vítima não foi localizado.

Apesar da ausência de restos mortais, o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade do crime com base no conjunto de provas reunido durante a investigação. Foram apresentados depoimentos de testemunhas presenciais, informações sobre a relação entre os envolvidos, registros que colocavam o réu no contexto dos fatos e dados relacionados ao veículo utilizado para retirar a vítima do local.

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A Justiça também reconheceu a morte presumida de William, diante do desaparecimento definitivo e das circunstâncias em que ele foi visto pela última vez, determinando a emissão da respectiva certidão de óbito.

Durante o julgamento, os jurados acolheram a tese apresentada pelo Ministério Público e consideraram Antônio Wilson Ribeiro responsável pelo homicídio qualificado e pela ocultação do cadáver.

O caso reforça que a investigação e a punição de crimes devem seguir os procedimentos legais e ser conduzidas pelas instituições competentes. A decisão foi proferida quase duas décadas após o desaparecimento de William, mesmo sem que o corpo tenha sido encontrado.

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