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Justiça dá 24h para Estado garantir UTI e cirurgia de urgência a paciente

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A Justiça de Mato Grosso determinou prazo de 24 horas para que o Estado disponibilize uma vaga em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) coronariana e realize todos os procedimentos necessários para a cirurgia de urgência de um paciente diagnosticado com aneurisma da aorta torácica. W.B. aguarda pelo procedimento desde o dia 23 de dezembro e corre risco iminente de morte, segundo a família, que buscou auxílio junto à 1ª Promotoria de Justiça de Porto Esperidião, município a 326km de Cuiabá.

A decisão judicial, expedida a pedido da Promotoria, atende à urgência do caso e determina que o Estado forneça, além da vaga em UTI, todos os exames, avaliações e a própria cirurgia para a recuperação e preservação da saúde do paciente. A família relatou à Promotoria a gravidade da situação e a necessidade imediata da intervenção cirúrgica, ressaltando a angústia da espera e o risco crescente de complicações irreversíveis.

O aneurisma da aorta torácica é uma condição grave que exige intervenção médica rápida. A dilatação da aorta, principal artéria do corpo, pode levar à ruptura, causando hemorragia interna e, consequentemente, óbito. A demora na realização da cirurgia aumenta significativamente as chances de complicações e piora o prognóstico do paciente.

A Promotoria de Justiça de Porto Esperidião acompanha o caso e tomou medidas judiciais para garantir o direito à saúde de W.B. A determinação judicial reforça a obrigação do Estado em fornecer atendimento médico adequado e em tempo hábil, especialmente em situações de urgência e emergência que colocam em risco a vida do paciente. A reportagem tentou contato com a Secretaria Estadual de Saúde para obter um posicionamento sobre o caso, mas ainda não obteve resposta. Aguardamos novas informações sobre o cumprimento da decisão judicial e o estado de saúde de W.B.

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Polícia resgata vítimas de sequestro e prende sete faccionados

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Seis homens e uma mulher, todos membros de uma facção criminosa, foram presos pela Polícia Militar por sequestro e cárcere privado, tortura, lesão corporal e tráfico de drogas, na madrugada deste domingo (19.4), em Porto Esperidião. Na ação, dois homens e uma mulher mantidos em cativeiro foram libertados pela PM.

Conforme o boletim de ocorrência, policiais da cidade vizinha de Glória d’Oeste foram acionados pela esposa de uma das vítimas, que denunciou que seu marido teria sido sequestrado na frente da residência do casal, em Porto Esperidião. A testemunha afirmou que o crime teria sido cometido por três homens encapuzados, que fugiram em uma caminhonete SW4.

Os militares seguiram para o município e solicitaram apoio das equipes de cidades vizinhas e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron). O endereço onde acontecia o sequestro foi identificado e os policiais se deslocaram em direção a casa, flagrando alguns suspeitos na frente do imóvel.

Em seguida, os policiais fizeram uma movimentação para abordagem, conseguindo deter dois suspeitos que tentaram fugir. Ao entrarem na casa, os outros cinco suspeitos foram detidos. No interior do imóvel, as três vítimas foram encontradas com as mãos e pés amarrados e algumas lesões pelo corpo.

Em depoimento, uma das vítimas confirmou ter sido sequestrada em casa, enquanto outra vítima afirmou ter sido atraída até o endereço. Elas informaram que estavam sendo mantidas em cárcere para serem cobradas sobre supostos roubos de drogas pertencente aos suspeitos, que seriam membros de uma facção criminosa.

Ainda em relato, as vítimas disseram que estavam sendo agredidas com socos e pauladas pelo corpo, além de serem ameaçadas de morte, e que os criminosos faziam chamada de vídeo com outros integrantes da facção para determinarem as ações que seriam realizadas.

Os policiais fizeram varredura em todo o imóvel e encontraram facas e arames lisos, que estavam sendo usados para amarrar as vítimas, além de cerca de meio quilo de substância análoga à maconha.

Todos os criminosos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia mais próxima para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

 

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