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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Primavera do Leste

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O movimento colonizador da cidade de Primavera do Leste foi idealizado e executado pelo Dr. Edgard Cosentino, um paulista que chegou à região em 1970.

Um dos moradores mais antigos de Primavera foi o Sr. João Basílio, baiano de Santana das Neves. Estabeleceu-se no entroncamento da estrada de Paranatinga com a Br-70. No outro lado da estrada existia um pequeno comércio que pertencia ao Sr. Sebastião Dourado, que mais tarde venderia seu negócio ao Sr. Muniz e esposa D. Selma.

Em 1962, Estoessel de Oliveira Neves principiou atividade agropastoril na região. No ano seguinte foi a vez do Sr. Sabino Arias, que começou a movimentar a Fazenda Santa Adriana, tendo à frente o “velho” Cutu, Otávio e sr. Santo. Não demorou muito e chegou à região o sr. Lindolfo Trampuch. Em 1968, já estava iniciando atividades ao longo da MT-130, um grupo de empresários paulistas no projeto Fazenda Volta Grande.

A partir de 1970, foi formada a empresa Primavera do Oeste S/A, composta por empresários paulistas da região do ABC. Os sócios eram: Dr. André Beer, Dr. Edgard Cosentino, Dr. Luíz Eulálio Bueno Vidigal Filho, Pedro Botelho, Mário Cordeiro de Menezes, James Water Jr. e o proprietário da fazenda Sr. Frederico José Themóteo.

Estavam trabalhando nessa região já em 1972, as seguintes pessoas: Amilton e Ailton Deiró, José Inocêncio (goiano), Casimiro Bispo de Araújo (cacique), Leonardo Araújo Ferreira e família, o falecido Corote, Júlio Pisseti, Luíz Pinheiro de Menezes e família, José Luíz Frota e família, o Sr. Wilsão do Rio Combuco, Sr. Poletta da fazenda Passo Fundo, Moisés e Maurício Pinheiro de Menezes e o fazendeiro  Francisco (Chico).

Com os incentivos fiscais da SUDAM e PROTERRA, deu-se início ao desenvolvimento da região. Em 1973 iniciava atividades junto a BR-70 as famílias de Gaspar e de Eugênio Malheiros. Dois anos depois Florindo Gasparotto, que estava na região desde 1972, fez a primeira plantação de arroz nas cercanias. Ainda em 1975, chegavam as famílias Donim, Luchese, Locatelli, Castelli, Cerutti, Borghetti, Ravanello, Krasneiiscz e tantos outros. O empreendimento denominado Cidade Primavera, teve início em 26 de setembro de 1979. A cidade já nasceu com energia elétrica desde seu primeiro dia. Ela possuía duas obras de alvenaria, uma casa onde residia o Sr. José Luíz Frota e sua esposa D. Neida Margarida Mozer Frota e a outra a instalação do escritório de venda da companhia colonizadora. Em 1979 a família Sary, Jandir Luíz e família, Luíz Carlos da Silva e Odone Stunf da Silva se fizeram presentes na região, no ano seguinte chegou a família de Mauri Petri.

Para que o empreendimento tivesse sucesso a empresa colonizadora Cosentino Ltda, construiu com recursos próprios o Hospital São Lucas e o posto de telefone. Inúmeros terrenos foram doados às pessoas sem recursos, às igrejas e aos poderes públicos municipal, estadual e federal. Primavera se desenvolveu à custa dos agricultores, na sua grande maioria vindos dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo. O primeiro estabelecimento comercial do loteamento da Cidade Primavera foi o do Sr. Mozart. Do outro lado da Br-70 estava o posto de combustíveis do Sr. Castelli e o restaurante e dormitório Santo Antonio da família Ravanello.

O arquiteto responsável pelo projeto Cidade Primavera foi o Dr. Antonio Carlos Cândia e o responsável técnico foi o Dr. Francisco Braga dos Santos. A parte administrativa e a coordenação até a sua aprovação final foram feitas pelo economista Marcos Martinelli. A 26 de setembro de 1981, foi criado o distrito de Primavera, no município de Poxoréo. Em 24 de agosto de 1984 foi criada a Comissão Pró-Emancipação do distrito Cidade Primavera. Esta comissão foi presidida por Darnes Cerutti. A Lei Estadual nº 5.014, de 13 de maio de 1986, criou o município de Primavera do Leste, com território desmembrado do município de Poxoréo. 

SIGNIFICADO DO NOME

A denominação da localidade advém do primitivo nome Cidade Primavera, sugerido pelo colonizador Edgard Cosentino. No período da emancipação optou-se pelo nome atual, sendo que nesta mesma ocasião foram rejeitadas as sugestões denominativas de “Nova Primavera” e “Alto Primavera”, permanecendo Primavera do Leste.

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE PRIMAVERA DO LESTE





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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Tangará da Serra

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Ponto de passagem de históricas expedições, o lugar onde se assenta a sede municipal de Tangará da Serra abrigava um barracão de seringueiros, conforme informações vindas do povo paresí.

Em 1960, Joaquim Oléas e Wanderley Martinez fundaram a empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA. O objetivo era a implantação de um pólo agrícola, em face da fertilidade do solo e clima propício da região. 

O lugar, sede da futura cidade, recebeu o nome de Tangará, nome propositadamente escolhido, pois o tangará é pássaro de cores bem definidas, de cabeça encarnada e de canto muito belo. O pássaro tangará recebe outros nomes: fandangueiro, dançador, dançarino e uirapuru. Existe uma lenda que o canto do tangará é tão melodioso que, quando canta, os outros pássaros emudecem para escutá-lo. Com a denominação da localidade de Tangará, os fundadores da colonização queriam dizer que no futuro seria uma povoação excelente e admirável. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense do homônimo potiguar e catarinense.

Os primeiros nomes da posse efetiva de Tangará foram de José Itamura, Jonas e Arlindo Lopes. A primeira escola a funcionar em Tangará foi Escola Municipal Santo Antonio, na zona rural, fundada a 18 de julho de 1965, no sítio do Sr. Antônio Galhardo. Nesta época a primeira professora foi dª Iracema da Silva Casa Grande.

Na zona urbana, a primeira escola a funcionar foi a Escolas Reunidas, criada pelo Decreto nº 264, do Diário Oficial de 28 de junho de 1967, tendo como coordenador o Sr. José Davi Nodari, funcionário da prefeitura de Barra do Bugres. Mais tarde a escola passou a chamar-se Grupo Escolar de Tangará da Serra. Nesta fase a diretora era Maria Laura Jhansel – Irmã Mírian. A partir de 1974 mudou novamente de nome: Grupo Escolar Dr. Ataliba Antônio de Oliveira Neto, atuando como diretora a Irmã Osvalda.

Corria fama de terra excelente a da Gleba de Tangará. A administração da colonizadora dera certo. Inicialmente a região pertencia a Diamantino. No entanto, com a criação do município de Barra do Bugres, a região passou para o novo município.

A Lei nº 2.906, de 06 de janeiro de 1969, criou o distrito de Tangará da Serra, no município de Barra do Bugres. A Lei Estadual nº 3.687, de 13 de maio de 1976, pelo deputado José Amando, criou o município. Nas primeiras eleições municipais foi eleita prefeita a Sra. Thaís Bergo, que acumulou prestígio graças à boa administração que teve frente ao executivo municipal de Tangará da Serra.

SIGNIFICADO DO NOME

A denominação da localidade surgiu através de Joaquim Oléas e Wanderley Martinez, donos da empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA, que implantou na região um pólo agrícola, tendo como sede a cidade de Tangará. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense de homônimo potiguar e catarinense

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA

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