HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO
História do município de Juscimeira
A primeira denominação da localidade foi Garimpos, bem antes de ser efetivamente colonizada. Em 1953 João Matheus Barbosa sobrevoou esta região do Vale do Rio São Lourenço, gostou do que viu, comprou terra e, no ano seguinte instalou-se às margens do Rio Areias, juntamente com seus familiares. Mineiro de Diamantina, terra do ex-presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira. João Matheus deu o nome de Juscelândia ao incipiente povoado em homenagem ao seu patrício.
A fertilidade do solo acabou por atrair mais gente à região. A 20 de maio de 1957, à distância de 01 km da divisa das terras de João Matheus Barbosa, estabeleceu-se o sr. José Cândido de Lima, juntamente com seus familiares. O procedimento de José Cândido foi idêntico ao de João Matheus, derrubou a mata, dividiu-a em lotes e entregou aos parentes e famílias de conhecidos que vieram com ele. O povoado iniciado por José Cândido recebeu o nome de Limeira, uma auto-homenagem.
Em 1964 a prefeitura de Poxoréo, a quem a área estava jurisdicionada, alterou a denominação de Garimpos para Juscelândia. O fato criou um mal-estar, pois os dois povoados, Juscelândia e Limeira, formavam na verdade, um único núcleo urbano.
Desta forma, em 1968, o vereador Jurandir Pereira da Silva encaminhou à Câmara Municipal de Jaciara, a quem o povoado estava jurisdicionado na época, a proposta do novo nome do lugar. Saiu a Lei nº. 2.919, de 06 de janeiro de 1969, que ia operar a alteração de denominação do distrito de Juscelândia para Juscimeira, mas o Ato Complementar Federal nº. 46, de 07 de fevereiro de 1969 impediu a execução da lei. Mas o povo insistiu e a Lei nº. 3.761, de 29 de junho de 1976, alterou a denominação do distrito para Juscimeira.
Ainda no ano de 1969, Ramon Araújo Itacaramby, prefeito do município de Jaciara, no intuito de unir as duas povoações, construiu uma escola municipal quase na divisa dos vilarejos, ensejando a fusão. Em 1970, os padres João e Mário Hering edificaram a igreja de São Bom Jesus de Juscimeira, na divisa dos dois povoados, contribuindo definitivamente para a solução do distanciamento psicológico dos dois núcleos populacionais. Juscimeira progredia, agora núcleo urbano único, assim como se desenvolvia toda região. Juscimeira almejava o passo definitivo para a emancipação política. Mas teve pela frente a vontade política decidida de Jaciara, que não consentia em perder o distrito de Juscimeira. Assim demorada luta política impediu a criação do município. Jaciara alegava a demasiada proximidade entre os dois lugares.
No entanto, Juscimeira, demonstrando alta capacidade de produção, convenceu os poderes estaduais da necessidade da emancipação. Juscimeira emancipou-se pela Lei nº. 4.148, de 10 de dezembro de 1979: “Artigo 1º – Fica criado o município de Juscimeira, com sede na localidade do mesmo nome, tendo sua área desmembrada do município de Jaciara”. Artigo 2º – O município de Juscimeira é constituído de quatro distritos, o da sede, Irenópolis, Santa Elvira e São Lourenço de Fátima.
SIGNIFICADO DO NOME
O nome da localidade é vocábulo composto dos topônimos “Juscelândia” e “Limeira”. O termo “Juscelândia” é junção do nome próprio “Juscelino”, que se origina do teutônico “Jocelim”, designando um descendente dos godos, acrescido de lândia, que se origina do inglês “land” e significa terra. O termo “Limeira” é palavra que vem do árabe “limã, limum”, com referência a planta da família das rutáceas.
VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE JUSCIMEIRA
HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO
História do município de Tangará da Serra
Ponto de passagem de históricas expedições, o lugar onde se assenta a sede municipal de Tangará da Serra abrigava um barracão de seringueiros, conforme informações vindas do povo paresí.
Em 1960, Joaquim Oléas e Wanderley Martinez fundaram a empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA. O objetivo era a implantação de um pólo agrícola, em face da fertilidade do solo e clima propício da região.
O lugar, sede da futura cidade, recebeu o nome de Tangará, nome propositadamente escolhido, pois o tangará é pássaro de cores bem definidas, de cabeça encarnada e de canto muito belo. O pássaro tangará recebe outros nomes: fandangueiro, dançador, dançarino e uirapuru. Existe uma lenda que o canto do tangará é tão melodioso que, quando canta, os outros pássaros emudecem para escutá-lo. Com a denominação da localidade de Tangará, os fundadores da colonização queriam dizer que no futuro seria uma povoação excelente e admirável. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense do homônimo potiguar e catarinense.
Os primeiros nomes da posse efetiva de Tangará foram de José Itamura, Jonas e Arlindo Lopes. A primeira escola a funcionar em Tangará foi Escola Municipal Santo Antonio, na zona rural, fundada a 18 de julho de 1965, no sítio do Sr. Antônio Galhardo. Nesta época a primeira professora foi dª Iracema da Silva Casa Grande.
Na zona urbana, a primeira escola a funcionar foi a Escolas Reunidas, criada pelo Decreto nº 264, do Diário Oficial de 28 de junho de 1967, tendo como coordenador o Sr. José Davi Nodari, funcionário da prefeitura de Barra do Bugres. Mais tarde a escola passou a chamar-se Grupo Escolar de Tangará da Serra. Nesta fase a diretora era Maria Laura Jhansel – Irmã Mírian. A partir de 1974 mudou novamente de nome: Grupo Escolar Dr. Ataliba Antônio de Oliveira Neto, atuando como diretora a Irmã Osvalda.
Corria fama de terra excelente a da Gleba de Tangará. A administração da colonizadora dera certo. Inicialmente a região pertencia a Diamantino. No entanto, com a criação do município de Barra do Bugres, a região passou para o novo município.
A Lei nº 2.906, de 06 de janeiro de 1969, criou o distrito de Tangará da Serra, no município de Barra do Bugres. A Lei Estadual nº 3.687, de 13 de maio de 1976, pelo deputado José Amando, criou o município. Nas primeiras eleições municipais foi eleita prefeita a Sra. Thaís Bergo, que acumulou prestígio graças à boa administração que teve frente ao executivo municipal de Tangará da Serra.
SIGNIFICADO DO NOME
A denominação da localidade surgiu através de Joaquim Oléas e Wanderley Martinez, donos da empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA, que implantou na região um pólo agrícola, tendo como sede a cidade de Tangará. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense de homônimo potiguar e catarinense
VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA
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