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Denúncias anônimas ajudam no combate à criminalidade

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A parceria entre as Polícias de Mato Grosso e a comunidade tem sido uma importante estratégia no combate ao tráfico de drogas na região metropolitana. Nós primeiros seis meses deste ano, várias “bocas de fumo” foram identificadas por meio de denúncias anônimas feitas a Polícia Militar.

 

Segundo levantamento da Diretoria da Agência Central da Polícia Militar (Daci), 99 bocas de fumo foram fechadas em Cuiabá e Várzea Grande de janeiro a junho. Deste total, 69 pontos foram descobertos graças à colaboração de moradores.

 

Vários canais estão disponíveis para a população. Um deles é o número 0800-65-3939, que opera 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana e feriados. Há também o telefone para contato pelo aplicativo WhatsApp: 99987-0349.

 

Outro forma de contato está disponível no site da Polícia Militar, no endereço www.pm.mt.gov.br/, por meio do link “Net Denúncias”. No Facebook consta a página “Disque denúncia” da PM.

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Morre a menina baleada por engano por agentes da PRF

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Morreu, na manhã deste sábado (16.09), a menina Heloísa dos Santos Silva, de 3 anos, baleada na coluna e na cabeça durante uma ação equivocada da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Na última quinta-feira (14.09), Heloísa sofreu uma parada cardiorrespiratória, que foi revertida pela equipe de saúde após seis minutos. Ela estava internada no Hospital Adão Pereira Nunes.

A família da criança fazia uma viagem em um carro de passeio, que começou a ser perseguido por uma equipe da PRF. Dentro do veículo estavam Heloísa, os pais dela, a tia e uma irmã. O carro foi perseguido e alvejado por disparos feitos por policiais.

Os policiais envolvidos na abordagem foram afastados da corporação, que iniciou uma investigação interna. O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça a prisão preventiva dos três agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) envolvidos.

Também é investigada a atuação de um dos policiais que chegou a visitar a vítima no CTI do hospital. O procurador Eduardo Benones representou pela prisão dos agentes Fabiano Menacho Ferreira — que admitiu ter feito os disparos —, Matheus Domicioli Soares Viegas Pinheiro e Wesley Santos da Silva.

Na peça, Benones afirma que 28 agentes da PRF foram até o hospital logo após o incidente “numa tentativa inequívoca de intimidar” a família e lembra que um deles, à paisana, conseguiu chegar até a emergência pediátrica e falar com o pai da menina.

“A presença de 28 inspetores no hospital, no dia do ocorrido, em contato visual e às vezes verbal, com as vítimas demonstra uso indevido da força corporativa”, escreveu Benones na justificativa.

Segundo a polícia, o carro em que a família estava era roubado. O pai de Heloísa disse que tinha adquirido o veículo recentemente e não sabia da situação irregular.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que a PRF terá que acelerar a “revisão da doutrina policial e manuais de procedimentos”.

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