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CARROS E MOTOS

Chega ao Brasil a picape de alta performance que redefine velocidade e robustez

Superpicape off-road possui o motor mais potente já lançado no segmento e é inspirada em veículos de corrida no deserto

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A Ford lançou oficialmente no Brasil a Ranger Raptor, versão de alta performance de sua caminhonete líder em vendas. Esta é a primeira vez que o modelo é importado oficialmente pela montadora para o mercado brasileiro, e destaca-se como a picape mais rápida à venda no país. A previsão é que o carro chegue na Ford Slaviero, concessionária Ford mais tradicional de Curitiba, em fevereiro de 2024. Desenvolvida pela Ford Performance, a divisão de veículos de alto desempenho da montadora, a Ranger Raptor é inspirada em veículos de corrida no deserto.

Em comparação com a Ranger Limited, a Raptor apresenta algumas dimensões diferentes, incluindo 10mm a mais de comprimento, 90mm a mais na bitola dianteira e 40mm a mais de altura. Visualmente, a picape transmite robustez e esportividade, destacando-se pelas  rodas aro 17 com pneus de 33 polegadas. “Na atual geração, a Ford Ranger Raptor é um projeto independente da Ranger convencional, com mudanças estruturais e no powertrain voltadas para uma performance extrema tanto na cidade quanto no off-road“, explica o gerente comercial da Ford Slaviero, Rogério Lechinski.

Motor

O grande diferencial mecânico da Ranger Raptor é seu  motor e  transmissão. Cada marcha tem seu próprio perfil de impulsão até o pico na 3.ª marcha, proporcionando ao condutor a sensação de esportividade ao ser “empurrado” para trás do banco até o término dessa marcha. Também possui um sistema Antilag que mantém as turbinas cheias por até 3 segundos após o alívio do acelerador, assegurando respostas imediatas nas retomadas. Desenvolvido pela Ford Performance, o motor oferece acelerações brutais em qualquer situação, sendo o mais potente já lançado no segmento no Brasil.

Além do câmbio automático, a picape possui trocas de marcha pelo Paddle Shifter, proporcionando maior precisão e rapidez em terrenos acidentados.

Design

Nesse aspecto, a picape apresenta uma caçamba inteligente para melhor aproveitamento das cargas, com vários pontos de apoio. A tampa traseira possui fixação para grampos e um assistente de fechamento que reduz o peso, além de fixações que permitem prender a carga com segurança.

As lanternas possuem LED com DLR, e os faróis Matrix LED oferecem uma tecnologia de iluminação sem ofuscamento.

O interior do veículo é equipado com bancos elétricos exclusivos, revestidos em couro e suede, proporcionando conforto e suporte excepcionais. O veículo também oferece ar-condicionado com saída de ar para a segunda fileira, garantindo conforto a todos os ocupantes. A tecnologia e-shiftercom transmissão de 10 velocidades proporciona aceleração, resposta e desempenho.

Capacidade off-road

Amortecedores: o amortecedor Fox Live Valve melhora excepcionalmente a capacidade off-road em altas velocidades, realizando impressionantes 500 leituras por segundo. Isso acontece principalmente pelos amortecedores FOX 2.5″ Racing com tecnologia Live Valve, que adaptam sua dureza em tempo real conforme a inclinação, aceleração, velocidade, ângulo de direção e saltos. Esses amortecedores oferecem três modos de ajuste:, normal, sport e off-road, além de dois modos de calibração automática, saldo e pedal baixo. O sistema também proporciona ajuste individual de cada pistão, fornecendo o equilíbrio adequado em todas as situações.

Escapamento: os modos de escapamento da Ranger Raptor transformam a condução em uma experiência sonora única. São quatro modos de som que podem ser selecionados a qualquer momento. Cada um deles apresenta seu próprio perfil sonoro. São eles: normal, com ruído em um nível esperado; esporte, com ruído mais intenso em altas rotações; silencioso, que mantém um ruído baixo, sendo amigável aos vizinhos; baja, com ruído alto, intenso e agressivo o tempo todo.

Condução: ao todo, são sete modos de condução – normal, esportivo, escorregadio, lama/terra, areia, baja e rock crawl – que adaptam os parâmetros de motor, transmissão, tração e suspensão para superar qualquer terreno com confiança e versatilidade.

Direção: os modos de direção da Ranger Raptor oferecem versatilidade para diversas situações de condução. São quatro modos de direção que podem ser selecionados a qualquer momento. Cada modo tem seu próprio modo de direção. São eles: normal, conforto, sport e off-road.

Piloto automático: semelhante ao piloto automático, o Trail Control foi desenvolvido para a travessia de terrenos fora de estrada em baixa velocidade. Essa função está disponível no Navegador Off-Road, e controla a aceleração e a frenagem da Ranger Raptor tanto em aclives como em declives.

Tecnologia e conectividade

O sistema multimídia SYNC 4, com 12″, permite dividir a tela para que o motorista possa continuar acompanhando a rota no aplicativo, enquanto tem fácil acesso às funções do ar-condicionado, música, telefone e navegador GPS integrado. O painel Full Digital de 12.4″, o mesmo utilizado na F150, é totalmente imersivo e intuitivo, adaptando-se a cada modo de condução e fornecendo as informações mais úteis em cada situação.

O modelo também está equipado com carregador de celular por indução, sistema de áudio com oito alto-falantes e seis interruptores auxiliares. Além disso, conta com o aplicativo FordPass, que permite ao cliente interagir com a picape de onde estiver, proporcionando uma experiência de conectividade avançada que eleva o desempenho e a conveniência.

Sobre a Ford Slaviero

Há quase 80 anos no mercado automotivo, a Ford Slaviero é uma das concessionárias de veículos mais tradicionais e sólidas do mercado, sendo revenda Ford com maior tempo de mercado em Curitiba. Os clientes podem contar com as facilidades oferecidas no comércio de veículos 0km, seminovos multimarcas, peças e serviços especializados. Mais informações: fordslaviero.com.br.

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CARROS E MOTOS

Seguro tradicional x proteção veicular: quais são as diferenças?

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Escolher uma forma de proteção para o veículo exige mais do que comparar valores mensais. Em muitos casos, a decisão envolve entender regras contratuais, critérios de aceitação, tipo de cobertura e o nível de previsibilidade oferecido em situações como colisão, roubo, furto ou danos a terceiros. Quando esses pontos não ficam claros, a contratação pode gerar expectativa equivocada justamente no momento em que o suporte mais importa.

A discussão ganhou força recentemente também por mudanças regulatórias e pelo peso do automóvel na rotina brasileira. Em 2025, o IBGE informou que o automóvel era o meio de transporte mais usado no deslocamento para o trabalho, com 32,3% de participação, equivalente a 22,6 milhões de pessoas. Já o Ministério dos Transportes registrou que a frota nacional superou 71 milhões de veículos em 2024, com automóveis respondendo por 63% do total.

Nesse cenário, entender a diferença entre seguro tradicional e proteção veicular deixou de ser uma dúvida pontual e passou a ser uma decisão patrimonial relevante. Acompanhe mais sobre o assunto a seguir!

Natureza jurídica e modelo de funcionamento

O seguro tradicional é um produto regulado pelo Sistema Nacional de Seguros Privados. Ele é ofertado por seguradoras autorizadas, segue regras próprias e opera com apólice, prêmio, análise de risco e condições contratuais formalizadas. Há supervisão da Superintendência de Seguros Privados, a Susep, além de normas específicas sobre contratação, cobertura e liquidação de sinistros.

A proteção veicular, por sua vez, historicamente se estruturou de forma associativa e mutualista. Em linhas gerais, os participantes contribuem para um fundo comum destinado ao rateio de eventos cobertos pelo regulamento interno. A diferença central está no fato de que esse modelo não é, por definição, o mesmo contrato de seguro.

Em 2025, a Susep passou a orientar o mercado com base na Lei Complementar nº 213/2025, informando que a autorização das administradoras de operações patrimoniais mutualistas depende de regulamentação específica. Isso torna a leitura do regulamento, da governança e das regras operacionais ainda mais importante.

Critérios de adesão e análise de perfil

No seguro tradicional, a seguradora costuma precificar o risco com base em variáveis como modelo do veículo, região de circulação, histórico do condutor, idade, uso particular ou profissional e local de pernoite. Esse processo tende a tornar a contratação mais personalizada, mas também pode elevar o custo ou restringir a aceitação em determinados perfis.

Na proteção veicular, a lógica costuma ser menos centrada no perfil individual do condutor e mais focada nas regras gerais de elegibilidade da associação ou administradora, o que pode ampliar o acesso para perfis que encontram mais barreiras no seguro tradicional, como veículos antigos, de leilão ou utilizados por mais de um motorista. Ainda assim, acesso mais simples não significa cobertura automaticamente equivalente. A comparação precisa considerar exclusões, limites e condições de acionamento.

Coberturas possíveis e limites práticos

Tanto o seguro tradicional quanto a proteção veicular podem incluir proteção contra roubo, furto, colisão, incêndio, perda total, assistência 24 horas e danos a terceiros. A semelhança superficial entre as listas de cobertura, porém, não deve ser confundida com identidade operacional. O que muda, na prática, é a forma como essas coberturas são definidas, acionadas e indenizadas.

No seguro, as condições aparecem detalhadas na apólice e nas cláusulas contratuais. Na proteção veicular, elas costumam constar no regulamento do programa ou da associação. Por isso, antes da adesão, convém compreender franquias, carências, critérios de perda total, prazos de análise e hipóteses de negativa.

Para quem busca uma base comparativa mais clara sobre esse modelo associativo, vale consultar um conteúdo explicativo sobre o que é proteção veicular, especialmente para distinguir promessa comercial de regra efetiva de funcionamento.

Regulação, fiscalização e segurança contratual

Esse é um dos pontos mais decisivos da comparação. O seguro tradicional opera em ambiente regulado, com exigências de capital, reservas técnicas, regras contábeis e fiscalização estatal consolidada. Isso não elimina conflitos, mas cria uma estrutura institucional mais definida para a operação e para a proteção do consumidor.

Na proteção veicular, o avanço legal recente trouxe um novo marco para as operações patrimoniais mutualistas, mas o setor ainda depende de regulamentação complementar para a autorização formal das administradoras, como a própria Susep informou em 2025.

Em termos práticos, isso exige atenção redobrada à documentação, ao estatuto ou regulamento, à transparência da gestão e aos canais de atendimento e contestação. A principal pergunta não é apenas quanto custa, mas sob quais regras o amparo será prestado.

Custos, previsibilidade e lógica financeira

O apelo econômico costuma ser uma das maiores diferenças percebidas pelo público. O seguro tradicional trabalha com prêmio definido de acordo com cálculo atuarial e perfil de risco. Já a proteção veicular, em muitos arranjos, adota mensalidade administrativa somada ao rateio dos prejuízos ocorridos no grupo. Isso pode resultar em custo inicial mais acessível em alguns casos, mas também pode significar menor previsibilidade sobre a composição final do valor pago ao longo do tempo.

A análise, portanto, não deve parar no preço de entrada. É mais útil comparar o custo total potencial, a amplitude da cobertura, a reputação operacional e a clareza das regras. Em 2026, a CNseg projetou crescimento de 8% para o mercado segurador brasileiro, em um ambiente de maior pressão sobre preços e gestão de risco. Esse contexto ajuda a explicar por que muitos consumidores passaram a avaliar alternativas, mas não substitui a necessidade de examinar a qualidade real da proteção contratada.

Quando cada modelo tende a fazer mais sentido

O seguro tradicional tende a ser mais indicado para quem prioriza regulação consolidada, contrato padronizado e maior previsibilidade jurídica. Também costuma ser a escolha de quem deseja uma relação contratual clássica com seguradora supervisionada e aceita passar por análise de risco mais detalhada para definir preço e cobertura.

A proteção veicular pode fazer sentido para quem busca flexibilidade de entrada, aceitação mais ampla de perfis e soluções adaptadas a veículos ou usos que nem sempre encontram boas condições no seguro convencional. Ainda assim, essa escolha só é prudente quando a entidade ou operação apresenta regras claras, atendimento verificável e documentação consistente. Em qualquer hipótese, comparar apenas a mensalidade pode ser um erro custoso.

A escolha informada reduz frustração futura

Seguro tradicional e proteção veicular não são sinônimos, embora possam atender a necessidades semelhantes. A diferença real está no contrato, na regulação, na forma de custeio e no grau de previsibilidade oferecido quando ocorre o imprevisto.

A decisão mais segura costuma surgir menos da propaganda e mais da leitura crítica das regras. Quando a proteção é bem compreendida antes da adesão, o patrimônio fica menos exposto a surpresas, justamente no momento de maior vulnerabilidade.

Referências

IBGE. Automóvel é o meio de transporte mais utilizado no deslocamento para o trabalho. 2025. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/44713-automovel-e-o-meio-de-transporte-mais-utilizado-no-deslocamento-para-o-trabalho.

BRASIL. Ministério dos Transportes. Brasil atualiza inventário nacional de emissões do transporte rodoviário após 10 anos. 2025. Disponível em: https://www.gov.br/transportes/pt-br/assuntos/noticias/2025/12/brasil-atualiza-inventario-nacional-de-emissoes-do-transporte-rodoviario-apos-10-anos.

BRASIL. Ministério dos Transportes. Frota de Veículos – 2026. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/transportes/pt-br/assuntos/transito/conteudo-Senatran/frota-de-veiculos-2026.

CARVALHO, Carlos Henrique Ribeiro; GUEDES, Erivelton Pires. Balanço da primeira década de ação pela segurança no trânsito no Brasil e perspectivas para a segunda década. 2023. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/items/3b0ec041-a948-4ba3-a542-3cc0805c68d6.

CNSEG. CNseg prevê expansão de 8% do mercado de seguros em 2026. 2025. Disponível em: https://cnseg.org.br/noticias/c-nseg-preve-expansao-de-8-do-mercado-de-seguros-em-2026.

FERREIRA, Paulo César Pêgas. Novas tecnologias nos veículos e a redução da sinistralidade no trânsito. 2024. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/items/58b9bf80-cec5-4f51-86b7-e667feac77cf.

SUSEP. Associações de proteção patrimonial mutualista. 2025. Disponível em: https://www.gov.br/susep/pt-br/assuntos/associacoes-de-protecao-patrimonial-mutualista.

SUSEP. Susep esclarece próximos passos para regularização das operações de proteção patrimonial mutualista. 2025. Disponível em: https://www.gov.br/susep/pt-br/central-de-conteudos/noticias/2025/agosto/susep-esclarece-proximos-passos-para-regularizacao-das-operacoes-de-protecao-patrimonial-mutualista.

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