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Bares e restaurantes aguardam socorro financeiro do Governo Federal

A Abrasel prevê um possível colapso no setor, caso o Governo Federal descumpra a promessa que foi feita na última semana durante reunião entre o presidente da associação, com o presidente Jair Bolsonaro e integrantes da equipe econômica.

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Bares e restaurantes aguardam socorro financeiro do Governo Federal

Com o agravamento da crise do coronavírus, fechamento de comércio e restrições de circulação em todo o país, o setor de bares e restaurantes é um dos primeiros a sentir os impactos econômicos da pandemia e aguarda que o governo anuncie um pacote de socorro ao setor, que inclui o pagamento de uma espécie de bolsa aos três milhões de trabalhadores de bares e restaurantes durante os próximos três meses.

 

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) prevê um possível colapso no setor, caso o Governo Federal descumpra a promessa que foi feita na última semana durante reunião entre o presidente da associação, Paulo Solmucci, com o presidente Jair Bolsonaro e integrantes da equipe econômica. “Muitos dos nossos trabalhadores dizem que não sabem como irão viver sem o emprego. É um risco muito grande deixar toda essa gente sem assistência nessa hora”, diz Solmucci.

 

Em Mato Grosso, uma semana antes do decreto, várias operações já haviam fechado as portas e as outras já apresentava queda de mais de 70% do movimento, hoje todos estão fechados e menos de 1% operam na modalidade de delivery. “Não estamos olhando para lucro, aluguel e fornecedores, nossa prioridade sempre foi nossos funcionários”, declara a presidente da Abrasel-MT, Lorenna Bezerra.

 

Lorenna ainda explica que com a Medida Provisória assinada pelo Governo Federal neste domingo (22), ele se absteve e passou a bola para empresários e empregados. “Tendo em vista que o governo entende que nosso setor está entre os quatro prioritários, e precisa considerar que somente com a ajuda a fundo perdido para pagamentos dos salários teremos condições de evitar a desestruturação completa do setor e o caos social que advirá dela”, destaca.

 

Solmucci finaliza dizendo que, se o governo não cumprir o que prometeu, o país corre o risco de mergulhar em uma nova crise.

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Metais preciosos, commodities e criptomoedas: o mundo dos investimentos alternativos


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Os investimentos alternativos são instrumentos financeiros que permitem diversificar o portfólio além dos tradicionais mercados de ações e imobiliário. Embora ações e imóveis estejam entre as escolhas mais comuns, investir em ativos alternativos pode oferecer maior estabilidade em períodos de volatilidade. Esses instrumentos incluem, entre outros, metais preciosos, criptomoedas e commodities, setores que apresentam dinâmicas diferentes dos investimentos convencionais. A diversificação em ativos alternativos atende à necessidade de equilibrar o portfólio e mitigar os riscos associados a um mercado que, em certos momentos, pode se tornar extremamente instável.

Metais preciosos: um exemplo de estabilidade

Os metais preciosos, como ouro e prata, representam uma das categorias mais populares entre os investimentos alternativos. O ouro, em particular, é considerado um ativo de refúgio: em situações de incerteza econômica ou alta inflação, tende a manter ou aumentar seu valor. O desempenho do ouro é frequentemente indicado no Forex com o símbolo xauusd e, conforme ilustrado nesta página informativa online, pode oferecer aos investidores uma proteção contra a instabilidade dos mercados tradicionais. Esse símbolo reflete a taxa de câmbio entre o ouro e o dólar americano, um parâmetro acompanhado por quem deseja investir em um ativo seguro durante períodos de crise.

Commodities e agricultura: um mundo de recursos
Além dos metais preciosos, outras categorias de investimentos alternativos incluem commodities como petróleo, gás natural e produtos agrícolas. Investir em commodities significa participar de um mercado onde os preços são determinados não apenas pela oferta e demanda, mas também por fatores geopolíticos, climáticos e tecnológicos. Esses ativos têm uma função estratégica na gestão do portfólio, pois oferecem um potencial de crescimento independente das flutuações dos mercados de ações. As commodities agrícolas, em particular, são influenciadas pelas condições climáticas e inovações no setor alimentar, representando assim uma oportunidade para investidores com interesse em sustentabilidade e agroalimentação.

Criptomoedas: entre inovação e volatilidade
As criptomoedas são um dos investimentos alternativos mais recentes e representam um setor em constante crescimento. Essas moedas digitais, baseadas em tecnologias descentralizadas como o blockchain, são consideradas investimentos de alto risco, mas também de alto potencial de retorno. Sua natureza digital e a ausência de regulamentação central as tornam particularmente voláteis, mas, ao mesmo tempo, capazes de oferecer novas oportunidades financeiras. As criptomoedas oferecem uma visão inovadora do mundo econômico, desvinculada das lógicas dos bancos centrais e das autoridades governamentais, atraindo investidores que desejam diversificar o portfólio com ativos de perfil não convencional.

Arte e bens colecionáveis: um patrimônio tangível
Outra forma de investimento alternativo está nos bens colecionáveis e nas obras de arte. Esses investimentos, muitas vezes menos líquidos e vinculados a um crescimento de longo prazo, são escolhidos por quem deseja diversificar com um patrimônio tangível. A arte pode representar não apenas um investimento, mas também um valor cultural e estético, e seu valor tende a se manter independente dos mercados financeiros tradicionais. Desde pinturas clássicas até modernas obras digitais, o colecionismo pode oferecer uma proteção ao portfólio e enriquecer o patrimônio pessoal com um toque de exclusividade.

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