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Aprender sempre

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Thiago Bergamasco

Conselheiro substituto Luiz Henrique Lima

Luiz Henrique Lima

Aprender sempre, estudar todos os dias. Essa é uma das principais lições que aprendi na vida e que procuro transmitir a todos os meus alunos, leitores e colegas de trabalho e de jornada.

 

Sempre temos algo novo a aprender. Sempre temos algo útil a aprender. Sempre temos algo importante a aprender.

 

Sempre temos que estar com a mente aberta para aprender. Sempre temos que encontrar tempo para aprender. Sempre temos que buscar oportunidades para aprender.

 

Para aprender, nunca é tarde, nunca é ruim, nunca é impossível.

 

Pode-se aprender de várias formas. Pela experiência direta, com tentativas e erros, pela observação empírica ou pelo estudo. Pode-se aprender em qualquer lugar e em qualquer hora, com qualquer pessoa e em qualquer situação. Pode-se aprender com vitórias ou com insucessos, sozinho ou em equipe, e movidos por grande necessidade ou por simples curiosidade.

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Aprender sempre exige humildade. Reconhecer que nunca se sabe tudo e que o outro sempre sabe algo que pode te ensinar. Compreender que aquilo que se sabe nunca é absoluto, completo ou imutável e sempre pode ser corrigido, acrescido ou aprimorado.

Aprender sempre exige disciplina. A disciplina da leitura distraída e a do estudo sistemático. A disciplina de ouvir o outro e a de tentar entendê-lo. E também a disciplina de não ouvir as palavras de zombaria, descrédito ou desestímulo dos que se comprazem nas trevas da ignorância.

 

Aprender sempre exige coragem. Coragem para fazer as perguntas necessárias, mesmo as incômodas e dolorosas. Coragem para aceitar as respostas e respeitá-las, mesmo as que nos desagradam ou contrariam nossas preferências e convicções. Coragem para não desistir diante das dificuldades que sempre surgem. Coragem para não se acomodar após os primeiros passos.

 

Aprender sempre exige altruísmo. Saber que todo saber é estéril quando não se faz disponível para ser compartilhado com uma comunidade. E fazer o possível para torná-lo acessível àqueles que mais necessitam.

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Aprender sempre é muito bom, nos faz melhores profissionais, melhores cidadãos e melhores pessoas.

 

Luiz Henrique Lima é Conselheiro Substituto do TCE-MT.

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Série Governantes: Faça a sua parte

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Por Francisney Liberato

“Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país.” John F. Kennedy

Uma das características mais marcantes do brasileiro é a sua criatividade. Ele consegue desenvolver e pôr em prática várias habilidades como: ideias, pensamentos, empreendedorismo, visando o seu bem-estar e o seu conforto, como também o de sua família.

Segundo o site “Terra”, em 30/09/2019, é apresentada uma pesquisa a qual conclui: “A pesquisa Amway Global Entrepreneurship Report (AGER) revela que 56% dos brasileiros desejam ser donos do seu próprio negócio. Destes, 74% são jovens entre 18 e 35 anos. O índice do Brasil é maior que a média global, que está em 47%”.

Vejam que no Brasil os jovens desejam criar e empreender, eles querem ter o seu próprio negócio. Isso é muito positivo para nossa nação. Infelizmente, uma coisa é desejar e querer ser um empresário, outra, bem diferente, é efetivar esse desejo.

Não podemos permitir que o conceito autocrático, isto é, esperar que as ideias, iniciativas e as respostas sejam exclusivamente do chefe, do líder, do diretor escolar, do pai e da mãe, do governante, do presidente, uma vez que, se agirmos dessa maneira, veremos falecer a nossa liberdade de criar.

É fundamental para todos que tenham uma mentalidade aberta e moderna que as pessoas criem e empreendam mais, pois é por intermédio disso que é gerada riqueza para o nosso país.

Você deve olhar para dentro de si e se perguntar: Qual é a sua vocação para melhorar a sua vida, a vida da sua família, dos seus entes queridos e do país onde reside? Essa reflexão é de extrema importância.

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A responsabilidade é única e exclusivamente sua. Aqui existe um conceito fundamental que devemos ter como prisma em nossas vidas, que é chamado de Autorresponsabilidade. Em síntese, é necessário trazer para si a responsabilidade, e não a de colocar sobre o encargo do outro, como: os seus pais, seus familiares, seus empregadores e seus governantes. Em outras palavras, o sucesso ou fracasso da sua vida está em sua alçada.

Se pensarmos a vida dessa forma, saiba que teremos uma nação moderna e próspera, com índices de desenvolvimento econômico e humano semelhantes aos de países do primeiro mundo.

Entretanto, muitos indivíduos têm dificuldades de entender o seu propósito para esta vida. Muitos estudantes que estão cursando uma faculdade já pensam em desistir, por entender que não é bem isso o que sonham para sua vida. Enquanto existem muitos indivíduos desejando crescer evoluir, por outro lado, têm, infelizmente, os que esperam “a comida, o emprego, o dinheiro caírem do céu”.

John Fitzgerald Kenedy ou JFK foi um político norte-americano que governou os Estados Unidos (1961-1963), o seu nome está registrado como o 35° presidente daquela nação. Ele é considerado uma das grandes personalidades do século XX.

Kennedy se tornou o segundo presidente mais jovem do seu país, depois de Theodore Roosevelt. Infelizmente, não conseguiu terminar o seu mandato, uma vez que foi assassinado em 1963.

O presidente John Kennedy proferiu uma célebre frase que ainda tem uma enorme relevância para os nossos dias: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”.

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Podemos parafrasear essa afirmação do ex-presidente americano para o nosso contexto: o que nós brasileiros podemos fazer pelo Brasil? O que estamos fazendo para melhorar o nosso país? Qual tem sido a minha e sua contrapartida para desenvolver e aperfeiçoar esta nação? Como podemos abandonar determinadas atitudes paternalistas e viver de forma mais racional, visando o bem comum? O Estado pertence a todos nós. Devemos fazer a nossa parte, e não exigir que Estado seja o responsável e provedor por tudo.

Nosso país é formado pela diversidade cultural, étnica e social de milhares de brasileiros, que nem sempre concordam com as decisões dos nossos governantes, mas todos fazemos parte da nação, e devemos caminhar em um mesmo sentido. A nossa Constituição de 1988 dispõe que todo poder se origina do povo. O poder está nas mãos de cada ser habitante deste país. Nós podemos e devemos fazer o melhor pelo Estado, independentemente de questões políticas e partidárias.

Não diga o que o país deve fazer por você, use a sua criatividade, empreendedorismo, e faça o seu melhor na medida de suas condições, e de acordo com as suas circunstâncias. Seja presente e deixe o seu legado para esta nação. A responsabilidade pelo sucesso ou fracasso do Brasil está em nossas mãos. Está disposto a tomar uma iniciativa para contribuir com a República Federativa do Brasil?

Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Chefe de gabinete de Conselheiro do TCE-MT, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador, Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.

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