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Educação

Analfabetismo em Mato Grosso cai para 3,5% e fica abaixo da média nacional, celebra Alan Porto

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O ex-secretário de Educação de Mato Grosso e pré-candidato a deputado estadual, Alan Porto, comemorou os últimos dados sobre alfabetização em Mato Grosso, divulgados pelo IBGE. De acordo com a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Educação 2025, Mato Grosso passou a registrar uma taxa de analfabetismo inferior à média nacional.

Enquanto a taxa brasileira de analfabetismo está em 4,9%, o Estado reduziu o índice para 3,5%, resultado que representa uma queda significativa em relação aos 6% registrados anteriormente. Os dados positivos são resultados de uma série de investimentos e políticas públicas implementadas entre os anos de 2019 e 2026 na área da educação pública estadual, na gestão do então governador Mauro Mendes, tendo Alan Porto a frente da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

A redução é atribuída a um conjunto de ações voltadas tanto para a alfabetização de crianças quanto para a recuperação da aprendizagem de jovens, adultos e idosos que não tiveram acesso à educação na idade adequada. Entre as principais iniciativas está o programa Mais MT Alfabetiza, criado para combater o analfabetismo e elevar os índices de alfabetização nos municípios mato-grossenses.

De acordo com Alan Porto, o programa foi determinante para a mudança dos indicadores. “A taxa de analfabetismo no Brasil é de 4,9%. Em Mato Grosso, saímos de 6% para 3,5%. Foi o Mais MT Alfabetiza que buscou os jovens, os adultos e os idosos que não sabiam ler nem escrever e os trouxe de volta para a sala de aula. Alfabetizar tira as pessoas da escuridão. Erradicar o alfabetismo é uma das grandes missões do EducAção 10 Anos”.

O programa Mais MT Alfabetiza ampliou a cooperação entre Estado e municípios, oferecendo formação para professores, material didático, avaliações diagnósticas, acompanhamento pedagógico e incentivos financeiros para fortalecer as políticas locais de alfabetização.

Paralelamente, foram desenvolvidas ações específicas voltadas à Educação de Jovens e Adultos (EJA), permitindo que milhares de pessoas retomassem os estudos e fossem alfabetizadas.

Alan destaca que a redução do analfabetismo ocorreu paralelamente ao maior ciclo de investimentos da história da educação estadual. Entre 2019 e 2026, o Governo de Mato Grosso destinou recursos para ampliar o acesso à escola, melhorar a infraestrutura das unidades e fortalecer a aprendizagem.

Nesse período, foram construídas e entregues novas escolas, criadas dezenas de unidades em tempo integral, implantadas escolas cívico-militares, reformadas centenas de prédios escolares e modernizados laboratórios, bibliotecas e ambientes tecnológicos. Também houve investimentos na climatização das salas de aula, aquisição de mobiliário, equipamentos, materiais pedagógicos e transporte escolar.

Outro eixo considerado estratégico foi a valorização dos profissionais da educação, com realização de concursos públicos, programas permanentes de formação continuada e políticas de valorização da carreira docente.

“Nosso compromisso sempre foi oferecer uma educação pública de qualidade, capaz de transformar vidas. Reduzir o analfabetismo significa garantir cidadania, dignidade e oportunidades para milhares de mato-grossenses”, completa Alan Porto.

 

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Educação

Estudantes de Cuiabá assumem papel de diplomatas, parlamentares e jornalistas em simulação da ONU

Em sua 7ª edição, iniciativa do Colégio Maxi estimula alunos a debater questões nacionais e internacionais e desenvolver habilidades como argumentação, negociação, comunicação e pensamento crítico

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Entender conflitos mundiais, defender os interesses de uma nação, negociar soluções, discutir os desafios do Brasil e acompanhar os acontecimentos como jornalistas. Alunos do Colégio Maxi, em Cuiabá, vivenciam essas experiências na 7ª edição do Maxi-Múndi, projeto que aproxima os estudantes de grandes debates da agenda nacional e internacional.

A iniciativa é dividida em três frentes: Modelo ONU, Modelo Legislativo e Imprensa Estudantil. Em cada uma delas, os alunos assumem diferentes responsabilidades e são desafiados a pesquisar, argumentar, negociar, produzir conteúdo e compreender diferentes pontos de vista.

No Modelo ONU, os estudantes representam países e defendem seus interesses em discussões internacionais, após pesquisarem aspectos históricos, políticos, econômicos e sociais de cada nação.

No Modelo Legislativo, vivenciam a dinâmica do Congresso Nacional, representando parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado Federal em debates sobre temas atuais do Brasil. A experiência permite compreender, na prática, o funcionamento das instituições e a construção de decisões políticas.

Já na Imprensa Estudantil, os alunos atuam como jornalistas, acompanhando os debates, realizando entrevistas e produzindo matérias sobre os principais acontecimentos. O exercício desenvolve escrita, interpretação, comunicação, capacidade de síntese e análise crítica das informações.

Mais do que uma atividade acadêmica, o Maxi-Múndi busca ampliar o repertório dos jovens e colocá-los diante de perspectivas diferentes das suas. A experiência estimula competências como oratória, liderança, negociação, trabalho em equipe e respeito ao contraditório.

Para Júlia Fernandes, que participa pela segunda vez e nesta edição atua como diretora, esse é um dos principais diferenciais do projeto.

“Quando assumimos o papel de um país, precisamos deixar de lado apenas aquilo que pensamos e compreender aquela realidade, seus interesses e seu ponto de vista. Isso amplia nossa visão de mundo e nos ensina a argumentar, ouvir e negociar”, destaca.

SENSO CRÍTICO

O projeto integra a proposta educacional do Colégio Maxi, instituição do Grupo Salta Educação, de associar o conhecimento acadêmico ao desenvolvimento de habilidades importantes para a formação dos estudantes.

Antes das simulações, os participantes pesquisam os temas em debate, estudam o posicionamento dos países, analisam as pautas legislativas e se preparam para a cobertura jornalística.

A proposta reproduz desafios encontrados em ambientes diplomáticos, políticos e jornalísticos: interpretar informações, construir argumentos, ouvir posições divergentes, fazer perguntas e buscar soluções diante de diferentes interesses.

Em sua 7ª edição, o Maxi-Múndi reforça o protagonismo juvenil e contribui para formar estudantes mais preparados para compreender, questionar, comunicar e participar dos grandes debates do Brasil e do mundo.

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