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Amalgama dental, um veneno silencioso

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Da Assessoria

Rosário Casalenuovo Júnior

Rosário Casalenuovo Júnior

Aquela restauração escura que a maior parte das pessoas possuem é considerada a mais duradoura e resistente de todas, os pacientes relatam que elas são de estimação, estando no dente há 20, 30 anos. Realmente no ponto de vista como material restaurador preenche todos os requisitos, protegendo o dente da transmissão de temperatura, dilatação, infiltração, resistência e durabilidade. Somente a estética compromete.

 

O sonho de consumo dos dentistas era ter um amalgamador que misturasse a limalha de prata com o mercúrio para ser colocado no dente, senão teria que fazer com um recipiente de vidro fosco chamado grau e um outro denominado pistilo. O dentista   teria que colocar os materiais na dosagem certa e misturar amassando com o pistilo que seria como um socador de alho contra a cumbuca, porém, bem menor. Como dentista que já sou, há alguns anos, fiz muitos amalgamas manualmente, depois veio a resina que tem a cor do dente e passou a ser a preferência dos pacientes. Que dizem, “eu não quero aquelas obturações escuras, prefiro as da cor do dente”, outros pacientes dizem, “troquei todas escuras pelas de resina “e aqueles que ainda possuem, falam “meu dentista disse que é melhor não trocar, pois elas estão aí há muito tempo e está tudo bem”.

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Com o surgimento da best Odontologia Biológica, passou a vir o questionamento dos materiais que causam danos para a saúde e este “santo amalgama” passou a se mostrar um agressor para a saúde humana devido ao mercúrio que evapora em baixas temperaturas, bastando apenas esfregar o alimento durante a mastigação. Este vapor passa a ser absorvida pelo organismo através da mucosa que tem poder de reabsorção maior que o estômago. Ou seja, se for colocado um medicamento embaixo da língua, a absorção é maior que engolindo. O mercúrio afeta os neurônios que são encapados com uma bainha de mielina que na presença do mercúrio ela é reabsorvida deixando o com baixo poder de condução de estímulos nervosos.

 

Com isso, na visão da Odontologia biológica, que é muito forte na Alemanha, Canadá e EUA, o uso desse material não é o mais apropriado nos dentes. Mas, sua remoção, passa a ser pior que ficar com ele, sem os cuidados adequados. Para se retirar, usa-se uma broca de alta rotação, para desgastar e formar um pó que nunca poderia entrar em contato com a mucosa bucal, língua, garganta, além do vapor do mercúrio que passa a ser inalado, tanto pelo paciente como pelo dentista e sua atendente, indo direto para o pulmão. Para proteger o organismo na remoção destas restaurações, foi desenvolvida técnicas adequadas que devem ser seguidas com critério e cuidado.  O mercúrio é um metal pesado que dificilmente é eliminado pelo organismo. Se encontra com facilidade pessoas com tremores e dificuldade motora por ter ingerido peixes contaminados por este metal.

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Outro fator negativo desse recurso é o fato de ele ser metal que possui uma carga elétrica extremamente acima das células e principalmente dos nervos do próprio dente e regiões anexas, que pelo conceito da Terapia Neural e Odontologia Neuro-focal, ciência desenvolvida inicialmente na Alemanha em 1920, depois Rússia e na sequência difundida mundo afora e recentemente chegou ao Brasil. Considera o metal um campo de interferência ao Sistema nervoso levando a desequilíbrios patológicos, funcionais e emocionais, assim como os implantes dentais de metal. Por isso que eu sugiro a meus pacientes os implantes de zircônia (cerâmica) por não ter eletricidade, é neutro e também por ser de cor branca não deixa a gengiva cinza.

 

A odontologia brasileira está ainda muito inocente e mecanicista diante deste problema muito sério, visando apenas a estrutura e a estética, tendo a tecnologia como diferencial mas muito distante da biologia, submetendo os pacientes a este mal orgânico, porém muito mais intensamente a convivência no dia a dia, inalando e manipulando na sua remoção sem os devidos cuidados deste veneno.

 

Espero estar contribuindo com este pequeno artigo alertando a sociedade diante deste fato. Mas não para aí, porque não é o único problema que a odontologia, tida como moderna, causa à saúde sistêmico, tema que serão ressaltados em outros artigos.

 

Dr. Rosário Casalenuovo Júnior, é diretor Clínico do Instituto Machado de Odontologia, Presidente

da ABOR-MT (Associação Brasileira de Ortodontia – SEC.MT). Contato: rosá[email protected]

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Série Governantes: Faça a sua parte

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Por Francisney Liberato

“Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país.” John F. Kennedy

Uma das características mais marcantes do brasileiro é a sua criatividade. Ele consegue desenvolver e pôr em prática várias habilidades como: ideias, pensamentos, empreendedorismo, visando o seu bem-estar e o seu conforto, como também o de sua família.

Segundo o site “Terra”, em 30/09/2019, é apresentada uma pesquisa a qual conclui: “A pesquisa Amway Global Entrepreneurship Report (AGER) revela que 56% dos brasileiros desejam ser donos do seu próprio negócio. Destes, 74% são jovens entre 18 e 35 anos. O índice do Brasil é maior que a média global, que está em 47%”.

Vejam que no Brasil os jovens desejam criar e empreender, eles querem ter o seu próprio negócio. Isso é muito positivo para nossa nação. Infelizmente, uma coisa é desejar e querer ser um empresário, outra, bem diferente, é efetivar esse desejo.

Não podemos permitir que o conceito autocrático, isto é, esperar que as ideias, iniciativas e as respostas sejam exclusivamente do chefe, do líder, do diretor escolar, do pai e da mãe, do governante, do presidente, uma vez que, se agirmos dessa maneira, veremos falecer a nossa liberdade de criar.

É fundamental para todos que tenham uma mentalidade aberta e moderna que as pessoas criem e empreendam mais, pois é por intermédio disso que é gerada riqueza para o nosso país.

Você deve olhar para dentro de si e se perguntar: Qual é a sua vocação para melhorar a sua vida, a vida da sua família, dos seus entes queridos e do país onde reside? Essa reflexão é de extrema importância.

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A responsabilidade é única e exclusivamente sua. Aqui existe um conceito fundamental que devemos ter como prisma em nossas vidas, que é chamado de Autorresponsabilidade. Em síntese, é necessário trazer para si a responsabilidade, e não a de colocar sobre o encargo do outro, como: os seus pais, seus familiares, seus empregadores e seus governantes. Em outras palavras, o sucesso ou fracasso da sua vida está em sua alçada.

Se pensarmos a vida dessa forma, saiba que teremos uma nação moderna e próspera, com índices de desenvolvimento econômico e humano semelhantes aos de países do primeiro mundo.

Entretanto, muitos indivíduos têm dificuldades de entender o seu propósito para esta vida. Muitos estudantes que estão cursando uma faculdade já pensam em desistir, por entender que não é bem isso o que sonham para sua vida. Enquanto existem muitos indivíduos desejando crescer evoluir, por outro lado, têm, infelizmente, os que esperam “a comida, o emprego, o dinheiro caírem do céu”.

John Fitzgerald Kenedy ou JFK foi um político norte-americano que governou os Estados Unidos (1961-1963), o seu nome está registrado como o 35° presidente daquela nação. Ele é considerado uma das grandes personalidades do século XX.

Kennedy se tornou o segundo presidente mais jovem do seu país, depois de Theodore Roosevelt. Infelizmente, não conseguiu terminar o seu mandato, uma vez que foi assassinado em 1963.

O presidente John Kennedy proferiu uma célebre frase que ainda tem uma enorme relevância para os nossos dias: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”.

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Podemos parafrasear essa afirmação do ex-presidente americano para o nosso contexto: o que nós brasileiros podemos fazer pelo Brasil? O que estamos fazendo para melhorar o nosso país? Qual tem sido a minha e sua contrapartida para desenvolver e aperfeiçoar esta nação? Como podemos abandonar determinadas atitudes paternalistas e viver de forma mais racional, visando o bem comum? O Estado pertence a todos nós. Devemos fazer a nossa parte, e não exigir que Estado seja o responsável e provedor por tudo.

Nosso país é formado pela diversidade cultural, étnica e social de milhares de brasileiros, que nem sempre concordam com as decisões dos nossos governantes, mas todos fazemos parte da nação, e devemos caminhar em um mesmo sentido. A nossa Constituição de 1988 dispõe que todo poder se origina do povo. O poder está nas mãos de cada ser habitante deste país. Nós podemos e devemos fazer o melhor pelo Estado, independentemente de questões políticas e partidárias.

Não diga o que o país deve fazer por você, use a sua criatividade, empreendedorismo, e faça o seu melhor na medida de suas condições, e de acordo com as suas circunstâncias. Seja presente e deixe o seu legado para esta nação. A responsabilidade pelo sucesso ou fracasso do Brasil está em nossas mãos. Está disposto a tomar uma iniciativa para contribuir com a República Federativa do Brasil?

Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Chefe de gabinete de Conselheiro do TCE-MT, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador, Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.

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