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Pronto-Atendimento da Femina é o melhor de Cuiabá, avalia pesquisa

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Em uma pesquisa satisfação encomendada pela Unimed Cuiabá, o Pronto-Atendimento (PA) do Hospital Infantil e Maternidade Femina foi o melhor avaliado entre os cinco principais hospitais da Capital, com nota 9.

 

A pesquisa foi coordenada por uma empresa contratada pela Unimed Cuiabá e entrevistou 20 clientes em cada unidade hospitalar após a consulta com o médico, em junho 2016. O questionário envolvia perguntas abertas e fechadas em relação ao atendimento da recepção, dos médicos e enfermeiros, ambiente, localização, tempo de espera, postura dos profissionais envolvidos, entre outros itens.

 

Segundo o superintendente do hospital, Valdir Borba, a pesquisa reflete o resultado do trabalho constante da Femina em melhorar cada vez os serviços prestados. “Apesar da excelente nota que recebemos, não vamos nos acomodar. A principal reclamação apontada pelos paciente foi em relação ao nosso espaço físico, mas será resolvido com a mudança do PA para o prédio novo em breve”, afirmou.

 

A satisfação dos entrevistados com o conhecimento e postura dos profissionais da saúde recebeu nota 9,4. Sobre o processo de atendimento administrativo – que envolve atenção ao cliente, agilidade e disposição – a Femina foi avaliada com nota 8,65. Já cerca de 90% dos usuários não tiveram reclamações sobre a unidade hospitalar e a indicariam para amigos mais próximos.

 

Entre todos os itens avaliados, a média da Femina foi nota 9. Os outros quatro hospitais avaliados receberam nota média de 8,65 a 8,8.

 

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Morre a menina baleada por engano por agentes da PRF

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Morreu, na manhã deste sábado (16.09), a menina Heloísa dos Santos Silva, de 3 anos, baleada na coluna e na cabeça durante uma ação equivocada da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Na última quinta-feira (14.09), Heloísa sofreu uma parada cardiorrespiratória, que foi revertida pela equipe de saúde após seis minutos. Ela estava internada no Hospital Adão Pereira Nunes.

A família da criança fazia uma viagem em um carro de passeio, que começou a ser perseguido por uma equipe da PRF. Dentro do veículo estavam Heloísa, os pais dela, a tia e uma irmã. O carro foi perseguido e alvejado por disparos feitos por policiais.

Os policiais envolvidos na abordagem foram afastados da corporação, que iniciou uma investigação interna. O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça a prisão preventiva dos três agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) envolvidos.

Também é investigada a atuação de um dos policiais que chegou a visitar a vítima no CTI do hospital. O procurador Eduardo Benones representou pela prisão dos agentes Fabiano Menacho Ferreira — que admitiu ter feito os disparos —, Matheus Domicioli Soares Viegas Pinheiro e Wesley Santos da Silva.

Na peça, Benones afirma que 28 agentes da PRF foram até o hospital logo após o incidente “numa tentativa inequívoca de intimidar” a família e lembra que um deles, à paisana, conseguiu chegar até a emergência pediátrica e falar com o pai da menina.

“A presença de 28 inspetores no hospital, no dia do ocorrido, em contato visual e às vezes verbal, com as vítimas demonstra uso indevido da força corporativa”, escreveu Benones na justificativa.

Segundo a polícia, o carro em que a família estava era roubado. O pai de Heloísa disse que tinha adquirido o veículo recentemente e não sabia da situação irregular.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que a PRF terá que acelerar a “revisão da doutrina policial e manuais de procedimentos”.

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