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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Júri de investigador da Polícia Civil acusado de matar policial militar começa hoje 

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O Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá julga nesta terça-feira (12), a partir das 9h, o investigador da Polícia Civil Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves, acusado de matar a tiros o policial militar Thiago de Souza Ruiz. O crime ocorreu em abril de 2023, em uma conveniência de posto de combustível nas proximidades da Praça 8 de Abril, na capital.

A sessão está sendo realizada no Fórum de Cuiabá e presidida pelo juiz Marcos Faleiros da Silva, da Quarta Vara Criminal. O julgamento também é transmitido pelo canal oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso no YouTube.

Mário Wilson responde por homicídio qualificado, com as agravantes de motivo fútil e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso.

Segundo as investigações, na madrugada do crime, Thiago Ruiz chegou ao local acompanhado de um amigo. Pouco depois, o investigador também entrou na conveniência e foi apresentado ao policial militar. Imagens de câmeras de segurança mostram os envolvidos conversando instantes antes dos disparos.

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De acordo com o inquérito, em determinado momento, Thiago Ruiz teria mostrado a arma que portava na cintura. Na sequência, o investigador civil teria se apoderado do revólver e efetuado os tiros. O policial militar morreu ainda no local.

 

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Homen que tentou matar ex diante das filhas é condenado a 23 anos

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, na última quinta-feira (7), Alessandro Ivo de Moraes a 23 anos e 4 meses de reclusão pela tentativa de feminicídio contra a ex-companheira. O juiz presidente, Pierro Mendes, determinou o início imediato do cumprimento da pena, e o réu permanecerá preso.

O crime ocorreu em 25 de maio de 2025, dentro da casa da vítima, na presença das cinco filhas do casal, todas menores de idade. Conforme apurado durante a investigação, o acusado teria agido inconformado com o fim do relacionamento, invadido a residência e desferido golpes de faca contra a mulher. Na tentativa de defendê-la, a filha mais velha, então com 17 anos, também acabou ferida.

Durante o julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público, que sustentou a gravidade da conduta e a necessidade de responsabilização do réu. A atuação foi conduzida pelo promotor de Justiça César Danilo Novais, que destacou o caráter emblemático da decisão para o enfrentamento à violência contra a mulher.

Segundo o promotor, esta foi a primeira condenação na comarca com base na Lei nº 14.994/2024, que passou a tratar o feminicídio como crime autônomo no Código Penal. Para ele, o julgamento reforça a resposta institucional à violência de gênero e a proteção à vida.

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“A sociedade não aceita o inaceitável. A vida é inviolável. Todas as vidas importam. As vidas das mulheres também. Chega de violência sanguinária”, afirmou César Danilo Novais.

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